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Janeiro de 2027
¹Temamos então que, desprezando a promessa de entrar no seu descanso, haja algum dentre vós que seja dele excluído. ²Porque, como eles, também nós recebemos a boa nova; mas a palavra que eles ouviram não lhes aproveitou, por não ser acompanhada da fé naqueles que a tinham ouvido. ³Porém nós, que cremos, entraremos no repouso, segundo disse: Por isso lhes jurei na minha ira: Não entrarão no meu repouso; e com certeza estavam concluídas as suas obras depois da criação do mundo. ⁴Porque em certo lugar falou assim do sétimo dia: E Deus descansou no sétimo dia de todas as suas obras. ⁵E outra vez aqui: Não entrarão no meu repouso. ¹¹Apressemo-nos, pois, a entrar naquele descanso, para que ninguém caia em tal exemplo de incredulidade.
Palavra do Senhor.
³ O que ouvimos e compreendemos, e o que nossos pais nos contaram.⁴ᵇ Publicaram os louvores do Senhor,⁴ᶜ e o seu poder, e as maravilhas que fez. R. ⁶ᶜ Levantarão e contarão também a seus filhos,⁷ para que ponham em Deus a sua esperança e não se esqueçam das obras de Deus, e busquem com cuidado os seus mandamentos. R.⁸ Para que não sejam como seus pais, uma geração má e rebelde; uma geração que não encaminhou reto o seu coração, nem o seu espírito foi fiel a Deus. R.
¹Passados alguns dias, entrou Jesus outra vez em Cafarnaum. ²E soube-se que ele estava em casa, juntando-se ali muitas pessoas, de modo que não cabiam nem mesmo diante da porta; e ele pregava-lhes a palavra. ³E foram ter com ele uns que conduziam um paralítico, transportado entre quatro [homens]. ⁴Como não pudessem apresentá-lo por causa da multidão, desencobriram o teto sob o qual estava [ Jesus] e, tendo feito uma abertura, desceram o leito em que jazia o paralítico. ⁵Vendo Jesus a fé daqueles homens, disse ao paralítico: “Filho, teus pecados te são perdoados”. ⁶E estavam ali sentados alguns escribas, os quais discorriam nos seus corações: ⁷“Como fala assim este homem? Ele blasfema! Quem pode perdoar os pecados, senão apenas Deus?” ⁸E Jesus, logo conhecendo no seu espírito que eles discorriam desta maneira dentro de si, disse-lhes: “Por que pensais isso nos vossos corações? ⁹O que é mais fácil, dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados te são perdoados’,a ou dizer: ‘Levanta-te, toma o teu leito, e anda’?. ¹⁰Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder de perdoar pecados (disse ao paralítico), ¹¹eu te digo: ‘Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa’”. ¹²Imediatamente ele se levantou e, tomando o seu leito, retirou-se à vista de toda a multidão, de maneira que todos se admiraram e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos tal coisa”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santo Amaro nasceu em Roma e, ainda criança, ingressou na vida religiosa. Aos doze anos, tornou-se discípulo de São Bento, entrando para a ordem beneditina. Desde jovem, destacou-se pelo silêncio, obediência e pela profunda adesão à vida austera do mosteiro.
Viveu intensamente o lema “ora et labora” — oração e trabalho — e foi um verdadeiro reflexo da espiritualidade beneditina. Sua amizade com São Bento foi marcada por profunda confiança e fidelidade.
Um dos episódios mais conhecidos de sua vida foi narrado por São Gregório Magno: ao obedecer prontamente uma ordem de São Bento, Amaro caminhou sobre as águas para salvar um jovem que se afogava — milagre que, com humildade, atribuiu à graça do seu mestre. Outro fato marcante foi a multiplicação dos pães durante uma viagem à França. Ao ser acolhido por um pobre convento que lhe ofereceu seu último pão, Santo Amaro, em espírito de caridade e fé, viu a dispensa dos monges se encher de pães frescos como sinal claro da Eucaristia e da providência divina.
Santo Amaro faleceu em 15 de janeiro de 584, aos 72 anos. Em diversos países, especialmente na Europa, é tradição abençoar sanduíches no dia de sua festa, como sinal de partilha e confiança na providência divina.
Santo Amaro, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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