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Setembro de 2026
²Vaidade de vaidades, disse o Eclesiastes; vaidade de vaidades, tudo é vaidade. ³Que proveito tira o homem de todo o trabalho com que se afadiga debaixo do sol? Nada há de novo ⁴Uma geração passa, e outra geração lhe sucede, mas a terra permanece sempre estável. ⁵O sol nasce e se põe e retorna ao lugar donde partiu, e, renascendo, ⁶dirige o seu giro para o sul e depois declina para o norte; o vento corre, visitando tudo em torno, e recomeça os seus circuitos. ⁷Todos os rios entram no mar, e o mar nem por isso transborda; os rios voltam ao mesmo lugar donde saíram, para tornarem a correr. ⁸Todas as coisas são difíceis; o homem não as pode explicar com palavras. O olho não se farta de ver, nem o ouvido se cansa de ouvir. ⁹Que é o que foi? É o mesmo que há de ser. Que é o que se fez? O mesmo que se há de fazer. ¹⁰Não há nada novo debaixo do sol, e ninguém pode dizer: “Eis aqui uma coisa nova”, porque ela já existiu nos séculos que passaram antes de nós. ¹¹Não há memória das coisas antigas, mas também não haverá memória das coisas que hão de suceder depois de nós entre aqueles que viverão mais tarde.
Palavra do Senhor.
³ Não reduzas o homem ao abatimento, pois disseste: “Convertei-vos, filhos dos homens”.
⁴ Porque mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem, que passou, e como uma vigília da noite. R.
⁵ Coisas que em nada se estimam, assim serão os seus anos.
⁶ Como a erva, ele passa de manhã; pela manhã floresce e passa; à tarde cai, endurece e seca. R.
¹² Ensina-nos a conhecer a tua destra e instrui o nosso coração na sabedoria.
¹³ Volta-te, Senhor! Até quando? Sê compassivo para com os teus servos. R.
¹⁴ Fomos cumulados da tua misericórdia desde a manhã, e exultamos de alegria e felicidade todos os nossos dias.
¹⁷ Brilhe sobre nós a luz do Senhor nosso Deus, dirige em nós [Senhor] as obras de nossas mãos: sim, dirige a obra de nossas mãos. R.
⁷Herodes tetrarca ouviu falar de tudo o que Jesus fazia, e não sabia que pensar, porque uns diziam: ⁸“É João que ressuscitou dos mortos”, e outros: “É Elias que apareceu”, e ainda outros: “É um dos antigos profetas que ressuscitou”. ⁹Herodes disse: “Eu mandei degolar João. Quem é, pois, este de quem ouço tais coisas?”. E buscava ocasião de o ver.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Gerardo nasceu em Veneza, por volta do ano 980, numa família nobre da Dalmácia. Batizado como Giorgio, ainda criança sofreu uma forte febre, da qual foi curado graças à intercessão de São Jorge, santo que o acompanharia em seu nome e missão. Aos poucos, o menino cresceu e ingressou no mosteiro beneditino de São Giorgio Maior, onde adotou o nome de Gerardo e dedicou-se à vida monástica.
Elevado a prior e, depois, abade do mosteiro, São Gerardo sentiu o chamado de Deus para uma peregrinação à Terra Santa. Em sua viagem, desviou-se para a Hungria, onde encontrou um povo ainda pagão e necessitado da luz do Evangelho. Foi escolhido para ser professor do príncipe Emérico, filho do rei Santo Estêvão, tornando-se peça fundamental na formação do herdeiro e na consolidação do cristianismo no reino.
Atendendo ao pedido do rei Estêvão, São Gerardo foi nomeado bispo de Csanád e dedicou sua vida à propagação da fé. Fundou igrejas e mosteiros, promoveu a catequese e animou o povo na vivência cristã. Retirou-se por um tempo para o eremitério em Bakonybél, buscando renovação espiritual, mas logo voltou ao seu ministério para continuar a obra evangelizadora.
No contexto das revoltas pagãs contra o cristianismo, São Gerardo foi vítima de uma perseguição violenta. Em 24 de setembro de 1046, no portão de Pest, foi apedrejado e lançado no rio Danúbio, morrendo como mártir da fé.
São Gerardo Sagredo, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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