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Outubro de 2026
¹Cantarei ao meu amado o cântico do meu parente sobre a sua vinha. O meu amado adquiriu uma vinha, plantada numa colina fertilíssima. ²Cercou-a duma sebe e tirou dela as pedras, plantou-a de bacelo escolhido, edificou uma torre no meio, e construiu na mesma torre um lagar; e esperava que desse boas uvas, mas produziu frutos silvestres. ³Agora, pois, habitantes de Jerusalém, e homens de Judá, sede vós os juízes entre mim e a minha vinha. ⁴Que coisa há que eu devesse fazer mais à minha vinha que não lhe tenha feito? Acaso lhe faria injúria em esperar que ela desse boas uvas em lugar das uvas silvestres que produziu? ⁵Pois agora vos mostrarei o que hei de fazer à minha vinha: arrancar-lhe-ei a sebe, e ficará exposta ao roubo; derrubar-lhe-ei o muro, e ficará sujeita a ser pisoteada. ⁶Farei com que fique deserta; não será podada nem cavada; e crescerão nela os espinhos e os abrolhos; e mandarei às nuvens que não derramem sobre ela chuva. ⁷A vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá a planta, na qual ele tinha as suas delícias. Esperei que praticassem a retidão, e eis que só há iniquidade; esperei que praticassem a justiça, e eis que somente se ouvem clamores dos oprimidos.
Palavra do Senhor.
⁹ Trasladaste a tua vinha do Egito; lançaste fora as gentes, e plantaste-a em seu lugar.
¹² Estendeu a sua ramagem até o mar e até o rio os seus rebentos. R.
¹³ Com que fim destruíste o seu muro, e a vindimam todos os que passam no caminho?
¹⁴ O javali da selva a destruiu, e a fera selvagem a devorou. R.
¹⁵ Ó Deus dos Exércitos, volta-te, olha do alto do céu e vê, e visita esta vinha.
¹⁶ Protege aquela que a tua destra plantou, e olha para o filho do homem, a quem tu escolheste. R.
¹⁹ Então não nos afastaremos de ti, tu nos darás a vida, e invocaremos o teu nome.
²⁰ Senhor Deus dos Exércitos, converte-nos, mostra-nos o teu rosto, e seremos salvos. R.
⁶Não vos inquieteis com nada, mas em todas as circunstâncias manifestai a Deus as vossas necessidades por meio de orações e de súplicas unidas à ação de graças. ⁷E a paz de Deus, que está acima de todo o entendimento, guarde os vossos corações e os vossos espíritos em Jesus Cristo. ⁸Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é santo, tudo o que é amável, tudo o que é de bom nome, qualquer virtude, qualquer louvor da disciplina, seja isto o objeto dos vossos pensamentos. ⁹O que aprendestes, recebestes, ouvistes e vistes em mim, isto praticai; e o Deus da paz será convosco.
Palavra do Senhor.
³³“Ouvi outra parábola. Havia um pai de família, que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e edificou uma torre; depois arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se para longe. ³⁴Então, estando próxima a estação dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores, para receberem os seus frutos. ³⁵Mas os lavradores, agarrando os servos, feriram um, mataram outro, e a outro apedrejaram. ³⁶Enviou novamente outros servos em maior número do que os primeiros, e fizeram-lhes o mesmo. ³⁷Por último enviou-lhes seu [próprio] filho, dizendo: ‘Hão de ter respeito pelo meu filho’. ³⁸Porém os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro; vamos, matemo-lo, e teremos a sua herança’. ³⁹E, lançando-lhe as mãos, puseram-no fora da vinha e o mataram. ⁴⁰Quando, pois, vier o Senhor da vinha, que fará ele àqueles lavradores?”. ⁴¹Responderam-lhe: “Matará sem piedade esses malvados, e arrendará a sua vinha a outros lavradores, que lhe paguem o fruto a seus tempos”. ⁴²Jesus disse-lhes: “Nunca lestes nas Escrituras: A pedra rejeitada pelos construtores foi posta por pedra angular? Foi o Senhor que fez isto, e é coisa admirável aos nossos olhos. ⁴³Por isso vos digo que vos será tirado o reino de Deus e será dado a um povo que produza os frutos dele.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Francisco nasceu em Assis, na Itália, entre 1181 e 1182. Filho de Pedro Bernardone, um rico comerciante, foi batizado como João, mas o pai mudou seu nome para Francisco, em homenagem à França.
Na juventude, buscava glória, riqueza e nobreza. Participou de guerras e sonhava em se tornar cavaleiro. Mas uma doença e uma experiência espiritual mudaram sua vida. Ouviu a voz de Deus: “Francisco, quem é mais importante: o Senhor ou o servo?”
Abandonou os sonhos de grandeza e se voltou para Deus. Visitando a tumba de São Pedro, deu esmolas generosas e trocou suas roupas com um mendigo, dando início a uma vida de pobreza.
Um dia, ao ver um leproso, venceu o nojo, abraçou-o e deu-lhe um beijo. Depois, rezando na capela de São Damião, ouviu Jesus, no crucifixo, dizer: “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja, que está em ruínas.”
Despojou-se de tudo publicamente, diante do bispo de Assis, e declarou: “De agora em diante, só direi Pai ao Pai do Céu.”
Começou a viver o Evangelho ao pé da letra. Ao ouvir o trecho: “Sem túnica, sem dinheiro, sem sandálias…” (Lc 9,3) entendeu que essa era sua missão: viver na pobreza e anunciar Cristo.
Sem intenção de fundar uma ordem, logo atraiu seguidores. Em 1209, o Papa Inocêncio III aprovou sua forma de vida, reconhecendo nela um chamado divino. Nascia assim a Fraternidade dos Irmãos Menores.
Francisco também inspirou Santa Clara, que deu início à Ordem das Clarissas.
Em 1224, recebeu os estigmas de Cristo. Faleceu dois anos depois, em outubro de 1226, cantando louvores a Deus.
Foi canonizado em 1228 e proclamado padroeiro da Itália em 1939. É também conhecido como padroeiro dos animais e da ecologia, por sua profunda comunhão com a criação.
“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, em breve estarás fazendo o impossível” - São Francisco de Assis
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São Francisco de Assis, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica