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Agosto de 2026
⁶Nós vos ordenamos, irmãos, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo irmão que viver desordenadamente e não segundo a doutrina que receberam de nós. ⁷Porque vós mesmos sabeis como deveis imitar-nos: não vivemos desregrados entre vós, ⁸nem comemos de graça o pão de ninguém, mas com trabalho e fadiga, trabalhando de noite e de dia, para não sermos pesados a nenhum de vós. ⁹Não porque não tivéssemos poder para isso, mas para vos dar em nós mesmos um modelo a imitar. ¹⁰Pois, quando ainda estávamos convosco, vos declarávamos que se alguém não quer trabalhar, também não coma. ¹⁶E o mesmo Senhor da paz vos dê sempre a paz em todo lugar. O Senhor seja com todos vós. ¹⁷A saudação é de minha própria mão, de mim, Paulo: esta é a minha assinatura em todas as minhas cartas, é assim que eu escrevo. ¹⁸A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.
Palavra do Senhor.
¹ Cântico gradual. Bem-aventurados todos os que temem o Senhor e os que andam nos seus caminhos.
² Porque [ó justo] comerás dos trabalhos das tuas mãos; bem-aventurado és, e te irá bem. R.
⁴ Eis como será abençoado o homem que teme o Senhor.
⁵ Abençoe-te o Senhor desde Sião, e vejas os bens de Jerusalém todos os dias da tua vida. R.
²⁷Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora parecem formosos aos homens, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda a podridão. ²⁸Assim também vós por fora pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e iniquidade. ²⁹Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Que edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos, ³⁰dizendo: ‘Se nós tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas’. ³¹Assim dais testemunho contra vós mesmos de que sois filhos daqueles que mataram os profetas. ³²Acabai então de encher a medida de vossos pais!
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Zeferino tornou-se Papa no ano 199, durante o conturbado império de Septímio Severo, e conduziu a Igreja por quase 20 anos. Enfrentou tempos difíceis, marcados por intensas perseguições aos cristãos e pela disseminação de heresias que abalaram profundamente a fé do povo.
Enfrentou um período extremamente difícil e conturbado, marcado por duras perseguições externas e por divisões internas, causadas por heresias que feriam a unidade da fé.
Muitos tentavam explicar os mistérios do nascimento, vida e morte de Jesus apenas com raciocínios filosóficos, desconsiderando a Revelação. A confusão era grande: alguns negavam a divindade de Cristo, outros diziam ser a própria manifestação do Espírito Santo.
Mesmo sem ser teólogo, Zeferino, iluminado pelo Espírito Santo, agiu com firmeza e sabedoria. Contou com o apoio de grandes pensadores da época, como Santo Irineu, Hipólito e Tertuliano, para defender a fé verdadeira.
Foi ele quem confiou ao diácono Calisto, futuro Papa, a missão de organizar os cemitérios cristãos. Rejeitando a prática da cremação, os cristãos buscavam um local digno para sepultar seus mortos e venerar os mártires. Assim, nasceu o complexo das catacumbas na Via Ápia, onde Zeferino foi o primeiro Papa a ser sepultado.
Seu pontificado terminou em 217, quando as perseguições se intensificaram. São Zeferino morreu mártir, testemunhando sua fidelidade a Cristo.
São Zeferino, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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