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Janeiro de 2027
¹Porque todo sumo sacerdote, tomado dentre os homens, é constituído a favor dos homens naquelas coisas que se referem a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados. ²Ele é capaz de se condoer daqueles que ignoram e erram, porque ele também está cercado de enfermidade, ³e por isso deve, tanto pelo povo como também por si mesmo, oferecer sacrifício pelos pecados. ⁴E nenhum se arroga esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão. ⁵Assim também Cristo não se glorificou a si mesmo para se fazer sumo sacerdote, mas Deus é quem lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei. ⁶Como também diz noutro lugar: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedec. ⁷Nos dias da sua carne, oferecendo, com grande brado e com lágrimas, preces e súplicas àquele que o podia salvar da morte, Jesus foi atendido pela sua reverência ⁸e, embora fosse Filho de Deus, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu. ⁹Então, uma vez consumado, tornou-se a causa da salvação eterna para todos os que lhe obedecem, ¹⁰sendo chamado por Deus sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedec.
Palavra do Senhor.
¹ Salmo de Davi. Disse o Senhor ao meu Senhor: “Senta-te à minha direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés”. R.
² O Senhor fará sair de Sião o cetro do teu poder; “Domina tu no meio dos teus inimigos. R.
³ Contigo está o principado no dia da tua força, entre os resplendores dos santos; das minhas entranhas te gerei antes da aurora”. R.
⁴ Jurou o Senhor, e não se arrependerá: “Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedec”. R.
¹⁸Os discípulos de João e os fariseus jejuavam; por isso foram perguntar-lhe: “Por que jejuam os discípulos de João e dos fariseus, e não jejuam os teus discípulos?” ¹⁹Jesus disse-lhes: “Podem porventura jejuar os companheiros do esposo, enquanto o esposo está com eles? Durante todo o tempo que têm consigo o esposo, não podem jejuar. ²⁰Mas virão dias em que lhes será tirado o esposo, e então nesses dias jejuarão. ²¹Ninguém cose um remendo de pano cru num vestido velho; doutra sorte o remendo novo leva parte do velho, e torna-se maior o rasgão. ²²E ninguém coloca vinho novo em odres velhos; doutra sorte o vinho fará arrebentar os odres, e se derramará o vinho, perdendo-se os odres; mas o vinho novo deve-se colocar em odres novos”. Os discípulos de Jesus colhem espigas ao sábado
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Prisca viveu nos primeiros séculos do Cristianismo, mas sua identidade permanece envolta em mistério. Seu nome, que significa “antiga”, remete aos primórdios da fé cristã em Roma. Há indícios de que diferentes relatos sobre ela possam, na verdade, referir-se a três pessoas distintas.
Segundo uma antiga tradição, Santa Prisca teria sido batizada por São Pedro aos 13 anos e, ainda muito jovem, deu testemunho de sua fé com o martírio. É considerada por muitos a primeira mulher do Ocidente a morrer por Cristo — por isso, é chamada de protomártir romana.
Em outra tradição, ela é identificada com Prisca, esposa de Áquila, mencionada por São Paulo em suas cartas como colaboradora na missão e exemplo de fidelidade: “Saudai Prisca e Áquila, meus colaboradores em Jesus Cristo, que expuseram suas cabeças para salvar minha vida. A eles devo graças, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios” (Rm 16,3).
Há duas versões relacionadas à sua morte. Uma afirma que a protomártir romana foi decapitada durante a perseguição de Cláudio II (268–270); a outra indica que o martírio ocorreu ainda antes, na época do imperador Tibério (45–54).
Acredita-se que Santa Prisca tenha sido sepultada nas catacumbas de Priscila, que teriam recebido esse nome em sua homenagem.
Santa Prisca, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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