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Novembro de 2026
⁹Pois, se confessares com a tua boca o Senhor Jesus, e creres no teu coração que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. ¹⁰Com o coração se crê para [alcançar] a justiça, mas com a boca se faz a confissão para conseguir a salvação. ¹¹A Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido. ¹²Porque não há distinção entre judeu e grego; um é o mesmo Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. ¹³Pois todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. ¹⁴Como invocarão, portanto, aquele em quem não creram? Ou como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, sem haver quem lhes pregue? ¹⁵E como pregarão eles, se não forem enviados? Conforme está escrito: Que formosos são os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam a felicidade! ¹⁶Mas nem todos obedecem ao Evangelho. Por isso Isaías diz: Senhor, quem deu crédito ao que nos ouviu? ¹⁷Logo a fé é pelo ouvido, e o ouvido pela palavra de Cristo. ¹⁸Mas digo: porventura não ouviram? Sim, ouviram, pois o seu som estendeu-se por toda a terra, e as suas palavras até às extremidades do mundo.
Palavra do Senhor.
² Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras de suas mãos.
³ Um dia diz palavra a outro dia, e uma noite mostra ciência a outra noite. R.
⁴ Não há linguagem nem idioma em que não se entendam as suas vozes;
⁵ o seu som estendeu-se por toda a terra e as suas palavras até os confins do mundo. R.
¹⁸E, caminhando Jesus ao longo do mar da Galileia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar (porque eram pescadores), ¹⁹e disse-lhes: “Segui-me, e eu vos farei pescadores de homens”. ²⁰Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram. ²¹Depois, passando adiante, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, numa barca juntamente com seu pai Zebedeu, consertando as suas redes. Chamou-os, ²²e eles imediatamente, abandonando a barca e o pai, o seguiram.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santo André nasceu em Betsaida, no tempo de Jesus. Irmão de Simão Pedro, foi inicialmente discípulo de João Batista. Um momento decisivo de sua vida ocorreu quando João apontou Jesus como o “Cordeiro de Deus”; ao ouvir isso, André deixou tudo para seguir o Senhor.
Foi uma verdadeira ponte entre os homens e Jesus: assim que encontrou o Messias, levou imediatamente seu irmão Pedro a conhecê-Lo. Após esse primeiro encontro, voltou à pesca com Pedro, até que Jesus os chamou de forma definitiva: “Vinde após mim e vos farei pescadores de homens”. A partir de então, tornou-se apóstolo do Senhor. Embora seja citado poucas vezes nos Evangelhos, André aparece em momentos-chave, como na multiplicação dos pães, exercendo um papel discreto, mas essencial.
Após Pentecostes, segundo a tradição, Santo André evangelizou diversas regiões próximas aos mares Cáspio e Negro, fundando comunidades cristãs e anunciando o Evangelho com zelo e coragem.
Sua vida missionária foi marcada pela dedicação total ao Reino de Deus. Seu testemunho alcançou o ápice no martírio: foi crucificado numa cruz em forma de “X”, símbolo que se tornou conhecido como a "Cruz de Santo André", lembrando sua fidelidade até o fim.
É reconhecido como um dos grandes missionários da Igreja primitiva. Muitas igrejas ao redor do mundo — especialmente no Oriente — o têm como padroeiro, e inúmeros fiéis recorrem à sua intercessão com confiança.
Santo André, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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