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Janeiro de 2027
¹Porque este Melquisedec, rei de Salém, sacerdote do Deus altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando ele voltava de destroçar os reis, e o abençoou, ²ao qual também Abraão deu o dízimo de todos os despojos, interpreta-se primeiramente “rei da justiça”, e depois, “rei de Salém”, que quer dizer “rei da paz”, ³sem pai nem mãe, sem genealogia, sem princípio de dias, sem fim de vida, e, tornado assim semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. ¹⁵E isto ainda é mais manifesto, se surge outro sacerdote à semelhança de Melquisedec, ¹⁶o qual não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude de uma vida indissolúvel. ¹⁷Porque está escrito: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedec.
Palavra do Senhor.
¹ Salmo de Davi. Disse o Senhor ao meu Senhor: “Senta-te à minha direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés”. R.
² O Senhor fará sair de Sião o cetro do teu poder; “Domina tu no meio dos teus inimigos. R.
³ Contigo está o principado no dia da tua força, entre os resplendores dos santos; das minhas entranhas te gerei antes da aurora”. R.
⁴ Jurou o Senhor, e não se arrependerá: “Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedec”. R.
¹Outra vez, Jesus entrou na sinagoga, e encontrava-se lá um homem que tinha uma das mãos seca. ²Eles o observavam para ver se curaria em dia de sábado, e assim o acusarem. ³Jesus disse ao homem que tinha a mão seca: “Fica de pé aqui no meio”. ⁴Então disse-lhes: “É lícito em dia de sábado fazer bem ou mal? Salvar a vida ou tirá-la?” Eles, porém, calavam-se. ⁵E, olhando-os em roda com indignação, contristado da cegueira de seus corações, disse ao homem: “Estende a tua mão”. Ele a estendeu, e foi-lhe restabelecida a mão. ⁶Mas os fariseus, retirando-se, entraram logo em conselho contra ele com os herodianos, para ver como o haviam de perder.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Sebastião nasceu em Narbonne, no século III. Desde jovem, destacava-se pelo espírito de serviço e, por isso, ingressou no exército romano, tornando-se capitão da guarda imperial.
Durante o império de Diocleciano — período de intensa perseguição aos cristãos —, Sebastião, sem que as autoridades soubessem, consolava com sabedoria e discrição os cristãos presos, como os irmãos gêmeos Marco e Marcelino, sendo luz no meio da escuridão. Sua coragem e fé fizeram dele um verdadeiro apóstolo entre os confessores e mártires, sendo estimado até mesmo pelos pagãos.
Deus confirmava seu testemunho com milagres: uma luz o envolvia enquanto pregava, curava os doentes com suas orações e levava muitos à conversão, como o prefeito de Roma e seu filho Tibúrcio.
Foi traído por um falso discípulo e denunciado ao imperador. Condenado, foi amarrado a um tronco e alvejado por flechas até pensarem que estava morto. Uma mulher cristã, viúva de um mártir, encontrou-o ainda com vida e cuidou dele. Restabelecido, apresentou-se novamente a Diocleciano para defender a Igreja, sendo então espancado até a morte com porretes.
Ganhou, assim, um duplo martírio no ano 288. São Sebastião é padroeiro dos soldados, arqueiros e atletas.
Antes de ser oficial do Imperador, sou Soldado de Cristo - São Sebastião
São Sebastião, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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