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Setembro de 2026
²¹Compadecei-vos de mim; compadecei-vos de mim ao menos vós, que sois meus amigos, porque a mão do Senhor me feriu. ²²Por que me perseguis vós como Deus e vos fartais das minhas carnes? ²³Quem me dera que as minhas palavras fossem escritas! Quem me dera que se imprimissem num livro ²⁴com um ponteiro de ferro, sobre uma lâmina de chumbo, ou que com cinzel se gravassem em pederneira! ²⁵Porque eu sei que o meu Redentor vive e que no último dia ressurgirei da terra, ²⁶e serei novamente revestido da minha pele, e na minha própria carne verei o meu Deus. ²⁷Eu mesmo o verei, os meus olhos hão de contemplá-lo e não os de outro; esta é a esperança que está depositada no meu peito.
Palavra do Senhor.
⁷ Ouve, Senhor, a minha voz, com que clamei a ti; tem compaixão de mim, e ouve-me.
⁸ᵃ O meu coração falou-te, os meus olhos buscaram-te; R.
⁸ᵇ hei de buscar o teu rosto, Senhor.
⁹ᵃ Não apartes de mim a tua face, e não te retires do teu servo na tua ira.
⁹ᵇ Sê a minha ajuda; não me deixes, nem me desprezes,
⁹ᶜ ó Deus meu Salvador. R.
¹³ Creio ver os bens do Senhor na terra dos viventes.
¹⁴ Espera o Senhor, porta-te varonilmente; fortifique-se o teu coração, e espera no Senhor. R.
¹Depois disto, o Senhor escolheu outros setenta e dois, e mandou-os dois a dois adiante de si por todas as cidades e lugares aonde ele estava para ir. ²E dizia-lhes: “Grande é na verdade a messe, mas os operários, poucos. Rogai, pois, ao dono da messe que mande operários para a sua messe. ³Ide; eis que eu vos envio como cordeiros entre lobos. ⁴Não leveis bolsa, nem alforje, nem calçado, e pelo caminho não saudeis ninguém. ⁵Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz seja nesta casa’. ⁶E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz; do contrário, retornará para vós. ⁷Permanecei na mesma casa, comendo e bebendo do que tiverem; porque o operário é digno da sua recompensa. Não andeis de casa em casa. ⁸E, em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que se vos puser diante, ⁹curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: ‘Está próximo de vós o reino de Deus’. ¹⁰Mas, em qualquer cidade em que entrardes e vos não receberem, saí para as praças e dizei: ¹¹‘Até o pó que se nos pegou da vossa cidade, sacudimos contra vós; não obstante isto, sabei que o reino de Deus está próximo’. ¹²Digo-vos que, naquele dia, haverá menos rigor para Sodoma que para essa cidade.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Nascida em 2 de janeiro de 1873, em Alençon, França, Teresa era filha caçula de uma família profundamente católica e enfrentou, desde cedo, grandes sofrimentos: perdeu a mãe aos 4 anos, viu suas irmãs partirem para o Carmelo e acompanhou, com dor, a doença que afetou seu pai. Esses desafios moldaram seu caminho de amadurecimento espiritual.
Ainda criança, viveu uma experiência mística que marcou sua vida. Aos 10 anos, ao olhar para uma imagem de Nossa Senhora, recebeu o “Sorriso da Virgem”, que levou embora todas as suas dores naquele momento, e lágrimas escorreram de seus olhos, de pura alegria. Aos 13 anos, teve sua conversão definitiva, especialmente marcada por uma experiência com o Menino Jesus no Natal.
Aos 15 anos, entrou no Carmelo de Lisieux, com autorização especial do Papa Leão XIII. Lá, desenvolveu sua famosa “Pequena Via”, o caminho da confiança e do amor, onde o segredo da santidade estava em fazer até as menores coisas com um amor infinito. Mesmo sem nunca sair do convento, tornou-se padroeira das missões, pois compreendeu que, no coração da Igreja, sua missão era ser amor.
Morreu em 30 de setembro de 1897, aos 24 anos.
É padroeira das missões, dos missionários, dos doentes, dos floristas e da França.
Conhecida por sua promessa de “espalhar uma chuva de rosas”, há inúmeras graças e milagres atribuídos à sua intercessão. Sua espiritualidade da infância espiritual inspira milhões no mundo todo.
“Não quero ser santa pela metade, escolho tudo.”
Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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