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Setembro de 2026
¹⁴Por isso, meus caríssimos, fugi da idolatria. ¹⁵Falo como a pessoas inteligentes; julgai vós mesmos o que eu digo. ¹⁶Porventura o cálice de bênção, que nós benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a participação do corpo do Senhor? ¹⁷Visto que há um só pão, nós, embora muitos, formamos um só corpo, pois que participamos todos de um mesmo pão. ¹⁸Considerai Israel segundo a carne: os que comem das vítimas porventura não têm parte no altar? ¹⁹Mas o que digo? Digo que o que foi sacrificado aos ídolos é alguma coisa? Ou que o ídolo é alguma coisa? ²⁰Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus. E não quero que vós tenhais sociedade com os demônios; não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; ²¹não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. ²²Queremos porventura provocar o Senhor ao ciúme? Acaso somos nós mais fortes do que ele? Tudo me é permitido, mas nem tudo convém.
Palavra do Senhor.
¹² Que darei eu em retribuição ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito?
¹³ Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. R.
¹⁷ Eu te oferecerei um sacrifício de louvor e invocarei o nome do Senhor.
¹⁸ Cumprirei os meus votos ao Senhor diante de todo o seu povo. R.
⁴³Porque não é boa árvore a que dá frutos maus, nem má árvore a que dá bom fruto. ⁴⁴Porquanto cada árvore se conhece pelo seu fruto. Pois nem se colhem figos dos espinheiros, nem se vindimam uvas de um abrolho. ⁴⁵O homem bom, do bom tesouro do seu coração, tira o bem; e o homem mau, do mau tesouro, tira o mal. Porque a boca fala do que o coração está cheio. ⁴⁶Por que me chamais vós ‘Senhor, Senhor’, e não fazeis o que eu vos digo? ⁴⁷Todo o que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as põe em prática, eu vos mostrarei a quem ele é semelhante. ⁴⁸É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou profundamente e pôs os alicerces sobre rocha; e, vindo uma inundação, investiu a torrente contra aquela casa, e não pôde movê-la, porque estava fundada sobre a rocha. ⁴⁹Mas o que ouve e não pratica, é semelhante a um homem que edificou a sua casa sobre a terra sem fundamentos, contra a qual investiu a torrente, e logo caiu, e foi grande a ruína daquela casa.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Nilo, chamado “o Jovem”, nasceu por volta do ano 910, no sul da Itália, em uma família nobre de origem grega. Casou-se e exerceu funções no governo de Constantinopla. Após o nascimento de sua filha, ficou viúvo, e essa perda marcou sua vida, levando-o a descobrir sua vocação à vida monástica, abraçando a Regra de São Basílio.
Após um período de discernimento, São Nilo dedicou-se inteiramente à vida religiosa. Viveu em diversos lugares até fixar-se em Monte Cassino, próximo à abadia beneditina. Fundou vários mosteiros no sul da Itália, sempre guiado pelo espírito de oração e pelo trabalho. Dedicou-se à agricultura, à cópia de manuscritos, desenvolveu um sistema taquigráfico ítalo-grego e compôs hinos sacros. Realizou também peregrinações a Roma, especialmente aos túmulos dos santos Pedro e Paulo, buscando fortalecer a vida espiritual e enriquecer as bibliotecas. Atendendo ao pedido do Papa Gregório, fundou o mosteiro de Grottaferrata, nos arredores de Roma.
São Nilo faleceu no dia 25 de setembro de 1005, aos 95 anos.
São Nilo, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
Em 12 de setembro, a Igreja celebra a memória do Santíssimo Nome de Maria, uma festa instituída em 1513, na cidade de Cuenca, na Espanha, e que foi estendida à Igreja inteira pelo Papa Inocêncio XI, em 1683.
Essa festa nasceu da profunda devoção ao Nome de Maria, reconhecendo nele proteção, auxílio e graça para os cristãos.
Na Bíblia, o nome carrega um significado muito profundo, tanto que o próprio nome de Jesus revela sua missão: “Deus salva”. Da mesma forma, não há dúvidas de que o nome de Maria também foi escolhido com um propósito divino, provavelmente inspirado por Deus aos seus pais, Sant’Ana e São Joaquim.
Estudiosos dizem que seu nome pode ter várias origens, mas, mais importante do que a origem, é o que esse nome se tornou: um nome cheio de graça, amor e poder. Um nome que deve ser amado e invocado.
A celebração se fortaleceu quando, em 1683, o rei Jan III Sobieski, da Polônia, confiou suas tropas à proteção de Nossa Senhora antes da Batalha de Viena. As tropas cristãs venceram milagrosamente os turcos e atribuíram a vitória à intercessão da Virgem Maria.
Por isso, o Papa Inocêncio XI oficializou a festa para toda a Igreja, para exaltar o poder do Santíssimo Nome de Maria.
Ao teu nome clamamos, Mãe querida. Sabemos que, quando te chamamos, Tu nos ouves e nos socorre. O teu nome tem poder no Céu e na terra, por isso, confiamos em ti e te chamamos: Maria, nossa Mãe!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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