Baixe o aplicativo gratuitamente
Agosto de 2026
¹⁷Porque Cristo não me enviou a batizar, mas a pregar o Evangelho, não com a sabedoria das palavras, para que não se torne inútil a Cruz de Cristo. ¹⁸Porque a palavra da cruz é uma loucura para os que se perdem, mas, para os que se salvam, isto é, para nós, é a virtude de Deus. ¹⁹Com efeito, está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e reprovarei a prudência dos prudentes. ²⁰Onde está o sábio? Onde o escriba? Onde o indagador deste século? Porventura não convenceu Deus de loucura a sabedoria deste mundo? ²¹Porque, como ante a sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus por meio da sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes por meio da loucura da pregação. ²²Os judeus exigem milagres, e os gregos buscam a sabedoria, ²³mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gentios, ²⁴mas, para os que são chamados quer dos judeus, quer dos gregos, é Cristo virtude de Deus e sabedoria de Deus. ²⁵Pois a loucura em Deus é mais sábia que os homens, e a fraqueza em Deus é mais forte que os homens.
Palavra do Senhor.
¹ Salmo de Davi. Exultai, ó justos, no Senhor; e aos retos convém que o louvem.
² Louvai o Senhor com a cítara; com o saltério de dez cordas cantai-lhe. R.
⁴ Porque a palavra do Senhor é reta, e a sua fidelidade brilha em todas as suas obras.
⁵ Ele ama a misericórdia e a justiça; a terra está cheia da misericórdia do Senhor. R.
¹⁰ᵃ O Senhor dissipa os projetos das nações
¹⁰ᵇ e reprova os intentos dos povos.
¹¹ Mas os desígnios do Senhor permanecem eternamente; os pensamentos do seu coração subsistem de geração em geração. R.
¹“Então será semelhante o reino dos céus a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo e da esposa. ²Mas cinco delas eram tolas, e cinco prudentes. ³Ora as cinco tolas, tomando as lâmpadas, não levaram azeite consigo; ⁴as prudentes, porém, levaram azeite nos seus vasos juntamente com as lâmpadas. ⁵E, tardando o esposo, começaram todas a tosquenejar, e por fim adormeceram. ⁶Então, à meia-noite, ouviu-se um grito: ‘Eis que vem o esposo, saí ao seu encontro’. ⁷Então levantaram-se todas aquelas virgens, e prepararam as suas lâmpadas. ⁸E as tolas disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando’. ⁹Responderam as prudentes, dizendo: ‘Para que não suceda talvez faltar a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai para vós’. ¹⁰Mas, enquanto elas foram comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele a celebrar as bodas, e foi fechada a porta. ¹¹Mais tarde vieram também as outras virgens, dizendo: ‘Senhor, Senhor, abre-nos!’. ¹²Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo que não vos conheço’. ¹³Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latin
Santo Agostinho nasceu em 13 de novembro de 354, em Tagaste, no norte da África. Sua mãe, Santa Mônica, o educou na fé, mas, na juventude, ele se afastou de Deus. Intelectual brilhante e em busca da verdade, estudou retórica e se envolveu com o maniqueísmo, filosofia que o iludiu por anos.
Durante sua busca por sabedoria, teve um filho com uma concubina com quem viveu por muitos anos.
A leitura do livro Hortensius, de Cícero, despertou nele o desejo pelos bens que não perecem. Começou a buscar a sabedoria e a verdade, aproximando-se do maniqueísmo. Voltou a Tagaste, depois para Cartago e, ainda insatisfeito, foi para Roma, sem avisar sua mãe. Lá, continuou envolvido com os maniqueístas e alcançou sucesso como professor, sendo chamado para lecionar em Milão.
Ali, passou a frequentar os sermões do bispo Ambrósio, que tocaram seu coração. Mônica, que se mudou para Milão, o acompanhava com orações. Agostinho já se sentia catecúmeno, mas ainda lutava interiormente.
Em 386, ouviu uma voz dizendo: “Pega e lê!”. Leu um trecho da Carta aos Romanos e decidiu mudar de vida. Foi batizado por Santo Ambrósio na Páscoa de 387 e, após a morte de sua mãe, fundou uma comunidade em Tagaste e mais tarde tornou-se sacerdote e bispo de Hipona.
Escreveu obras importantes como O Livre Arbítrio, A Trindade, A Cidade de Deus e As Confissões, nas quais narra sua profunda busca pela verdade e por Deus.
Santo Agostinho morreu no dia 28 de agosto de 430, e é Doutor da Igreja e patrono dos teólogos.
“Só se ama aquilo que se conhece” - Santo Agostinho.
Autor: Redação Biblioteca Católica
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa