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Novembro de 2026
¹E vi no céu outro sinal grande e admirável: sete anjos que tinham as sete últimas pragas, porque com elas é consumada a ira de Deus. ²Vi um como mar de vidro misturado com fogo, e os que venceram a besta, a sua imagem e o número do seu nome, estavam sobre o mar de vidro, portando cítaras divinas, ³e cantavam o cântico do servo de Deus, Moisés, e o cântico do Cordeiro: “Grandes e admiráveis são as tuas obras, ó Senhor Deus onipotente; justo e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos! ⁴Quem não te temerá, Senhor, e não glorificará o teu nome? Porque só tu és misericordioso; todas as nações virão e se prostrarão na tua presença, porque os teus juízos foram manifestados”.
Palavra do Senhor.
¹ Salmo do mesmo Davi. Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele operou maravilhas. A sua destra e o seu santo braço fizeram-no triunfar. R.
² O Senhor manifestou o seu salvador; revelou a sua justiça aos olhos das nações.
³ᵃ Lembrou-se da sua misericórdia
³ᵇ e da fidelidade em favor da casa de Israel. R.
⁷ mova-se o mar e tudo o que nele há, toda a terra e os que habitam nela.
⁸ Os rios baterão palmas, e juntos os montes se alegrarão R.
⁹ à vista do Senhor, porque vem julgar a terra. Julgará toda a terra com justiça e os povos com equidade. R.
¹²Mas, antes de tudo isto, porão as mãos em vós e vos perseguirão, entregando-vos nas sinagogas e nos cárceres, e vos levarão à presença dos reis e dos governadores, por causa do meu nome. ¹³Isto vos será ocasião de dardes testemunho. ¹⁴Gravai, pois, nos vossos corações o não premeditar como haveis de responder, ¹⁵nan ¹⁶Sereis entregues por vossos pais, e irmãos, e parentes, e amigos, e farão morrer muitos de vós. ¹⁷Sereis odiados por todos por causa de meu nome, ¹⁸mas não se perderá um só cabelo da vossa cabeça. ¹⁹Pela vossa paciência salvareis as vossas almas.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Catarina nasceu em Alexandria, no Egito, no ano de 287, em uma família nobre, segundo a tradição, filha do rei Costes. Desde jovem, destacou-se pela inteligência incomum, sabedoria rara e beleza admirável.
Dizem que, antes do batismo, teve uma visão da Santíssima Virgem pedindo a seu Filho para receber a santa entre Seus servos; porém, o Menino Deus se recusou. Após o batismo, Catarina experimentou a mesma visão, e, desta vez, Jesus Cristo a recebeu com grande afeto e desposou-a diante da corte do Paraíso.
Durante a feroz perseguição aos cristãos, o imperador Maximino II foi até Alexandria. Encantado com a beleza e inteligência de Catarina, propôs-lhe casamento, oferecendo-lhe o título de imperatriz, riqueza e poder — com a condição de que renunciasse à fé cristã e adorasse os deuses pagãos. Catarina recusou firmemente, declarando sua fidelidade incondicional a Cristo.
Percebendo que não a venceria pela sedução, o imperador convocou cinquenta dos maiores filósofos e pensadores para debater com ela. Com auxílio divino, Catarina refutou-os com brilhantismo e os converteu à fé cristã. Em represália, todos foram executados.
Catarina tornou-se uma ameaça à autoridade imperial. Maximino mandou, então, torturá-la cruelmente. Criou um instrumento composto por quatro rodas com lâminas e ferros cortantes, feito para triturar seu corpo. Porém, milagrosamente, o artefato despedaçou-se no momento da execução, poupando a santa — o que deixou o imperador ainda mais furioso.
Como última medida, ordenou sua decapitação. Catarina entregou-se ao martírio e foi executada por volta do ano 305.
Por sua sabedoria e defesa inabalável da fé diante dos maiores pensadores pagãos de sua época, tornou-se também padroeira dos filósofos, teólogos, estudantes e professores. A Universidade de Paris adotou-a como padroeira na Idade Média. No Brasil, dá nome e proteção ao estado de Santa Catarina.
“Lembrai-Vos, Senhor, que somos feitos de carne e sangue. Perdoai-me as faltas que cometi por ignorância, e lavai minha alma no sangue que vou derramar por Vós.” - Santa Catarina de Alexandria
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Santa Catarina de Alexandria, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica