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Novembro de 2026
¹⁴E olhei, e eis [que vi] uma nuvem branca, e uma pessoa sentada sobre a nuvem, semelhante ao Filho do Homem, a qual tinha na sua cabeça uma coroa de ouro e na sua mão uma foice aguda. ¹⁵E outro anjo saiu do templo, gritando em alta voz para o que estava sentado sobre a nuvem: “Mete a tua foice e ceifa, porque é chegada a hora de ceifar, pois a seara da terra está seca”. ¹⁶Então o que estava sentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi ceifada. ¹⁷Outro anjo saiu do templo que há no céu, tendo também ele mesmo uma aguda foice. ¹⁸Saiu do altar outro anjo, que tinha poder sobre o fogo, e gritou em alta voz para o que tinha a foice aguda, dizendo: “Mete a tua foice aguda, e vindima os cachos da vinha da terra, porque as suas uvas estão maduras”. ¹⁹Então o anjo meteu a sua foice aguda à terra, vindimou a vinha da terra e lançou no grande lagar da ira de Deus.
Palavra do Senhor.
¹⁰ Dizei entre as nações que o Senhor reina. Porque firmou toda a terra, que não será abalada; ele julgará os povos com equidade. R.
¹¹ Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra, comova-se o mar e o que ele contém.
¹² Alegrar-se-ão os campos e todas as coisas que neles há. Então se regozijarão todas as árvores das selvas R.
¹³ à vista do Senhor, porque vem, porque vem julgar a terra. Julgará toda a terra com equidade, e os povos segundo a sua verdade. R.
⁵Dizendo alguns, a respeito do templo, que estava ornado de belas pedras e de ofertas, Jesus disse: ⁶“De tudo isto que vedes, virão dias em que não ficará pedra sobre pedra, que não seja demolida”. ⁷Então interrogaram-no, dizendo: “Mestre, quando acontecerão estas coisas, e que sinal haverá, quando começarem a acontecer?”. ⁸Ele respondeu: “Vede, não vos deixeis enganar; porque muitos virão com o meu nome, dizendo: ‘Sou eu [o Cristo]’, e ainda “É chegado o tempo!’; guardai-vos, pois, de segui-los. ⁹Quando ouvirdes falar de guerras e de tumultos, não vos assusteis; estas coisas devem suceder primeiro, mas não será logo o fim”. ¹⁰Então disse-lhes: “Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino. ¹¹Haverá grandes terremotos por várias partes, e pestes e fomes; e aparecerão coisas espantosas no céu, e sinais extraordinários.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santo André Dung-Lac, presbítero, e seus 116 companheiros mártires foram mortos entre os séculos XVII e XIX no território do atual Vietnã. Entre os mártires, há 8 bispos, muitos sacerdotes e um grande número de fiéis leigos, homens e mulheres de todas as idades e condições sociais. O que os unia era a fidelidade a Cristo diante das mais duras perseguições.
O Evangelho chegou ao Vietnã no início do século XVI por meio de missionários portugueses e foi amplamente propagado no século XVII pelo padre jesuíta Alexandre de Rhodes, considerado o “apóstolo do Vietnã”. Apesar dos frutos da missão, os cristãos passaram por longas décadas de perseguições violentas, alternadas com breves tréguas.
Nascido em 1795, de família muito pobre, Tran An Dung foi entregue a um catequista católico para ser educado. Batizado com o nome de André, destacou-se pela piedade e zelo. Tornou-se padre em 1823 e vice-pároco em Dongchuan, sendo conhecido por sua sobriedade, vida de oração e atenção aos pobres.
Em 1833, foi preso após celebrar a Missa. Libertado graças à ajuda dos fiéis, passou a usar o nome Lac para ocultar sua identidade. Seguiu evangelizando com coragem nas regiões mais hostis de Hanói e Nam-Dinh.
Em 1839, foi preso com outro sacerdote, Pedro Thi, e percebeu que o Senhor o chamava para selar com sangue seu testemunho. Recusou-se a ser libertado e, durante a transferência para a prisão de Hanói, exortava os fiéis a permanecerem firmes na fé.
Na prisão, ao serem forçados a pisar na cruz, André e Pedro ajoelharam-se e a beijaram. A resposta dos carrascos foi clara: foram condenados à decapitação, executada em 21 de dezembro.
A morte de André não foi em vão. Seu exemplo e o dos demais mártires geraram uma corrente de fé e resistência que sustentou a Igreja no Vietnã até os nossos dias. A vida desses mártires mostra até onde pode chegar uma comunidade de fé unida pelo amor a Cristo: ao ponto do martírio.
Santos André Dung-Lac e companheiros mártires, rogai por nós!
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