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Agosto de 2026
³E congregou todo o Israel em Jerusalém, para trasladar a arca de Deus ao seu lugar, que lhe tinha preparado. ⁴Convocou também os filhos de Aarão e os levitas. ¹⁵E os filhos de Levi tomaram a arca de Deus aos ombros pelos varais, como Moisés tinha ordenado conforme a palavra do Senhor. ¹⁶Davi disse aos chefes dos levitas que constituíssem, dentre seus irmãos, cantores com instrumentos musicais, isto é, com náblios, liras e címbalos, a fim de que ressoasse até o céu o som da alegria. ¹Levaram, pois, a arca de Deus e colocaram-na no meio do tabernáculo que Davi lhe tinha levantado, e ofereceram holocaustos e hóstias pacíficas diante de Deus. ²Quando Davi acabou de oferecer os holocaustos e as hóstias pacíficas, abençoou o povo em nome do Senhor.
Palavra do Senhor.
⁶ Nós ouvimos dizer que a arca estava em Éfrata, e a encontramos nos campos da selva.
⁷ Entraremos no seu tabernáculo; nós o adoraremos no lugar onde pousaram os seus pés. R.
⁹ Revistam-se os teus sacerdotes de justiça, e regozijem-se os teus santos.
¹⁰ Por amor de Davi, teu servo, não desprezes o rosto do teu ungido. R.
¹³ Porque o senhor escolheu Sião, escolheu-a para sua habitação.
¹⁴ “Este é o meu repouso para sempre; aqui habitarei porque o escolhi.” R.
⁵⁴E, quando este mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. ⁵⁵Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? ⁵⁶Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. ⁵⁷Porém, graças [sejam dadas] a Deus, que nos deu a vitória por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Palavra do Senhor.
²⁷Aconteceu que, enquanto ele dizia estas palavras, uma mulher, levantando a voz do meio da multidão, disse-lhe: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos em que foste amamentado”. ²⁸Porém, ele disse: “Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”.
Palavra da Salvação.
¹⁹ᵃEntão abriu-se no céu o templo de Deus, e apareceu a arca do seu testamento no seu templo. ¹Depois apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida de sol, a lua debaixo de seus pés e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. ²Estando grávida, clamava com dores de parto e sofria tormentos para dar à luz. ³E foi visto um outro sinal no céu: era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e nas suas cabeças sete diademas. ⁴A sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, e as precipitou na terra. O dragão parou diante da mulher que estava para dar à luz, a fim de devorar o seu filho, logo que ela o tivesse dado à luz. ⁵E deu à luz um filho varão, que havia de reger todas as gentes com vara de ferro, e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono. ⁶ᵃA mulher depois fugiu para o deserto, onde tinha um retiro que Deus lhe havia preparado. ¹⁰ᵃᵇEntão ouvi uma grande voz no céu, que dizia: “Agora foi estabelecida a salvação, a força, o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo."
Palavra do Senhor.
¹⁰ As filhas dos reis na tua glória. A rainha está à tua destra, com manto de ouro, e cercada de variedade [de adornos]. R.
¹¹ Escuta, ó filha, e vê, e inclina o teu ouvido, e esquece-te do teu povo e da casa de teu pai.
¹²ᵃ E o rei cobiçará a tua beleza, ¹²ᵇ porque ele é o senhor teu deus. R.
¹⁶ Serão conduzidas com alegria e regozijo, conduzi-las-ão ao templo do rei. R.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Sl 44(45),10bc.11.12ab.16 (R. 10b)
²⁰Mas Cristo ressuscitou dos mortos, sendo ele as primícias dos que dormem; ²¹porque, assim como a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. ²²E, assim como todos morreram em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. ²³Mas cada um em sua ordem: como primícias, Cristo; depois, os que são de Cristo, que creram na sua vinda. ²⁴Depois será o fim, quando tiver entregado o reino a Deus e ao Pai, quando tiver destruído todo o principado, potestade e virtude. ²⁵Porque é necessário que ele reine, até que ponha todos os inimigos debaixo de seus pés. ²⁶ᵃOra, o último inimigo a ser destruído será a morte, porque Deus todas as coisas sujeitou debaixo dos seus pés.
Palavra do Senhor.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: 1Cor 15,20-27a
³⁹Naqueles dias, levantando-se Maria, foi com pressa às montanhas, a uma cidade de Judá. ⁴⁰Entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. ⁴¹Aconteceu que, assim que Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. ⁴²E exclamou em alta voz, dizendo: “Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre. ⁴³Donde me vem esta [honra], que a mãe do meu Senhor venha ter comigo? ⁴⁴Porque, logo que a voz da tua saudação chegou aos meus ouvidos, o menino exultou de alegria no meu ventre. ⁴⁵Bem-aventurada tu, que creste, porque se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas”. ⁴⁶Então Maria disse: “A minha alma glorifica o Senhor; ⁴⁷e o meu espírito exulta em Deus, meu Salvador. ⁴⁸Porque lançou os olhos para a baixeza da sua serva; Portanto, eis que, de hoje em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada. ⁴⁹Porque fez em mim grandes coisas aquele que é poderoso, e cujo nome é santo. ⁵⁰E cuja misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. ⁵¹Manifestou o poder do seu braço; dissipou aqueles que se orgulhavam nos pensamentos do seu coração. ⁵²Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes. ⁵³Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. ⁵⁴Tomou cuidado de Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia; ⁵⁵Conforme tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua posteridade para sempre.” ⁵⁶Maria ficou com Isabel cerca de três meses e depois voltou para sua casa.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santo Estêvão nasceu na região da Panônia, onde hoje se localiza a Hungria, por volta do ano 969. Na época, diversas tribos magiares ocupavam o território e estavam em contato com o cristianismo por meio da influência da Alemanha e da França.
Estêvão foi o filho primogênito de uma princesa cristã, por isso foi criado segundo os ensinamentos de Cristo e, aos dez anos, recebeu o batismo, na mesma ocasião em que seu pai também foi batizado.
Com a morte de seu pai, em 997, Estêvão assumiu o governo da região, buscando realizar o desejo dele de unir as tribos sob uma única nação cristã. Com habilidade política, conseguiu unificar as trinta e nove tribos, até então divididas e em conflito, fundando o povo húngaro e estabelecendo o cristianismo como a única religião do reino.
Teve como orientador espiritual o bispo de Praga, Adalberto, que confiou aos monges beneditinos de Cluny a missão de ensinar a doutrina cristã ao povo húngaro. Com autorização do Papa Silvestre II, Estêvão fundou uma hierarquia eclesiástica autônoma. Enviou a Roma o monge Astric, que foi consagrado bispo e recebeu a missão de ordenar os primeiros bispos húngaros. Foram criadas dez dioceses, além de várias abadias, inspiradas na reforma de Cluny.
Durante seu reinado, Santo Estêvão fundou hospitais, asilos e creches para atender especialmente os pobres e marginalizados. Com humildade, cuidava pessoalmente dos enfermos e, segundo relatos da época, chegou a adquirir o dom da cura. Também se destacou por sua habilidade diplomática e por manter boas relações com os países vizinhos, incluindo o Império Bizantino.
Santo Estêvão faleceu no ano de 1038.
Santo Estêvão da Hungria, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
Desde o século V, no dia 15 de agosto, é celebrada a Solenidade da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria.
A devoção a esse mistério foi crescendo ao longo dos séculos, especialmente em Roma, a partir do século VII, até que, em 1950, o Papa Pio XII proclamou solenemente como dogma de fé que a Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada ao Céu em corpo e alma.
Esse dogma não surgiu do nada, mas reflete aquilo que sempre esteve no coração da Igreja. A Assunção de Maria é o cumprimento da promessa que todos nós professamos no Credo: “Creio na ressurreição da carne e na vida eterna.”
Se em Cristo essa promessa já se realizou plenamente, em Maria ela se manifesta como sinal de esperança concreta para cada um de nós. Afinal, a corrupção do corpo é consequência do pecado, e Maria, preservada de todo pecado desde sua Imaculada Conceição, não poderia experimentar a corrupção da morte.
A Assunção nos dá a certeza de que, assim como Maria já está no Céu, em corpo e alma, também nós somos chamados a viver essa glória. Ela está unida a Cristo e nos mostra que nosso destino não é a morte, mas a vida eterna.
Este mistério também nos recorda que nosso corpo, criado por Deus, tem valor e dignidade. Olhando para Maria, encontramos consolo e esperança.
Santíssima Mãe, Teu amor nos alcança e nos consola, Teu dogma aponta a verdade da ressurreição e a importância do corpo, assim como demonstrou o Teu filho. Ajudai-nos a crescer na fé e a nos tornarmos convictos desses fatos proclamados. Amém!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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