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Novembro de 2026
¹⁰Muito me alegrei no Senhor, porque enfim vi reflorescer os vossos sentimentos de outrora a meu respeito; é certo que os tínheis, porém só vos faltava a oportunidade [de os manifestar]. ¹¹Não digo isto levado pela minha necessidade, porque aprendi a contentar-me com o que tenho. ¹²Sei viver nas privações, sei também viver na abundância: a ter fartura, e a passar fome; a estar na abundância, e a padecer necessidade. ¹³Tudo posso naquele que me conforta. ¹⁴Contudo, fizestes bem em tomar parte na minha tribulação [socorrendo-me]. ¹⁵E vós também sabeis, ó filipenses, que, no princípio do Evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma Igreja compartilhou comigo quanto a dar e receber, senão vós somente. ¹⁶Com efeito, até a Tessalônica me mandastes uma e duas vezes o que me era necessário. ¹⁷Não que eu busque dádivas, mas busco o fruto que possa ser creditado à vossa conta [diante de Deus]. ¹⁸Agora tenho tudo e estou na abundância; estou cheio, depois que recebi de Epafrodito o que me mandastes, como cheiro de suavidade e como hóstia aceita, agradável a Deus. ¹⁹O meu Deus, pois, cumpra todos os vossos desejos, conforme as suas riquezas, com a glória em Cristo Jesus.
Palavra do Senhor.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
¹ Aleluia. Ao regressar de Ageu e de Zacarias. Bem-aventurado o homem que teme o Senhor, e que põe as suas delícias em cumprir os seus mandamentos.
² Poderosa será a sua posteridade sobre a terra; bendita será a geração dos justos. R.
⁵ Ditoso o homem que se compadece e empresta; ele disporá os seus discursos com juízo,
⁶ porque nunca será abalado. R.
⁸ Fortalecido está o seu coração, não será abalado, até que contemple com desprezo os seus inimigos.
⁹ Distribuiu, deu aos pobres; a sua justiça permanece por todos os séculos; o seu chifre será exaltado na glória. R.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Sl 111(112),1-2.5-6.8a e 9 (R. 1a)
⁹Portanto eu vos digo: granjeai amigos com as riquezas da iniquidade, para que, quando vierdes a precisar, vos recebam nos tabernáculos eternos. ¹⁰O que é fiel no pouco, também é fiel no muito; e o que é injusto no pouco, também é injusto no muito. ¹¹Se, pois, vós não fostes fiéis nas riquezas iníquas, quem fiará de vós as verdadeiras? ¹²E, se vós não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que é vosso? ¹³Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque ou odiará um e amará o outro, ou se afeiçoará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro.” ¹⁴Ora, os fariseus, que eram avarentos, ouviam todas estas coisas e zombavam dele. ¹⁵E Jesus disse-lhes: “Vós sois aqueles que pretendeis passar por justos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que é excelente segundo os homens é abominação diante de Deus.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Vilibrordo nasceu no ano de 658, na Nortúmbria, região da atual Alemanha. Proveniente de uma família cristã, foi enviado ainda criança, aos cinco anos, ao mosteiro de York, na Inglaterra.
Ao crescer, decidiu dedicar-se inteiramente à vida monástica, seguindo para a Irlanda, onde, sob a orientação do abade São Egberto, aperfeiçoou sua formação teológica e espiritual. Após nove anos de estudos intensos, foi ordenado sacerdote.
No ano de 690, São Vilibrordo foi enviado como missionário para a Frísia, região onde atualmente se encontra a Holanda, acompanhado por onze companheiros. Escolhido pelo rei franco Pepino como evangelizador daquelas terras, dedicou-se com ardor à conversão dos povos bárbaros, frequentemente hostis ao Evangelho e marcados por sucessivas revoltas.
Com o intuito de reforçar sua missão, realizou uma viagem a Roma, onde foi recebido pelo Papa Sérgio I. O Santo Padre o encorajou, presenteou-o com relíquias de santos mártires e, anos depois, reconhecendo seus frutos apostólicos, conferiu-lhe a ordenação episcopal, acrescentando ao seu nome o título: Clemente.
Como bispo, São Vilibrordo fundou sua sede episcopal em Utrecht, expandindo sua missão evangelizadora para além da Frísia, alcançando regiões da Dinamarca e da Turíngia, consolidando o cristianismo no norte da Europa.
Com a morte do rei Pepino, seu grande protetor, o duque pagão Ratbodo reconquistou parte do território frisão, forçando São Vilibrordo a retirar-se para a região de Treves, onde anteriormente já havia fundado um mosteiro. Mais tarde, com a morte de Ratbodo, Vilibrordo retornou à Frísia e, ao lado de São Bonifácio, contribuiu decisivamente para consolidar a evangelização entre os povos germânicos.
Após longos anos de intensas atividades missionárias, já cansado e debilitado pela idade, São Vilibrordo retirou-se para o mosteiro de Echternach, onde faleceu no dia 7 de novembro de 739.
São Vilibrordo, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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