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Setembro de 2026
³⁵Mas dirá alguém: “Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?” ³⁶Insensato! O que tu semeias não toma vida, se primeiro não morre. ³⁷E quando tu semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas um simples grão, como por exemplo de trigo ou de qualquer outra coisa. ⁴²Assim também a ressurreição dos mortos. Semeia-se corruptível, ressuscitará incorruptível. ⁴³Semeia-se na ignomínia, ressuscitará glorioso; semeia-se inerte, ressuscitará robusto; ⁴⁴é semeado um corpo animal, ressuscitará um corpo espiritual. Se há corpo animal, também o há espiritual, como está escrito: ⁴⁵O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente, o último Adão espírito vivificante. ⁴⁶Não vem primeiro o espiritual, mas sim o animal, e depois o espiritual. ⁴⁷O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, do céu, é celeste. ⁴⁸Qual o terreno, tais também os terrenos; qual o celeste, tais também os celestes. ⁴⁹Portanto, assim como trouxemos a imagem do terreno, tragamos também a imagem do celeste.
Palavra do Senhor.
¹⁰ Um dia retrocederão os meus inimigos; em qualquer hora que eu te invocar, logo conhecerei que és o meu Deus. R.
¹¹ Em Deus louvarei a palavra, no Senhor louvarei a sua promessa. Em Deus coloquei minha esperança, não temerei o que o homem me possa fazer. R.
¹² A meu cuidado estão, ó Deus, os votos que te fiz, e que cumprirei cantando os teus louvores,
¹³ porque livraste a minha alma da morte, e os meus pés da queda, para que eu seja agradável a Deus na luz dos viventes. R.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Sl 55(56),10.11-12.13-14 (R. cf. 14c)
⁴Quando se reuniu uma grande multidão, tendo ido ter com ele de diversas cidades, disse Jesus esta parábola: ⁵“Saiu o semeador a semear a sua semente. Ao semeá-la, uma parte caiu ao longo do caminho e foi calcada, e as aves do céu a comeram. ⁶Outra parte caiu sobre pedregulho e, quando nasceu, secou, porque não tinha umidade. ⁷A outra parte caiu entre os espinhos, e logo os espinhos, que nasceram com ela, a sufocaram. ⁸Outra parte caiu em boa terra e, depois de nascer, deu fruto, cem por um”. Ao dizer isto, exclamou: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”. ⁹Os seus discípulos perguntaram-lhe o que significava esta parábola. ¹⁰Ele respondeu-lhes: “A vós é concedido conhecer o mistério do reino de Deus, mas aos outros, por parábolas, para que vendo não vejam, e ouvindo não entendam. ¹¹Eis o sentido da parábola: a semente é a palavra de Deus. ¹²Os que estão ao longo do caminho são aqueles que a ouvem, mas depois vem o demônio e tira a palavra do seu coração, para que não se salvem, crendo. ¹³Aqueles sobre pedregulho são os que recebem com gosto a palavra, quando a ouvem, mas não têm raízes; até certo tempo creem, mas, no momento da tentação, voltam atrás. ¹⁴A que caiu entre espinhos, representa aqueles que ouviram, porém, seguindo seu caminho, ficam sufocados pelos cuidados e pelas riquezas e deleites desta vida, e não dão fruto. ¹⁵Porém, a que caiu em boa terra representa aqueles que, ouvindo a palavra com coração bom e perfeito, a retêm e dão fruto pela paciência.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Januário nasceu em Nápoles, por volta da segunda metade do século III, em uma família cristã.
Ele foi eleito bispo de Benevento e logo se destacou por seu zelo pastoral, sua caridade e firmeza na fé. Era estimado por cristãos e respeitado até por pagãos. Januário era amigo do diácono Sóssio e, certo dia, enquanto este lia o Evangelho, São Januário viu uma chama sobre sua cabeça: era um sinal de que seria mártir. Diante disso, o santo pediu a Deus a graça de também derramar seu sangue por Cristo.
No contexto das perseguições do imperador Diocleciano, Januário saiu em visita pastoral a Pozzuoli. Quando soube que Sóssio havia sido preso, foi até ele com dois companheiros: o diácono Festo e o leitor Desidério. No entanto, foram todos capturados pelo governador Dragôncio. A princípio, seriam jogados aos ursos, mas, temendo revolta popular, foram executados por decapitação. Estavam com eles também o diácono Próculo e os fiéis Eutíquio e Acúcio.
Após seu martírio, uma mulher chamada Eusébia recolheu seu sangue em duas ampolas, que hoje são a relíquia mais conhecida do santo. Desde 1389, esse sangue, seco, volta misteriosamente ao estado líquido em três ocasiões do ano: 19 de setembro (data do martírio), no primeiro sábado de maio (em memória da translação das relíquias) e 16 de dezembro (quando se recorda a erupção do Vesúvio de 1631, milagrosamente interrompida por sua intercessão). Esse fenômeno inexplicável, chamado “milagre do sangue”, acontece diante de milhares de fiéis na Catedral de Nápoles.
São Januário, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
No dia 19 de setembro, a Igreja celebra o dia de Nossa Senhora de La Salette, que apareceu em 1846, nos Alpes franceses, para dois pastorinhos: Mélanie (15 anos) e Maximin (11 anos), enquanto cuidavam de algumas vacas.
Eles avistaram uma luz muito intensa e, no meio dela, uma bela Senhora, sentada sobre uma pedra, com o rosto entre as mãos, chorando profundamente.
Ela estava vestida como uma camponesa, com uma cruz sobre o peito, rodeada de luz. Ao perceber que as crianças estavam assustadas, disse: “Vinde, meus filhos, não temais. Estou aqui para vos contar uma grande notícia.”
Nossa Senhora revelou sua dor pelas ofensas que seu Filho recebia e pediu que as pessoas se convertessem, voltassem a rezar, a santificar os domingos e a respeitar o nome de Deus.
Sua mensagem é de amor e esperança: se o povo se converter, as bênçãos voltarão.
Após a aparição, uma fonte de água brotou no local, onde antes não havia nada. Muitas pessoas que bebiam dessa água ou se lavavam com ela recebiam graças e curas milagrosas. O local se tornou um santuário, que até hoje recebe milhares de peregrinos todos os anos.
Lembrai-vos, Ó Nossa Senhora de La Salette, das lágrimas que derramastes por nós, no Calvário. Lembrai-vos também dos cuidados que, sem cessar, tendes por vosso povo, a fim de que, em nome de Cristo, se deixe reconciliar com Deus. E vede se, depois de tanto terdes feito por vossos filhos, podeis agora abandoná-los. Reconfortados por vossa ternura, ó Mãe, eis-nos aqui, suplicantes, apesar de nossa infidelidade e ingratidão. Não rejeiteis nossa oração, ó Virgem Reconciliadora, mas volvei nosso coração para vosso Filho.
Alcançai-nos a graça de amar Jesus acima de tudo, e de vos consolar por uma vida de doação, para a glória de Deus e o amor de nossos irmãos. Amém.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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