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Agosto de 2026
¹E foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: ²“Filho do homem, dize ao príncipe de Tiro: Isto diz o Senhor Deus: O teu coração se elevou, e tu disseste: ‘Eu sou Deus, e estou sentado sobre a cadeira de Deus no coração do mar’, sendo homem e não Deus, e consideraste o teu coração como o coração de um deus. ³Como és decerto mais sábio que Daniel, nenhum segredo te é oculto. ⁴Pela tua sabedoria e pela tua prudência, adquiriste força e juntaste ouro e prata nos teus tesouros; ⁵pela extensão da tua sabedoria e pela multiplicação do teu comércio, aumentaste o teu poder, e o teu coração se elevou na tua fortaleza. ⁶Portanto, isto diz o Senhor Deus: Porque o teu coração se elevou, como se fosse o coração dum deus, ⁷por isso eis que farei vir contra ti estrangeiros, os mais poderosos dentre os povos, que desembainharão as suas espadas contra o brilho da tua sabedoria e macularão a tua beleza. ⁸Eles te matarão e te precipitarão do trono, e tu morrerás com a morte daqueles que morrem no coração do mar. ⁹Porventura falarás tu diante dos teus matadores, dizendo: ‘Eu sou Deus’, sendo tu um homem sujeito ao poder dos que te matam, e não um deus? ¹⁰Tu morrerás da morte dos incircuncidados, pela mão de estrangeiros; porque sou eu que falei, diz o Senhor Deus.”
Palavra do Senhor.
²⁶ Eu disse: onde estão eles? Farei desaparecer a sua memória entre os homens.
²⁷ᵃ Mas contive-me por causa da arrogância dos inimigos;
²⁷ᵇ para que seus inimigos não se ensoberbecessem. R.
²⁷ᶜ Dissessem: “foi a nossa mão poderosa,
²⁷ᵈ e não o senhor que fez todas estas coisas”.
²⁸ É uma nação sem conselho e sem prudência. R.
³⁰ Como pode ser que um persiga mil, e dois ponham em fuga dez mil? Não é porque o seu deus os vendeu, e o senhor os fechou? R.
³⁵ᶜ está próximo o dia da perdição,
³⁵ᵈ e os tempos se apressam a chegar.
³⁶ᵃ O senhor julgará o seu povo,
³⁶ᵇ e se compadecerá dos seus servos. R.
²³Então Jesus disse a seus discípulos: “Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. ²⁴E vos digo mais: é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, que entrar um rico no reino dos céus”. ²⁵Ora, os discípulos, ao ouvirem estas palavras, ficaram muito admirados, dizendo: “Quem poderá então se salvar?”. ²⁶Porém Jesus, olhando para eles, disse-lhes: “Aos homens isso é impossível, mas a Deus tudo é possível”. ²⁷Então Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: “Eis que abandonamos tudo e te seguimos; que haverá então para nós?”. ²⁸E Jesus disse-lhes: “Em verdade vos digo que, no dia da regeneração, quando o Filho do homem estiver sentado no trono da sua majestade, vós, que me seguistes, também estareis sentados sobre doze tronos e julgareis as doze tribos de Israel. ²⁹E todo aquele que deixar a casa, ou os irmãos, ou as irmãs, ou o pai, ou a mãe, ou a mulher, ou os filhos, ou os campos, por causa do meu nome, receberá o cêntuplo, e possuirá a vida eterna. ³⁰E muitos primeiros serão os últimos, e muitos últimos, os primeiros”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina
Santa Helena nasceu por volta do século III. De origem humilde e família pagã, exerceu funções simples como estabulária, ou seja, cuidava dos estábulos.
Sua gentileza e modéstia chamaram a atenção do jovem oficial Constâncio Cloro, que se apaixonou por ela e a levou consigo para os Bálcãs. Dessa união nasceu, em 280, o futuro imperador Constantino.
Em 293, Constâncio foi forçado a se separar de Helena para se casar com Teodora, enteada do imperador Maximiano. Como o casamento com Helena não era reconhecido oficialmente, ela foi afastada do marido e do próprio filho. Mesmo excluída da vida da corte, permaneceu firme, silenciosa e fiel.
Após a morte de Constâncio, em 306, Constantino chamou sua mãe de volta à corte. Condecorada com o título de Augusta, passou a ser honrada como figura de grande influência. Não se sabe ao certo quando se converteu, mas tornou-se uma cristã fervorosa, conhecida por sua caridade ativa e humildade, mesmo entre as grandes honras.
A fé de Helena a conduziu a um gesto de profunda penitência e devoção: já idosa, realizou uma peregrinação à Terra Santa. Mandou construir duas basílicas e inspirou o filho a erguer a Basílica da Ressurreição. Durante as escavações no Gólgota, teria sido encontrada a verdadeira Cruz de Cristo, reconhecida por um milagre: um cadáver tocado por ela voltou à vida.
Helena enviou os cravos da Cruz ao seu filho. Um deles foi usado na confecção da Coroa de Ferro, hoje conservada na Catedral de Monza. Outros fragmentos da Cruz foram levados a Roma e estão guardados na Basílica de Santa Cruz de Jerusalém.
Santa Helena faleceu em 329, aos 80 anos.
Santa Helena, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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