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Dezembro de 2026
⁵Ora, a nova que ouvimos dele, e que vos anunciamos, é esta: que Deus é luz, e não há nele treva alguma. ⁶Se dissermos que temos sociedade com ele e andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. ⁷Porém, se nós andamos na luz, como ele mesmo também está na luz, temos comunhão recíproca, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. ⁸Se dissermos que não temos pecado, nós mesmos nos enganamos, e não há verdade em nós. ⁹Porém, se confessamos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os nossos pecados, e nos purificar de toda a iniquidade. ¹⁰Se dissermos que não pecamos, nós o fazemos mentiroso, e a sua palavra não está em nós. ¹Filhinhos meus, eu vos escrevo estas coisas para que não pequeis. Mas, se alguém pecar, temos um advogado junto do Pai, Jesus Cristo, o justo. ²Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.
Palavra do Senhor.
² se o Senhor não tivesse estado conosco, quando os homens se levantavam contra nós,
³ decerto nos teriam devorado vivos. Quando se irritou o seu furor contra nós, R.
⁴ sem dúvida a água nos teria sorvido.
⁵ A nossa alma [porém] passou a torrente, mas poderia então ser levada numa água insuperável. R.
⁷ᵇ o laço foi rompido, e nós ficamos livres.
⁸ O nosso auxílio está no nome do Senhor, que fez o céu e a terra. R.
¹³Depois que partiram, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e lhe disse: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise; porque Herodes vai procurar o menino para o matar”. ¹⁴Então, levantando-se de noite, tomou o menino e sua mãe, e retirou-se para o Egito. ¹⁵Lá permaneceu até a morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: Do Egito chamei o meu filho. ¹⁶Então Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos magos, irou-se em extremo, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todos os seus arredores, da idade de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos magos. ¹⁷Então se cumpriu o que estava predito pelo profeta Jeremias, que diz: ¹⁸Uma voz se ouvia em Ramá, grandes prantos e lamentações; são de Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolação, porque já não existem.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
A festa dos Santos Inocentes, instituída pelo Papa São Pio V, é celebrada no tempo da Oitava do Natal. Baseia-se nas Sagradas Escrituras e nos recorda o martírio das crianças assassinadas por ordem de Herodes, com o intuito de matar o Menino Jesus, a quem via como ameaça ao seu trono.
Após a visita dos Magos ao Menino Jesus, guiados por uma estrela até Belém, eles O adoraram e ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Tendo sido advertidos em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram por outro caminho. Em seguida, um anjo apareceu em sonho a José, ordenando-lhe que fugisse com Maria e o menino para o Egito, pois Herodes procuraria a criança para matá-la.
Irritado por ter sido enganado, Herodes mandou executar todos os meninos de dois anos para baixo que viviam em Belém e arredores. Assim se cumpriu a profecia de Jeremias: “Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolação, porque já não existem” (Mt 2,18).
O número de crianças é incerto. Algumas tradições falam em milhares, mas estudos atuais indicam que seriam cerca de vinte, considerando a população da região à época.
Santos Inocentes, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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