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Outubro de 2026
⁶Admiro-me de que, assim tão depressa, passeis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro Evangelho. ⁷Evidentemente não há outro, mas alguns vos perturbam e querem inverter o Evangelho de Cristo. ⁸Porém, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie um Evangelho diferente daquele que vos temos anunciado, seja anátema. ⁹Como antes já vos dissemos, agora de novo o digo: Se alguém vos anunciar um Evangelho diferente daquele que recebestes, seja anátema. ¹⁰Ora, é o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Porventura é aos homens que eu pretendo agradar? Se agradasse ainda aos homens, não seria servo de Cristo. ¹¹Mas eu vos declaro, irmãos, que o Evangelho que tem sido pregado por mim não é segundo o homem, ¹²porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas por revelação de Jesus Cristo.
Palavra do Senhor.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
¹ Aleluia. Louvar-te-ei, Senhor, com todo o meu coração, no conselho e na assembleia dos justos.
² Grandes são as obras do Senhor; proporcionadas a todas as suas vontades. R.
⁷ᵇ As obras das suas mãos são verdade e justiça.
⁸ Todos os seus mandamentos são imutáveis, confirmados em todos os séculos, fundados sobre a verdade e a equidade. R.
⁹ Enviou a redenção ao seu povo; estabeleceu para sempre a sua aliança. Santo e terrível é o seu nome.
¹⁰ᶜ O seu louvor permanece para sempre. R.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Sl 110(111),1-2.7-8.9 e 10c (R. 5b)
²⁵E eis que se levantou um certo doutor da lei, e lhe disse, para o tentar: “Mestre, que devo eu fazer para alcançar a vida eterna?” ²⁶Jesus respondeu: “O que é que está escrito na lei? Como a lês tu?” ²⁷Em resposta, disse: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, e com toda a tua alma, e com todas as tuas forças, e com todo o teu entendimento, e o teu próximo como a ti mesmo”. ²⁸E Jesus disse-lhe: “Respondeste bem; faze isso, e viverás”. ²⁹Mas ele, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: “E quem é o meu próximo?”. ³⁰Jesus, retomando a palavra, disse: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos ladrões, que o despojaram. Depois de o ferirem, retiraram-se, deixando-o meio morto. ³¹Ora, aconteceu que descia pelo mesmo caminho um sacerdote, o qual, ao vê-lo, passou pelo outro lado. ³²Igualmente um levita, chegando perto daquele lugar, ao vê-lo, passou adiante. ³³Mas um samaritano, que ia a seu caminho, chegou perto dele e, quando o viu, moveu-se de compaixão. ³⁴Ele aproximou-se e atou-lhe as feridas, lançando nelas azeite e vinho; depois, colocou-o sobre o seu jumento, levou-o a uma estalagem e cuidou dele. ³⁵No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao estalajadeiro, dizendo-lhe: ‘Cuida dele; e quanto gastares a mais, eu te pagarei quando voltar’. ³⁶Qual destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?” ³⁷E respondeu o doutor: “O que usou com ele de misericórdia”. Então Jesus disse-lhe: “Vai, e faze tu o mesmo”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Faustina nasceu em 25 de agosto de 1905, na pequena cidade de Glogowiec, na Polônia. Terceira de dez filhos de uma família pobre, foi criada com profunda fé e disciplina espiritual. Sua infância foi marcada por privações: chegou a dividir com as irmãs o único vestido que tinham para poder ir à missa.
Aos 18 anos, manifestou o desejo de ser religiosa, mas os pais não permitiram. Um ano depois, durante um baile, teve uma visão de Jesus, coberto de chagas, que lhe perguntou: “Até quando hei de ter paciência contigo? Até quando tu me enganarás?”
No dia seguinte, partiu apenas com a roupa do corpo para Varsóvia, em busca de um convento. Após muitas recusas, foi aceita pelas Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia, com a condição de pagar por sua formação.
Em 30 de abril de 1926, entrou no convento e recebeu o nome de Irmã Maria Faustina do Santíssimo Sacramento. Trabalhou como cozinheira e jardineira, sempre em espírito de oração, penitência e grande intimidade com Deus.
No dia 22 de fevereiro de 1931, em seu quarto no convento, Jesus apareceu vestido de branco, com dois grandes raios que saíam de Seu Coração — um vermelho e outro branco. Pediu que ela pintasse essa imagem com a inscrição: “Jesus, eu confio em Vós.”
A partir daí, Jesus foi revelando a ela a missão de propagar a Devoção à Divina Misericórdia, incluindo a Festa da Misericórdia, o Terço da Misericórdia, a Novena da Misericórdia e a veneração da imagem.
Acompanhada espiritualmente pelo padre Michał Sopoćko, começou a escrever seu famoso “Diário”, no qual relatou os encontros místicos com Jesus e as mensagens que recebeu. Nos últimos anos, sofreu com tuberculose e outros males, oferecendo tudo pela salvação das almas, faleceu em 5 de outubro de 1938, aos 33 anos.
Foi beatificada em 1993 e canonizada em 30 de abril de 2000, pelo Papa São João Paulo II, que instituiu oficialmente a Festa da Divina Misericórdia, celebrada no domingo após a Páscoa.
Hoje, Santa Faustina é conhecida como Apóstola da Divina Misericórdia, uma das maiores místicas do século XX, e sua mensagem continua a transformar o mundo inteiro.
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“Deus nunca força a nossa livre vontade. De nós depende se queremos aceitar a graça de Deus, ou não, se queremos colaborar com ela, ou desperdiçá-la.” - Santa Maria Faustina Kowalska
Santa Maria Faustina Kowalska, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica