Baixe o aplicativo gratuitamente
Dezembro de 2026
³Eis como sabemos que o conhecemos: se guardamos os seus mandamentos. ⁴Quem diz que o conhece, e não guarda os seus mandamentos, é um mentiroso, e a verdade não está nele. ⁵Mas quem guarda a sua palavra, nele o amor de Deus é verdadeiramente perfeito, e por isto conhecemos que estamos nele. ⁶Quem diz que está nele deve também andar como ele andou. ⁷Caríssimos, eu não vos escrevo um mandamento novo, mas um mandamento antigo, que vós recebestes desde o princípio; este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. ⁸Por outro lado, eu vos escrevo um mandamento novo, o qual é verdadeiro nele e em vós, porque passaram as trevas, e já resplandece a verdadeira luz. ⁹Quem diz que está na luz, e odeia o seu irmão, está ainda nas trevas. ¹⁰Quem ama o seu irmão, permanece na luz, e nele não há escândalo. ¹¹Mas quem odeia seu irmão, está em trevas e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas cegaram os seus olhos.
Palavra do Senhor.
¹ Cântico do mesmo Davi, quando se edificava a casa de Deus depois do cativeiro. Cantai ao Senhor um cântico novo; cantai ao Senhor, ó terra inteira.
²ᵃ Cantai ao Senhor e bendizei o seu nome; R.
²ᵇ anunciai todos os dias a sua salvação.
³ Anunciai entre as gentes a sua glória, entre todos os povos as suas maravilhas. R.
⁵ᵇ mas o Senhor é que fez os céus;
⁶ o louvor e o esplendor estão diante dele, a santidade e a grandeza em seu santuário. R.
²²Assim que foram concluídos os dias da purificação de Maria, segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, ²³segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo varão que abre o útero de sua mãe será consagrado ao Senhor; ²⁴e para oferecerem em sacrifício, conforme o que está escrito na lei do Senhor, um par de rolas ou dois pombinhos. ²⁵Havia então em Jerusalém um homem chamado Simeão, homem justo e temente, que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava nele. ²⁶Tinha-lhe sido revelado pelo Espírito Santo que não veria a morte sem ver primeiro o Cristo do Senhor. ²⁷Ele foi ao templo [conduzido] pelo Espírito. E, levando os pais o Menino Jesus, para cumprirem segundo o costume da lei a seu respeito, ²⁸ele também o tomou em seus braços e louvou a Deus, dizendo: ²⁹“Agora, Senhor, podes deixar partir o teu servo em paz, segundo a tua palavra; ³⁰porque os meus olhos viram a tua salvação, ³¹a qual preparaste ante a face de todos os povos; ³²luz para iluminar as nações, e glória de Israel, teu povo.” ³³E seu pai e mãe estavam admirados das coisas que dele se diziam. ³⁴Simeão os abençoou e disse a Maria, sua mãe: “Eis que este está destinado para ruína e para ressurreição de muitos em Israel, e para ser sinal de contradição. ³⁵E uma espada trespassará a tua alma, a fim de se descobrirem os pensamentos escondidos nos corações de muitos".
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Tomás Becket nasceu em Londres, em 1118, vindo de uma família de origem normanda. Ainda novo foi encaminhado para a vida eclesiástica, e iniciou seus estudos na Abadia de Merton e, mais tarde, na Universidade de Bolonha.
Em 1154, foi nomeado chanceler do rei Henrique II da Inglaterra. Apesar de levar uma vida de luxo junto à corte, Tomás mantinha-se generoso com os pobres. A grande mudança em sua trajetória ocorreu em 1162, quando foi ordenado sacerdote e, logo em seguida, consagrado arcebispo de Cantuária. A partir desse momento, adotou uma vida de austeridade e profunda fidelidade à Igreja. Percebendo que o cargo político o afastava de sua missão espiritual, renunciou à chancelaria, entrando em confronto direto com o rei.
Perseguido, exilou-se na França, onde viveu em mosteiros durante quatro anos. Ao retornar à Inglaterra, continuou a defender com firmeza os direitos da Igreja contra a interferência do poder real. Sua postura firme desagradou profundamente Henrique II, o que culminou na tragédia que o consagrou mártir.
Após sua morte, inúmeros peregrinos passaram a visitar o local do martírio, e relatos de milagres se multiplicaram em sua tumba na Catedral de Cantuária. Seu exemplo tornou-se símbolo da autonomia da Igreja diante dos poderes civis em tempos de tensão.
São Tomás Becket foi martirizado em 29 de dezembro de 1170, dentro da Catedral de Cantuária. É considerado padroeiro da liberdade religiosa e defensor da Igreja contra a opressão política.
“Morro voluntariamente pelo nome de Jesus e pela defesa de sua Igreja” - São Tomás Becket
São Tomás Becket, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa