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Agosto de 2026
¹⁵E foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: ¹⁶“Filho do homem, eis que te tirarei dum só golpe aquilo que é mais agradável aos teus olhos, mas tu não te lamentarás, nem chorarás, nem te correrão as lágrimas pelo rosto. ¹⁷Geme em silêncio, não tomarás luto, como se faz pelos mortos; não tirarás da cabeça o teu turbante, nem o calçado dos teus pés; não cobrirás o rosto com um véu, nem comerás dos manjares que se dão aos que estão de luto”. ¹⁸Então eu falei de manhã ao povo, e à tarde morreu minha mulher. No dia seguinte pela manhã, fiz o que o Senhor me tinha ordenado. ¹⁹Então me disse o povo: “Por que não nos explicas o que significam estas coisas que fazes?” ²⁰E eu lhes disse: “Foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: ²¹Fala à casa de Israel: Isto diz o Senhor Deus: Eis que profanarei o meu santuário, orgulho do vosso império, delícias dos vossos olhos e sobre cuja ruína está em susto a vossa alma. Os vossos filhos e as vossas filhas, que deixastes, cairão aos golpes da espada. ²²E vós fareis como eu fiz: não vos cobrireis o rosto com véu, nem comereis dos manjares que se dão aos que estão de luto. ²³E tereis os vossos turbantes nas vossas cabeças, e calçado nos pés. Não vos lamentareis nem chorareis, mas definhar-vos-eis nas vossas iniquidades, e cada um gemerá junto ao seu irmão. ²⁴E Ezequiel será para vós um modelo: tudo o que ele fez, fareis vós igualmente quando essas coisas acontecerem; e vós sabereis que eu sou o Senhor Deus.
Palavra do Senhor.
¹⁸ Abandonaste o Deus que te gerou, e esqueceste-te do Senhor teu criador.
¹⁹ O Senhor viu e acendeu-se em ira, porque o provocaram seus filhos e filhas. R.
²⁰ E disse: “Eu esconderei deles a minha face e verei qual será o seu fim; porque é uma geração perversa, e uns filhos infiéis. R.
²¹ Eles provocaram-me com o que não era Deus, e irritaram-me com as suas vaidades, e eu os provocarei com gente que não é um povo, e os irritarei com uma nação insensata. R.
¹⁶Eis que, aproximando-se dele um [jovem], disse-lhe: “Bom Mestre, que bem devo eu fazer para alcançar a vida eterna?”. ¹⁷Jesus respondeu-lhe: “Por que me interrogas acerca do que é bom? Um só é bom: Deus. Porém, se queres entrar na vida [eterna], guarda os mandamentos”. ¹⁸“Quais?”, perguntou ele. E Jesus disse: “Não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não dirás falso testemunho. ¹⁹Honra teu pai e tua mãe, e ama o teu próximo como a ti mesmo”. ²⁰Disse-lhe o jovem: “Eu tenho observado tudo isso desde a minha juventude. Que me falta ainda?”. ²¹Jesus disse-lhe: “Se queres ser perfeito, vai, vende o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me”. ²²O jovem, porém, tendo ouvido esta palavra, retirou-se triste, porque tinha muitos bens.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Jacinto nasceu em 1183, na região da Silésia, na Polônia. Sobrinho do bispo de Cracóvia, desde cedo foi educado na bondade e na caridade, virtudes que despertaram nele o chamado para a vida religiosa.
Para formar o intelecto, estudou Direito e Teologia. Seguindo sua vocação, foi ordenado sacerdote e tornou-se cônego da catedral de Cracóvia. Em Roma, conheceu São Domingos e ingressou na recém-criada Ordem dos Pregadores (dominicanos). Enviado em missão, percorreu diversas regiões distantes, incluindo Kiev, onde levou a Ordem Dominicana e realizou intensa evangelização.
Foi um dos maiores pregadores e missionários de sua época, dedicando 40 anos à propagação do Evangelho e ao fortalecimento da fé, inclusive buscando a união entre as Igrejas do Oriente e do Ocidente.
Segundo uma tradição do século XVI, durante um ataque dos tártaros em Kiev, ele salvava o Santíssimo quando ouviu um apelo da Virgem para também levar sua imagem. Por isso, São Jacinto é representado com o hábito dominicano, carregando em uma mão o ostensório e, na outra, uma imagem de Nossa Senhora.
Faleceu em 15 de agosto de 1257, no mosteiro de Cracóvia, aos 72 anos, e foi canonizado em 1594 pelo Papa Clemente VII. A Igreja celebra sua festa em 17 de agosto, por proximidade com a solenidade da Assunção de Maria.
São Jacinto, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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