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Setembro de 2026
¹²E, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição dos mortos? ¹³Pois se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. ¹⁴E se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e vã também a nossa fé, ¹⁵e somos assim considerados falsas testemunhas de Deus, porque demos testemunho contra Deus ao dizer que ressuscitou a Cristo, ao qual não ressuscitou, se os mortos não ressuscitam. ¹⁶Com efeito, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. ¹⁷E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, porque ainda permaneceis nos vossos pecados. ¹⁸Também, por conseguinte, os que adormeceram em Cristo pereceram. ¹⁹Se somente nesta vida esperamos em Cristo, somos os mais miseráveis de todos os homens. ²⁰Mas Cristo ressuscitou dos mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.
Palavra do Senhor.
¹ Oração de Davi. Ouve, Senhor, a minha justiça, atende a minha súplica. Chegue aos teus ouvidos a minha oração, que não é feita com lábios enganosos. R.
⁶ Eu clamei, ó Deus, porque me tens ouvido, Inclina-me os teus ouvidos e ouve as minhas palavras.
⁷ Faze brilhar dum modo maravilhoso as tuas misericórdias, tu, que salvas aqueles que esperam em ti. R.
⁸ᵇ Guarda-me, como a menina dos teus olhos. Protege-me à sombra das tuas asas
¹⁵ Eu, porém, comparecerei com justiça na tua presença; saciar-me-ei quando aparecer a tua glória. R.
¹Aconteceu em seguida que Jesus caminhava pelas cidades e aldeias, pregando e anunciando o reino de Deus, e andavam com ele os doze ²e algumas mulheres que tinham sido livradas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; ³Joana, mulher de Cusa, procurador de Herodes, e Susana, e outras muitas, que o assistiam com suas posses.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
José nasceu em 17 de junho de 1603, na pequena cidade de Cupertino, no sul da Itália. Seu pai, Félix, morreu envolvido em dívidas, e a família foi forçada a viver em uma estrebaria. Desde cedo, José teve de trabalhar para ajudar em casa e, ainda criança, enfrentou uma úlcera dolorosa que o afastou dos estudos por anos. Sua mãe, Francisca Panaca, lhe transmitiu piedade ao narrar-lhe as vidas dos santos, especialmente a de São Francisco de Assis, modelo que despertaria nele o desejo de total entrega a Deus.
Aos 16 anos, José tentou entrar na vida religiosa, mas foi recusado repetidas vezes por causa de sua pouca instrução e pelas manifestações místicas precoces, como êxtases frequentes. Por fim, foi aceito no convento dos Frades Franciscanos Conventuais de Grottella. Com simplicidade e perseverança, estudou o necessário e foi aprovado para o diaconato e, depois, para o sacerdócio, graças a intervenções da Providência.
Deus lhe concedeu o dom da levitação durante orações, especialmente ao ouvir os nomes de Jesus ou Maria. Muitas vezes, durante a Missa, era arrebatado em êxtase e elevado do chão diante dos fiéis. Esses fenômenos foram examinados pela Inquisição, mas acabaram confirmando sua santidade. Por prudência, viveu os últimos anos em reclusão, transferido de convento em convento, até encontrar paz em Ósimo.
São José de Cupertino faleceu em 18 de setembro de 1663. Foi canonizado em 1767 e é padroeiro dos estudantes, especialmente dos que enfrentam dificuldades nos estudos e exames.
"Rezar, não se cansar nunca de rezar. Que Deus não é surdo nem o céu é de bronze. Todo aquele que pede, recebe" - São José de Cupertino
São José de Cupertino, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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