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Agosto de 2026
¹Paulo, chamado Apóstolo de Jesus Cristo, por vontade de Deus, e Sóstenes, irmão, ²à Igreja de Deus, que está em Corinto, aos santificados em Jesus Cristo, chamados santos, com todos os que invocam o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, em qualquer lugar deles e nosso. ³A vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. ⁴Dou graças incessantemente ao meu Deus por vós, pela graça de Deus, que vos foi dada em Jesus Cristo, ⁵porque nele fostes enriquecidos em todas as coisas, em toda a palavra e em toda a ciência. ⁶Assim o testemunho de Cristo foi confirmado entre vós, ⁷de maneira que nada falta em graça alguma a vós, que esperais a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo, ⁸o qual também vos confirmará até o fim, irrepreensíveis, no dia da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. ⁹Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à sociedade de seu Filho Jesus Cristo Nosso Senhor.
Palavra do Senhor.
² Cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome para sempre e pelos séculos dos séculos.
³ Grande é o Senhor, e muito digno de louvor, e a sua grandeza não tem limites. R.
⁴ Todas as gerações louvarão as tuas obras e publicarão o teu poder.
⁵ Falarão da magnificência da glória da tua santidade, e contarão as tuas maravilhas. R.
⁶ Dirão quanto é terrível o teu poder, e contarão a tua grandeza. Expandir-se-ão na lembrança da tua imensa bondade,
⁷ e exultarão com a tua justiça. Clemente e misericordioso é o Senhor. R.
⁴²Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora virá o vosso Senhor. ⁴³Mas sabei que, se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria sem dúvida, e não deixaria arrombar a sua casa. ⁴⁴Por isso estai vós também preparados, porque não sabeis a que hora virá o Filho do homem. ⁴⁵Quem julgas que é o servo fiel e prudente, a quem o seu senhor constituiu sobre a sua família, para lhe distribuir de comer a tempo? ⁴⁶Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar procedendo assim. ⁴⁷Em verdade vos digo que lhe confiará o governo de todos os seus bens. ⁴⁸Mas, se aquele servo mau disser no seu coração: ‘O meu senhor tarda em vir’, ⁴⁹e começar a bater nos seus companheiros, e a comer e beber com os ébrios, ⁵⁰virá o senhor daquele servo no dia, em que ele não o espera, e na hora que ele não sabe, ⁵¹e o dividirá, e porá a sua parte entre os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Mônica nasceu em 331, em Tagaste, no norte da África, em uma família cristã. Desde jovem, dedicou-se à oração, aos sacramentos e ao serviço da comunidade.
Casou-se com Patrício, um homem pagão de temperamento difícil e infiel. Com paciência, caridade e oração, Mônica conquistou o coração do marido, que se converteu antes de morrer. Com ele, teve três filhos, entre eles Agostinho, seu primogênito, que seria, mais tarde, um dos maiores doutores da Igreja.
Agostinho, porém, deu-lhe grandes preocupações: buscador inquieto, afastou-se da fé, seguiu filosofias pagãs e viveu desregradamente. Mônica, incansável, seguiu cada passo do filho com lágrimas, oração e presença firme, rezando durante 30 anos por sua conversão.
Em uma viagem a Milão, mãe e filho conheceram Santo Ambrósio, cuja pregação tocou profundamente Agostinho. Sua conversão foi a maior alegria de Mônica, que pôde vê-lo batizado antes de morrer.
Pouco depois do célebre diálogo espiritual entre mãe e filho, às margens do Tibre, Mônica adoeceu e faleceu em Óstia, em 387, aos 56 anos, dizendo: “Já cumpri meu desejo: ver-te cristão.”
Hoje, suas relíquias estão na Basílica de Santo Agostinho, em Roma. Santa Mônica é padroeira das mães cristãs e exemplo de confiança inabalável no poder da oração.
Santa Mônica, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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