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Novembro de 2026
¹Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para descobrir aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer, e que ele manifestou enviando-as por meio do seu anjo ao seu servo João, ²o qual atestou ser a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo em todas as coisas que viu. ³Bem-aventurado aquele que lê e ouve as palavras desta profecia, e observa as coisas que nela estão escritas, porque o tempo está próximo. ⁴João às sete Igrejas que há na Ásia. Graça a vós, e paz da parte daquele que é, e que era, e que há de vir; e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono; ¹“Escreve ao anjo da igreja de Éfeso: Isto diz aquele que tem as sete estrelas na sua direita e anda no meio dos sete candelabros de ouro: ²Conheço as tuas obras, o teu trabalho e a tua paciência, e que não podes suportar os maus, e experimentaste os que dizem ser apóstolos, e não o são, e os achaste mentirosos. ³Tens paciência e sofreste pelo meu nome, e não desanimaste. ⁴Mas tenho contra ti que deixaste a tua primeira caridade. ⁵ᵃLembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e volta às tuas primeiras obras; do contrário, virei a ti e removerei o teu candelabro do seu lugar.
Palavra do Senhor.
¹ Bem-aventurado o homem que não se deixou levar pelo conselho dos ímpios, e não se deteve no caminho dos pecadores, e não se sentou na cadeira pestilencial,
² mas que tem a sua vontade na lei do Senhor, e que nesta lei medita dia e noite. R.
³ Ele será como a árvore que está plantada junto às correntes das águas, que a seu tempo dará o seu fruto e cuja folha não cairá, e todas as coisas que fizer serão prósperas. R.
⁴ Não assim os ímpios, não assim; mas serão como o pó que o vento dispersa sobre a face da terra.
⁶ pois o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá. R.
³⁵E sucedeu que, ao aproximarem-se de Jericó, estava sentado à borda da estrada um cego pedindo esmola. ³⁶Ouvindo a multidão que passava, perguntou o que era aquilo, ³⁷e disseram-lhe que era Jesus Nazareno que passava. ³⁸Então ele clamou, dizendo: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!”. ³⁹Os que iam adiante repreendiam-no para que se calasse. Porém ele cada vez gritava mais: “Filho de Davi, tem piedade de mim!”. ⁴⁰Jesus deteve-se e mandou que o trouxessem. Quando ele chegou, interrogou-o, ⁴¹dizendo: “Que queres que eu te faça?”. Ele respondeu: “Senhor, que eu veja”. ⁴²E Jesus disse-lhe: “Vê; a tua fé te salvou”. ⁴³Imediatamente, passou a ver; e foi seguir Jesus, glorificando a Deus. E todo o povo, ao testemunhar isso, deu louvor a Deus.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Margarida da Escócia nasceu em Mecseknádasd, na Hungria, no ano de 1046. Seu pai, Eduardo III, da nobre família inglesa, encontrava-se exilado naquele país devido aos conflitos sucessórios pelo trono da Inglaterra. Em 1054, Margarida retornou com sua família para a Inglaterra.
Após a morte de seu tio-avô, novas lutas pelo trono inglês obrigaram sua família a procurar refúgio na Escócia. Lá, em 1070, Margarida casou-se com o rei Malcom III, tornando-se rainha da Escócia.
Dessa união nasceram oito filhos: seis príncipes e duas princesas, entre elas Edite, que mais tarde se tornaria rainha da Inglaterra, conhecida como Santa Matilde.Margarida e Malcom procuraram fazer de sua família uma verdadeira Igreja doméstica, educando os filhos na fé e na virtude.
Como rainha, Santa Margarida dedicou-se com afinco a ajudar o rei a superar sua rudeza, tornando-o mais humano e sensível. Administrou com sabedoria o reino, promovendo reformas sociais e religiosas, banindo futilidades e direcionando os bens reais para socorrer os necessitados.
Sua caridade era admirável: diariamente alimentava e servia os pobres, chegando a lavar os pés e beijar as chagas dos doentes, vendo neles a presença de Cristo.
Defendeu o respeito à Quaresma, à celebração da Páscoa, à confissão frequente e ao descanso dominical. Além disso, incentivou a construção de igrejas, capelas e escolas, promovendo a educação religiosa. Por sua intervenção, os monges beneditinos se estabeleceram na Escócia, contribuindo para a renovação espiritual do país.
Em 1093, já debilitada pela doença, Margarida viu seu esposo e seu filho mais velho partirem para combater Guilherme, o Vermelho, que invadia a Escócia. Ambos foram mortos na batalha.
Mesmo sofrendo profundamente, Santa Margarida aceitou com resignação e fé a vontade de Deus, e poucos dias depois, em 16 de novembro de 1093, faleceu.
Devido à sua vida santa, marcada pela caridade, pela promoção da fé e pela fidelidade à Igreja, Santa Margarida da Escócia foi canonizada em 1250 pelo Papa Inocêncio IV.
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Santa Margarida da Escócia, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica