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Janeiro de 2027
²⁵Logo, pode salvar perpetuamente os que por ele mesmo se aproximam de Deus, vivendo sempre para interceder por nós. ²⁶Porque convinha que nós tivéssemos um tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, segregado dos pecadores e elevado acima dos céus, ²⁷e que não tem necessidade, como os outros sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiramente pelos seus pecados, depois pelos do povo – ele fez isto uma só vez, oferecendo-se a si mesmo. ²⁸Porquanto a lei constituiu sacerdotes a homens sujeitos à fraqueza, mas a palavra do juramento, que é posterior à lei, [constitui sumo sacerdote] o Filho, o qual é perfeito eternamente. ¹Eis o ponto capital de tudo o que acabamos de dizer: temos um sumo sacerdote tal que está sentado nos céus à direita do trono da majestade, ²ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo erigido pelo Senhor, e não pelo homem. ³Todo sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e vítimas, por isso é necessário que também este tenha alguma coisa que oferecer .⁴Ora, se ele estivesse sobre a terra, nem sacerdote seria, visto que já há os que oferecem dons, segundo a lei, ⁵que celebram um culto [que é] imagem e sombra das coisas celestiais, como foi dito a Moisés, quando estava para acabar o tabernáculo: Olha, disse ele, e faz todas as coisas conforme ao modelo que te foi mostrado sobre o monte. ⁶Mas Cristo recebeu um ministério tanto mais elevado quanto é mediador de uma melhor aliança, a qual foi estabelecida sobre melhores promessas.
Palavra do Senhor.
⁷ Não quiseste sacrifício nem oblação, mas deste-me ouvidos perfeitos. E holocausto e [sacrifício] pelo pecado não pediste.
⁸ᵃ Então eu disse: “Eis que venho, R.
⁸ᵇ Está escrito de mim na cabeceira do livro,
⁸ᶜ para fazer a tua vontade”.
⁹ Deus meu, eu o quis, e a tua lei está no íntimo do meu coração. R.
¹⁰ Anunciei a tua justiça na grande assembleia, não fecharei os meus lábios; Senhor, tu o sabes. R.
¹⁷ Regozijem-se e alegrem-se em ti os que te buscam, os que amam a tua salvação digam sempre: “Seja glorificado o Senhor”. R.
⁷Jesus retirou-se com os seus discípulos para o lado do mar, e seguiu-o uma grande multidão do povo da Galileia e da Judeia. ⁸E de Jerusalém, da Idumeia e da região além do Jordão, e das cercanias de Tiro e de Sidônia, tendo ouvido as coisas que fazia, foram também em grande multidão ter com ele. ⁹Jesus mandou aos seus discípulos que lhe aprontassem uma barca, para que a multidão não o comprimisse. ¹⁰Porque, como curava muitos, todos os que padeciam algum mal lançavam-se sobre ele para o tocarem. ¹¹E os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele, e gritavam, dizendo: ¹²“Tu és o Filho de Deus”. E ele fazia-lhes grandes ameaças para que o não revelassem.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Inês, cujo nome vem do grego e significa “pura e casta”, nasceu em Roma, em uma família nobre. Segundo os costumes da época, foi cuidada por uma aia até seu casamento.
Inês havia descoberto sua vocação como virgem consagrada ao Senhor e firmou esse compromisso. Apesar das insistentes propostas, ela sempre recusava, mantendo sua fé mesmo diante da perseguição. Com cerca de 12 anos, Inês chamou a atenção de um jovem pretendente, filho do prefeito de Roma, encantado por sua beleza.
Santa Inês foi levada ao altar de Minerva, em Roma, onde lhe ordenaram obedecer às leis persecutórias de Diocleciano, que exigiam que ela oferecesse incenso à deusa. No meio dos ritos, ergueu as mãos para Cristo, fazendo o sinal da cruz. Não se afligiu quando teve mãos e pés atados, pois os grilhões deslizaram milagrosamente de suas pequeninas mãos.
O juiz, ao ver que as dores não lhe causavam medo, desferiu-lhe um insulto pior que a morte: rasgaram suas vestes e a expuseram na rua, diante de uma multidão pagã.
Contudo, Santa Inês não se deixou intimidar, exclamando: “Cristo guardará os seus!” E assim foi.
Por um milagre, enquanto a multidão desviava o olhar da jovem, um rapaz ousou fitá-la com olhar imodesto e foi cegado por um clarão de luz, sendo retirado pelos companheiros, aflito e em pânico.
Com a força do Espírito Santo, ela permaneceu fiel ao seu voto. Vendo que não conseguiriam fazê-la ceder, as autoridades decretaram sua decapitação quando tinha cerca de 12 anos.
Meu Esposo é Cristo: antes de todos, foi Ele quem me escolheu, e d’Ele eu serei - Santa Inês
Santa Inês, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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