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Outubro de 2026
¹Permanecei firmes, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão. ²Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos fazeis circuncidar, Cristo não vos aproveitará nada. ³E declaro de novo a todo homem que se circuncida, que está obrigado a guardar toda a lei. ⁴Não tendes nada de comum com Cristo, vós, que procurais a justificação na lei; decaístes da graça. ⁵Quanto a nós, é do Espírito pela fé que aguardamos a esperança da justiça. ⁶Porque, em Jesus Cristo, nem a circuncisão vale coisa alguma, nem a incircuncisão, mas sim a fé que obra pela caridade.
Palavra do Senhor.
⁴¹ E venha sobre mim a tua misericórdia, Senhor, e a tua salvação, segundo a tua palavra. R.
⁴³ E não tires jamais da minha boca a palavra da verdade, porque tenho esperado muito em teus juízos. R.
⁴⁴ E guardarei sempre a tua lei, pelos séculos e pelos séculos dos séculos. R.
⁴⁵ E caminharei ao largo, porque busquei teus mandamentos. R.
⁴⁷ E meditarei nos teus mandamentos, que eu amo. R.
⁴⁸ E levantarei as mãos aos teus mandamentos, que eu amo; e exercitar-me-ei nas tuas ordens. R.
³⁷Quando Jesus estava falando, um fariseu convidou-o para ir jantar com ele. Ao entrar, sentou-se à mesa. ³⁸O fariseu começou a pensar e a discorrer consigo por que motivo ele não se tinha purificado antes de comer. ³⁹E o Senhor lhe disse: “Agora vós, fariseus, limpais o que está por fora do vaso e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e de iniquidade. ⁴⁰Néscios, quem criou o exterior, não fez também o interior? ⁴¹Dai, contudo, esmola do que vos sobra, e eis que todas as coisas serão puras para vós.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Alexandrina Maria da Costa nasceu em 30 de março de 1904, em Balasar, Póvoa de Varzim, e começou a trabalhar no campo ainda criança.
Era alegre, comunicativa e muito querida, mas aos 14 anos, no Sábado Santo de 1918, três homens tentaram invadir a casa onde ela estava com sua irmã e uma aprendiz. Para defender sua pureza, atirou-se pela janela, de quatro metros de altura. A princípio, sem grandes consequências, a queda resultou, com o tempo, em paralisia irreversível. Aos 19 anos, ficou completamente acamada, onde permaneceu pelos 30 anos seguintes.
Inicialmente, pedia a cura, prometendo servir nas missões. Depois, compreendeu que sua missão era oferecer-se a Deus no sofrimento, em união com Cristo na Eucaristia. Fez voto de buscar sempre o caminho mais perfeito.
Guiada espiritualmente, começou a registrar as mensagens que dizia receber de Jesus. Em 1936, a pedido de Cristo, escreveu ao Papa, pedindo a consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria. De 1942 em diante, viveu apenas da Eucaristia, sem qualquer outro alimento.
De outubro de 1938 a março de 1942, por 182 sextas-feiras, revivia, com intensas dores e movimentos, os sofrimentos da Paixão de Cristo.
Em 1955, sentindo a morte se aproximar, disse: “Estou feliz, porque vou para o céu.” Ela veio a falecer às 19h30.
Foi beatificada por São João Paulo II no dia 25 de abril de 2004, sendo hoje vista como exemplo de entrega, amor e reparação.
Beata Alexandrina Maria da Costa, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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