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Setembro de 2026
¹Todas as coisas têm o seu tempo e todas elas passam debaixo do céu segundo o termo que a cada uma foi prescrito. ²Há tempo de nascer, e tempo de morrer. Há tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou. ³Há tempo de matar, e tempo de curar. Há tempo de destruir, e tempo de edificar. ⁴Há tempo de chorar, e tempo de rir. Há tempo de se afligir, e tem- po de dançar. ⁵Há tempo de espalhar pedras, e tempo de as recolher. Há tempo de dar abraços, e tempo de se afastar deles. ⁶Há tempo de adquirir, e tempo de perder. Há tempo de guardar, e tempo de jogar fora. ⁷Há tempo de rasgar, e tempo de costurar. Há tempo de calar, e tempo de falar. ⁸Há tempo de amor, e tempo de ódio. Há tempo de guerra, e tempo de paz. ⁹Que proveito tira o homem de todo o seu trabalho? ¹⁰Eu vi o trabalho penoso que Deus deu aos filhos dos homens, para que sejam atormentados por ele. ¹¹Tudo ele fez bem a seu tempo, e entregou o mundo às suas disputas, sem que o homem possa conhecer as obras que Deus fez desde o princípio até o fim.
Palavra do Senhor.
¹ᵃ Bendito seja o Senhor Deus meu,
²ᵃ ele é a minha misericórdia e o meu refúgio,
²ᵇ meu defensor e meu libertador, meu protetor,
²ᶜ e é nele que espero. R.
³ Senhor, que é o homem, para que a ele te tenhas manifestado? Ou o filho do homem, para assim o estimares?
⁴ O homem tornou-se semelhante ao nada; os seus dias passam como a sombra. R.
¹⁸Aconteceu que, estando a sós orando com os seus discípulos, Jesus os interrogou: “Quem dizem as multidões que sou eu?”. ¹⁹Eles responderam: “Uns dizem que João Batista, outros que Elias, e outros que ressuscitou um dos antigos profetas”. ²⁰Ele disse-lhes: “E vós, quem dizeis que sou eu?”. Respondendo Simão Pedro, disse: “O Cristo de Deus”. ²¹Mas ele, advertindo-os severamente, mandou que o não dissessem a ninguém, ²²e acrescentou: “É necessário que o Filho do homem padeça muitas coisas, e que seja rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas, e que seja morto e ressuscite ao terceiro dia”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Filho de uma família nobre de Pamplona, na Espanha, São Firmino nasceu no seio do paganismo, mas, ainda criança, foi confiado à direção do padre Onesto, que o batizou e o instruiu nas verdades da fé cristã.
Com o passar dos anos, sua santidade e zelo pelas coisas de Deus cresceram tanto que se tornou sacerdote, ordenado pelo bispo Honorato de Toulouse. Depois, foi consagrado bispo, e uma tradição muito antiga o reconhece como o primeiro bispo da própria Pamplona. Em sua missão, converteu nobres influentes e até seus próprios pais à fé em Cristo.
São Firmino viajou por diversas regiões da Gália (atual França), anunciando o Evangelho com fervor, enfrentando perseguições e a oposição dos sacerdotes pagãos. Mesmo sob ameaça, Firmino nunca recuava, sendo preso pelo governador Valério, açoitado por anunciar a Cristo, mas, por graça de Deus, libertado.
Na cidade de Amiens (antiga Samobriva), estabeleceu sua sede episcopal e exerceu o ministério, onde converteu multidões, organizou a Igreja local, distribuiu os sacramentos e formou discípulos. Porém, a fidelidade de Firmino incomodava os poderosos, e foi preso mais uma vez pelos magistrados Longulo e Sebastião, e só seria liberado se negasse a sua fé. Diante da recusa, foi decapitado em segredo na prisão, para evitar comoção popular.
Seu martírio se deu em 25 de setembro, entre os anos 290 e 303.
São Firmino de Amiens, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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