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Janeiro de 2027
¹⁴Esta é a confiança que temos nele: que qualquer coisa que lhe pedirmos conforme à sua vontade, ele nos ouve. ¹⁵E sabemos que nos ouve em tudo quanto lhe pedirmos; sabemos disso porque temos já recebido o efeito das petições que lhe fazemos. ¹⁶Quem sabe que seu irmão comete um pecado que não é de morte, faça oração, e será dada vida àquele cujo pecado não é de morte. Há pecado que é de morte; não digo que rogue alguém por ele. ¹⁷Toda iniquidade é pecado, e há pecado que é de morte. ¹⁸Sabemos que todo aquele que nasceu de Deus, não peca; mas o nascimento que tem de Deus o guarda, e o maligno não o toca. ¹⁹Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no maligno. ²⁰E sabemos que veio o Filho de Deus e que nos deu entendimento para que conheçamos o verdadeiro Deus e estejamos no seu verdadeiro Filho. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. ²¹Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém.
Palavra do Senhor.
¹ Aleluia. Cantai ao Senhor um cântico novo; o seu louvor na assembleia dos fiéis.
² Alegre-se Israel naquele que o criou, e os filhos de Sião regozijem-se em seu rei. R.
³ Louvem em coro o seu nome; cantem-no ao som do tambor e do saltério.
⁴ Porque o Senhor tem-se comprazido no seu povo, e há de exaltar os humildes, e salvá-los. R.
⁵ Regozijar-se-ão os santos na glória; eles se alegrarão em seus leitos.
⁶ᵃ Os louvores de Deus estarão na sua boca
⁹ᵇ Tal é a glória reservada a todos os seus santos. R.
²²Depois disto, foi Jesus com seus discípulos para a terra da Judeia; ali se demorou com eles, e batizava. ²³João estava também batizando em Enon, junto a Salim, porque havia ali muita água, e o povo vinha para ser batizado. ²⁴Pois João ainda não tinha sido posto no cárcere. ²⁵Então levantou-se uma questão entre os discípulos de João e os judeus acerca da purificação. ²⁶Foram ter com João e disseram-lhe: “Mestre, o que estava contigo do outro lado do Jordão, de quem tu deste testemunho, ei-lo que está batizando, e todos vão a ele”. ²⁷Respondeu João, dizendo: “O homem não pode receber coisa alguma, se não lhe for dada do céu. ²⁸Vós mesmos me sois testemunhas de que vos disse: ‘Eu não sou o Cristo, mas fui enviado adiante dele’. ²⁹O que tem a esposa é o esposo, mas o amigo do esposo, que está de pé e o ouve, enche-se de gozo com a voz do esposo. Pois este meu gozo está cumprido. ³⁰Convém que ele cresça e eu diminua.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santo André Corsini nasceu em 30 de novembro de 1302, em Florença, numa das mais ilustres famílias da cidade. Seus pais, Nicolau e Peregrina, por muito tempo não conseguiram ter filhos, mas mantiveram firme a fé e a oração até que receberam a graça tão esperada: o nascimento de André.
Apesar da boa formação recebida, na adolescência André trilhou caminhos tortuosos e, com apenas 15 anos, já causava grande sofrimento aos pais. Um dia, sua mãe, entristecida, desabafou: “Filho, você é, de fato, aquele lobo que eu sonhava.” Surpreso, ele escutou com atenção a continuação: “Mas este lobo entrava numa igreja e se transformava em cordeiro.” Aquilo o tocou profundamente e, no dia seguinte, entrou escondido na igreja dos carmelitas, onde, aos pés de Nossa Senhora, teve uma experiência de conversão que mudou sua vida.
Em 1318, André foi admitido no Carmelo. Fez o noviciado, resistiu às pressões da família e professou seus votos no dia 6 de janeiro de 1321. Era um homem humilde, servindo aos pobres, aos doentes e nos trabalhos mais simples da comunidade. Chegou a mendigar para sustentar o convento, sem nunca perder a caridade nem a paz interior.
Ordenado sacerdote em 1328, continuou seu serviço com fervor. Mas Deus queria mais dele: André foi escolhido para ser bispo de Fiesole. Com temor e humildade, fugiu e se escondeu na Cartuxa de Florença. O povo chegou a escolher outro bispo, até que, por revelação de uma criança, descobriram seu paradeiro. Outra criança apareceu a ele e o encorajou, garantindo-lhe que Deus e Nossa Senhora estariam com ele.
Como bispo, dedicou-se ainda mais aos pobres. Mandou fazer uma lista dos necessitados que tinham vergonha de pedir ajuda, para socorrê-los. Em todas as quintas-feiras, lavava os pés dos pobres — gesto que refletia sua imitação de Cristo.
No Natal de 1372, Nossa Senhora apareceu-lhe e anunciou que sua hora estava próxima. Faleceu no dia 6 de janeiro de 1373, festa da Epifania do Senhor, e foi sepultado na igreja dos carmelitas, em Florença, onde muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão.
Seu processo de canonização começou no pontificado de Eugênio IV e foi concluído em 1629, pelo Papa Urbano VIII.
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Autor: Redação Biblioteca Católica