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Novembro de 2026
¹⁰Quem achará uma mulher forte? O seu valor excede tudo o que vem de longe, e dos últimos confins da terra. ¹¹O coração de seu marido põe nela a sua confiança, e ele não necessitará de despojos. ¹²Ela lhe dará o bem, e não o mal, em todos os dias da sua vida. ¹³Buscou lã e linho, e fez labores com a indústria de suas mãos. ¹⁹Aplicou a sua mão a coisas fortes, e os seus dedos pegaram o fuso. ²⁰Abriu a sua mão para o necessitado, e estendeu os seus braços para o pobre. ³⁰A graça é enganadora, e a formosura é vã; a mulher que teme ao Senhor, esta é que será louvada. ³¹Dai-lhe do fruto das suas mãos, e as suas obras a louvem na assembleia dos juízes.
Palavra do Senhor.
¹ Cântico gradual. Bem-aventurados todos os que temem o Senhor e os que andam nos seus caminhos.
² Porque [ó justo] comerás dos trabalhos das tuas mãos; bem-aventurado és, e te irá bem. R.
³ Tua esposa será como uma vide fecunda, no interior da tua casa. Teus filhos, como brotos de oliveiras, estarão ao redor da tua mesa. R.
⁴ Eis como será abençoado o homem que teme o Senhor.
⁵ Abençoe-te o Senhor desde Sião, e vejas os bens de Jerusalém todos os dias da tua vida. R.
¹Quanto, porém, ao tempo e ao momento não tendes necessidade, irmãos, que vos escrevamos. ²Porque vós sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como um ladrão durante a noite. ³Quando [os ímpios] disserem “paz e segurança”, então lhes sobrevirá uma destruição repentina, como a dor a uma mulher grávida, e não escaparão. ⁴Mas vós, irmãos, não estais nas trevas, de modo que aquele dia vos surpreenda como um ladrão, ⁵porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos filhos da noite nem das trevas. ⁶Não durmamos, pois, como os outros, mas vigiemos e sejamos sóbrios.
Palavra do Senhor.
¹⁴Porque [será] como um homem que, ausentando-se para longe, chamou os seus servos e lhes entregou os seus bens. ¹⁵E deu a um cinco talentos, a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e partiu imediatamente. ¹⁶O que tinha recebido cinco talentos foi e negociou com eles, e ganhou outros cinco. ¹⁷Da mesma sorte o que tinha recebido dois, ganhou outros dois. ¹⁸Mas o que tinha recebido um só, foi e cavou na terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor. ¹⁹Muito tempo depois, voltou o senhor daqueles servos e chamou-os para acertar contas. ²⁰Aproximando-se o que tinha recebido cinco talentos, apresentou-lhe outros cinco, dizendo: ‘Senhor, tu entregaste-me cinco talentos, eis outros cinco mais que lucrei’. ²¹Seu senhor disse-lhe: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Já que foste fiel em poucas coisas, eu te estabelecerei sobre muitas; entra na alegria de teu senhor’. ²²Apresentou-se também o que tinha recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu entregaste-me dois talentos, eis que lucrei outros dois’. ²³Seu senhor disse-lhe: ‘Está bem, servo bom e fiel! Já que foste fiel em poucas coisas, eu te estabelecerei sobre muitas; entra na alegria de teu senhor’. ²⁴Enfim, apresentando-se também o que tinha recebido um só talento, disse: ‘Senhor, sei que és um homem austero, que colhes onde não semeaste, e recolhes onde não espalhaste [as sementes], ²⁵e, com receio, fui esconder o teu talento na terra; eis o que é teu’. ²⁶Então, o senhor lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu colho onde não semeei, e que recolho onde não espalhei; ²⁷devias, pois, dar o meu dinheiro aos banqueiros, e, à minha volta, eu teria recebido certamente com juro o que era meu. ²⁸Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem dez talentos. ²⁹Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até aquilo que parece ter lhe será tirado. ³⁰E ao servo inútil lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes’.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santo Alberto Magno nasceu na Alemanha, em 1206, numa família militar. Ainda jovem, foi estudar artes liberais em Pádua, interessando-se especialmente pelas ciências naturais.
Frequentando a igreja dos Dominicanos em Pádua, ingressou na Ordem em 1223 e, após ser ordenado sacerdote, dedicou-se ao ensino em vários centros dominicanos, aperfeiçoando também seus estudos na Universidade de Paris.
Em 1248, abriu um estúdio teológico em Colônia (Alemanha), onde teve como discípulo e amigo Tomás de Aquino, com quem contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da filosofia e teologia escolásticas.
Eleito Superior da Província Teutônia em 1254, exerceu seu ministério com grande zelo. Foi nomeado Bispo de Regensburg em 1260, desempenhando um papel importante na pacificação da diocese.
Pregou intensamente na Alemanha e na Boêmia, e participou do Concílio de Lyon (1274), empenhando-se na busca pela união entre as Igrejas latina e grega.
Além disso, defendeu vigorosamente o pensamento do seu discípulo, Tomás de Aquino.
Faleceu em 1280. Foi beatificado em 1622 e, posteriormente, canonizado e proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XI, em 1931.
Em 1941, o Papa Pio XII declarou-o Patrono dos Cultores das Ciências Naturais.
“Eu nunca saí para me misturar com o mundo sem perder algo de mim mesmo” - Santo Alberto Magno
Santo Alberto Magno, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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