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Outubro de 2026
¹⁸ᵇContanto que Cristo, de qualquer modo, seja anunciado, ou por pretexto ou com sinceridade, não só nisto me alegro, mas ainda me alegrarei. ¹⁹Porque sei que isto me resultará em salvação pela vossa oração, e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo, ²⁰segundo a expectativa e esperança que tenho, de que em nenhuma coisa serei confundido, mas que, com toda a confiança como sempre, também agora será Cristo glorificado no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte. ²¹Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro. ²²Mas, se o viver na carne me é útil por causa do trabalho, já não sei o que escolher. ²³De ambos os lados estou em aperto: [de uma parte] desejaria ser desatado, e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor; ²⁴mas [de outra parte] permanecer na carne seria necessário por amor de vós. ²⁵E, persuadido disto, sei que ficarei e que permanecerei com todos vós, para vosso proveito e gozo da fé, ²⁶a fim de que sejam mais abundantes as vossas congratulações em Cristo Jesus, pela minha volta a vós.
Palavra do Senhor.
² Assim como o cervo anseia pelas fontes das águas, assim a minha alma anseia por ti, ó Deus. R.
³ A minha alma tem sede do Deus forte e vivo. Quando irei e aparecerei diante da face de Deus? R.
⁵ᵇ Porque eu passarei ao lugar do tabernáculo admirável,
⁵ᶜ até à casa de Deus,
⁵ᵈ entre cânticos de alegria e de louvor, ao ruído dum festim. R.
¹Certo sábado, aconteceu que, entrando Jesus para comer na casa de um dos principais fariseus, eles o observavam com atenção. ⁷Observando como os convidados escolhiam os primeiros assentos à mesa, disse-lhes uma parábola: ⁸“Quando fores convidado para [um banquete de] bodas, não te assentes no primeiro lugar, porque pode ser que outra pessoa de mais consideração do que tu tenha sido convidada pelo dono da casa, ⁹e que, vindo este que te convidou a ti e a ele, te diga: ‘Cede o lugar a este’; e tu, envergonhado, vás ocupar o último lugar. ¹⁰Mas, quando fores convidado, vai tomar o último lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: ‘Amigo, vem mais para cima’. Então terás com isto glória na presença dos que estiverem juntamente sentados à mesa. ¹¹Porque todo o que se exalta, será humilhado, e o que se humilha, será exaltado”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Natural de Segóvia, na Espanha, Santo Afonso Rodrigues nasceu em 25 de julho de 1532.
Pertencia a uma família cristã, mas precisou interromper seus estudos no primário devido à morte do pai, assumindo, desde cedo, os compromissos com o comércio. Casou-se com Maria Soares, com quem teve dois filhos, mas, infelizmente, perdeu a esposa e os filhos, passando por grande sofrimento.
Essa série de perdas o levou a uma profunda crise espiritual. Afonso entregou-se à oração e à penitência, sendo orientado espiritualmente por um sacerdote que o ajudou a discernir sua vocação religiosa. Apesar de suas limitações acadêmicas, percebeu-se chamado a ser um irmão religioso.
Em 1571, aos 38 anos, iniciou o noviciado na Companhia de Jesus. Após vencê-lo com fidelidade, foi acolhido como irmão jesuíta, vivendo de modo exemplar sua vocação. Foi enviado para o Colégio de Formação Monte de Sião, em Palma de Maiorca, onde desempenhava humildemente a função de porteiro e prestava diversos serviços aos membros da comunidade.
Sua vida foi marcada por virtudes heroicas, especialmente pela obediência, considerada por ele a prova maior da verdadeira humildade.
Ele vivia com simplicidade, aceitando com amor todas as ordens e desejos dos superiores como expressão da vontade divina. Sua regra de vida era: “Agradar somente a Deus, cumprir sempre e em toda parte a vontade divina”.
Sua alma era profundamente sedenta de Deus. Ele expressava sua oração como uma súplica em quatro amores: o amor a Deus, o amor a Jesus Cristo, o amor à Santíssima Virgem e o amor ao próximo.
Santo Afonso Rodrigues faleceu em 31 de outubro de 1617, e foi canonizado em 15 de janeiro de 1888 pelo Papa Leão XIII. É o padroeiro dos goleiros e lanterninhas e também o padroeiro de Palma de Maiorca.
Santo Afonso Rodrigues, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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