Baixe o aplicativo gratuitamente
Novembro de 2026
¹E ao anjo da igreja de Sardes escreve: Isto diz aquele que tem os sete espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, e que tens a reputação de que vives, e estás morto. ²Sê vigilante, e confirma o restante que está para morrer. Porque não acho as tuas obras perfeitas diante do meu Deus. ³Lembra-te, pois, do que recebeste e ouviste, e observa-o, e faz penitência. Se não vigiares, virei a ti como um ladrão, e não saberás a que hora virei a ti. ⁴Tens, porém, algumas pessoas em Sardes que não contaminaram os seus vestidos, e irão comigo vestidas de branco, porque são dignas disso. ⁵Aquele que vencer será assim revestido de vestiduras brancas, e eu não apagarei o seu nome do Livro da Vida, e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos. ⁶Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. ¹⁴E ao anjo da igreja de Laodiceia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o que é princípio das criaturas de Deus. ¹⁵Conheço as tuas obras, sei que não és nem frio nem quente. Antes fosse frio ou quente! ¹⁶Mas, como és morno, nem frio nem quente, começarei a vomitar-te da minha boca. ¹⁷Pois dizes: “Sou rico e cheio de bens, e de nada tenho falta”, e não sabes que és um infeliz, miserável, pobre, cego e nu. ¹⁸Aconselho-te que compres de mim ouro provado no fogo, para te fazeres rico e te vestires de roupas brancas, e não se descubra a vergonha da tua nudez, e unge os teus olhos com um colírio, para que vejas. ¹⁹Eu, aos que amo, repreendo o castigo. Sê zeloso, portanto, e faze penitência. ²⁰Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei nele e cearei com ele, e ele comigo. ²¹Aquele que vencer, eu o farei sentar comigo no meu trono, assim como eu mesmo também venci e me sentei com meu Pai no seu trono. ²²Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”
Palavra do Senhor.
¹ᵃ Senhor, quem habitará no teu tabernáculo?
² O que anda sem mancha e pratica a justiça;
³ᵃ o que fala a verdade em seu coração;
³ᵇ o que não forjou o dolo com a sua língua, R.
³ᶜ nem fez mal ao seu semelhante,
³ᵈ nem consentiu que se infamassem os seus próximos.
⁴ᵃ Aos seus olhos o maligno é como um nada,
⁴ᵇ mas honra os que temem o Senhor; R.
⁵ não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita dádivas contra o inocente. Quem procede assim jamais será movido. R.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Sl 14(15),1a e 2-3ab.3cd-4ab.5 (R. Ap 3,21)
¹Jesus entrou em Jericó e atravessava a cidade. ²Eis que um homem rico, chamado Zaqueu, o qual era um chefe dos publicanos, ³procurava ver quem era Jesus, mas não o podia por causa da multidão, porque era pequeno de estatura. ⁴Correndo adiante, subiu a um sicômoro para vê-lo, pois havia de passar por ali. ⁵Quando Jesus chegou àquele lugar, levantando os olhos, viu-o e disse-lhe: “Zaqueu, desce depressa, porque convém que eu fique hoje em tua casa”. ⁶Ele desceu à toda pressa e recebeu-o alegremente. ⁷Ao ver isto, todos murmuravam, dizendo que Jesus tinha ido hospedar-se na casa de um homem pecador. ⁸Entretanto Zaqueu, posto na presença do Senhor, disse-lhe: “Eis, Senhor, que dou aos pobres metade dos meus bens, e, naquilo em que eu tiver defraudado a alguém, lhe pagarei quatro vezes mais”. ⁹Jesus disse-lhe: “Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto este também é filho de Abraão. ¹⁰Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que tinha perecido”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina
Santa Isabel da Hungria nasceu em 1207, filha do rei André II e da rainha Gertrudes de Andechs-Meran. Desde cedo, sua vida foi marcada por um destino régio: com apenas 4 anos, ficou noiva do príncipe Luís da Turíngia.
Isabel e Luís viveram um matrimônio raro e admirável. Verdadeiramente apaixonados, tiveram três filhos e constituíram uma família sólida, marcada pelo amor e pela virtude.
Fortemente influenciada pela espiritualidade franciscana, Isabel desejou ardentemente abraçar a pobreza radical. Porém, foi aconselhada por seu diretor espiritual, Conrado de Marburgo, a viver a santidade dentro de seu estado matrimonial, como esposa e mãe.
Uma das passagens mais conhecidas de sua vida ocorreu quando levava secretamente provisões aos pobres, escondidas sob seu manto. Certa vez, encontrou-se com o marido, que, curioso, abriu o tecido e, ao invés dos alimentos, viu apenas belíssimas rosas vermelhas e brancas, fora da estação. Luís, comovido, guardou uma dessas flores até o fim da vida.
Noutra ocasião, informaram a Luís que Isabel acolhera um leproso em seu próprio leito. Ao correr até ela, deparou-se com a imagem do Cristo Crucificado. A partir de então, apoiou integralmente as obras de caridade da esposa, mesmo enfrentando as críticas e perseguições de seus irmãos, os príncipes Henrique e Conrado da Turíngia.
Em 1227, Luís partiu para as Cruzadas, acompanhando o imperador Frederico II, mas faleceu de peste em Otranto. Isabel recebeu a notícia da morte logo após dar à luz a terceira filha, Gertrudes. Sua dor foi agravada pela crueldade dos cunhados, que a expulsaram do castelo com os filhos, deixando-os desamparados em pleno inverno.
Resgatada por sua tia Matilda, Isabel optou por confiar a educação dos filhos aos parentes e abraçou a vida de penitência. Ingressou na Ordem Terceira de São Francisco, vestindo o hábito juntamente com suas companheiras.
A santidade de Isabel tornou-se notória em toda a Alemanha. Contava-se que São João Batista lhe trazia a Comunhão, e que ela era frequentemente visitada por Jesus e pela Virgem Maria. Testemunhas afirmaram que, durante suas orações, ela era vista levitando, elevada mais de um metro do chão, em êxtase diante do Santíssimo Sacramento.
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa
É considerada a padroeira da Ordem Franciscana Secular e um dos maiores exemplos de caridade cristã.
Santa Isabel da Hungria, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica