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Janeiro de 2027
³ᵇSamuel dormia no templo do Senhor, onde estava a arca de Deus. ⁴E o Senhor chamou Samuel, o qual respondeu, dizendo: “Eis-me aqui”. ⁵Então correu a Heli e disse: “Eis-me aqui, pois tu chamaste-me”. Ele respondeu: “Não te chamei, volta e dorme”. Ele retirou-se e dormiu. ⁶O Senhor voltou novamente a chamar Samuel. Samuel, levantando-se, foi a Heli e disse: “Eis-me aqui, pois me chamaste”. Heli respondeu: “Não te chamei, meu filho; volta, e dorme”. ⁷Ora, Samuel ainda não conhecia [a voz do] Senhor, porque não lhe tinha sido ainda revelada a palavra do Senhor. ⁸O Senhor voltou novamente a chamar Samuel pela terceira vez. Ele, levantando-se, foi a Heli ⁹e disse: “Eis-me aqui, pois me chamaste”. Compreendeu então Heli que o Senhor chamava o menino, e disse a Samuel: “Vai, e dorme. E, se te chamarem outra vez, dirás: ‘Fala, Senhor, porque o teu servo ouve’”. Samuel então retirou-se e dormiu no seu aposento. ¹⁰E o Senhor veio, parou, e chamou duas vezes como tinha feito: “Samuel, Samuel”. E Samuel respondeu-lhe: “Fala, Senhor, porque o teu servo ouve”. ¹⁹Samuel crescia, e o Senhor era com ele, e nenhuma das suas palavras caiu no chão.
Palavra do Senhor.
² Aguardei com ânsia o Senhor, e atendeu-me,
⁴ᵃ E pôs um novo cântico na minha boca,
⁴ᵇ um hino ao nosso Deus. R.
⁷ Não quiseste sacrifício nem oblação, mas deste-me ouvidos perfeitos. E holocausto e [sacrifício] pelo pecado não pediste. R.
⁸ᵃ Então eu disse: “Eis que venho,
⁸ᵇ está escrito de mim na cabeceira do livro, para fazer a tua vontade”.
⁹ Deus meu, eu o quis, e a tua lei está no íntimo do meu coração. R.
¹⁰ Anunciei a tua justiça na grande assembleia, não fecharei os meus lábios; Senhor, tu o sabes. R.
¹³ᶜO corpo não é para a fornicação, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo. ¹⁴E Deus, que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós com o seu poder. ¹⁵ᵃNão sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? ¹⁷Ao contrário, o que está unido ao Senhor é um só espírito com ele. ¹⁸Fugi da fornicação. Qualquer pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que comete fornicação, peca contra o seu próprio corpo. ¹⁹Porventura não sabeis que os vossos membros são templo do Espírito Santo, que habita em vós, que vos foi dado por Deus, e que não pertenceis a vós mesmos? ²⁰Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, e trazei a Deus no vosso corpo.
Palavra do Senhor.
³⁵No dia seguinte, João lá estava novamente com dois de seus discípulos ³⁶e, ao ver Jesus que ia passando, disse: “Eis o Cordeiro de Deus”. ³⁷Quando os dois discípulos ouviram as suas palavras, seguiram Jesus. ³⁸Jesus, voltando-se para trás e vendo que o seguiam, disse-lhes: “Que buscais vós?”. Eles disseram-lhe: “Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras?”. ³⁹Jesus respondeu-lhes: “Vinde e vede”. Foram e viram onde habitava, e ficaram com ele aquele dia. Era então quase a hora décima. ⁴⁰Ora, André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido o que João dissera, e que tinham seguido Jesus. ⁴¹Ele encontrou primeiro seu irmão Simão, e disse-lhe: “Encontramos o Messias (que quer dizer o Cristo)” ⁴²E levou-o a Jesus. Então Jesus, fixando nele o olhar, disse: “Tu és Simão, filho de Jonas, tu serás chamado Cefas”, que quer dizer Pedro.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santo Antão nasceu no Egito, no ano 251. Perdeu os pais ainda jovem e herdou muitos bens, mas o maior tesouro que recebeu foi a fé cristã.
Ao ouvir, no Evangelho, o chamado de Jesus ao jovem rico — “Vai, vende tudo o que tens, dá aos pobres e segue-me” —, Antão reconheceu-se naquele jovem e obedeceu. Garantiu o futuro de sua irmã e passou a viver em oração, silêncio e penitência, retirando-se para o deserto a fim de buscar a Deus.
Viveu em um cemitério abandonado — lugar temido por muitos —, mas onde ele encontrou o silêncio e a solidão necessários para se unir ao Senhor. Construiu ali muros e passava os dias em penitência. As pessoas deixavam pão por cima do muro e, ao receberem seus conselhos, muitos se sentiram chamados a imitá-lo. Assim nasceram as primeiras comunidades monásticas cristãs.
Seu rosto era sempre alegre, e quem o procurava era orientado a “procurar o mais sorridente entre os monges — esse é Antão”. Além de sua vida de oração, teve papel decisivo no combate à heresia ariana, junto a Santo Atanásio.
Faleceu em 356, com mais de cem anos de idade, e é considerado o Pai do monaquismo cristão e padroeiro dos monges e eremitas.
Quem quiser vencer as tentações, não confie em si, mas tanto mais em Deus. - Santo Antão
Santo Antão, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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