Baixe o aplicativo gratuitamente
Janeiro de 2027
³²Lembrai-vos dos primeiros dias em que, depois de terdes sido iluminados, sofrestes grande combate de sofrimentos – ³³algumas vezes expostos, como em espetáculo, aos opróbrios e tribulações; outras, tomando parte nos sofrimentos daqueles que eram assim tratados. ³⁴Porque vos compadecestes dos encarcerados e suportastes com alegria a espoliação dos vossos bens, sabendo que tendes um patrimônio mais excelente e durável. ³⁵Não queirais, pois, perder a vossa confiança, que tem uma grande recompensa. ³⁶Pois vos é necessária a paciência, para que, fazendo a vontade de Deus, alcanceis a promessa. ³⁷Com efeito, ainda, em pouquíssimo tempo, o que há de vir, virá, e não tardará. ³⁸E o meu justo vive da fé; porém, se ele se afastar, não agradará à minha alma. ³⁹Nós, porém, não somos daqueles que se afastam, para a perdição, mas daqueles que guardam a fé para salvar a alma.
Palavra do Senhor.
³ Espera no Senhor, e faz boas obras; habita na terra e te sustentarás com as suas riquezas.
⁴ Põe as tuas delícias no Senhor, e te concederá o que o teu coração deseja. R.
⁵ Expõe ao Senhor a tua situação, e espera nele, e ele procederá.
⁶ Ele fará brilhar como lume a tua justiça, e o direito da tua causa como o meio-dia. R.
²³ Os passos do homem [justo] serão dirigidos pelo Senhor, e o seu caminho será por ele aprovado.
²⁴ Quando cair, não se ferirá, porque o Senhor lhe põe a mão por baixo. R.
³⁹ A salvação dos justos vem do Senhor, e ele é o seu protetor no tempo da tribulação.
⁴⁰ O Senhor os ajudará e os livrará, e os tirará da mão dos pecadores, e os salvará, porque esperam nele. R.
²⁶Dizia também: “O reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra, ²⁷e que dorme e se levanta noite e dia, e a semente brota e cresce sem ele saber como. ²⁸Porque a terra por si mesma produz, primeiramente, a erva, depois a espiga, e por último o grão cheio na espiga. ²⁹E, quando o fruto está maduro, mete logo a foice, porque é chegado o tempo da ceifa”. ³⁰Dizia mais: “A que coisa assemelharemos nós o reino de Deus? Ou com que parábola o ilustraremos? ³¹É como um grão de mostarda que, quando se semeia na terra, é a menor de todas as sementes que há na terra; ³²mas, depois que é semeado, cresce e torna-se maior que todas as hortaliças e cria grandes ramos, de modo que as aves do céu podem vir pousar à sua sombra”. ³³E assim lhes propunha a palavra com muitas parábolas como estas, conforme o permitia a capacidade dos ouvintes. ³⁴E não lhes falava sem parábolas; porém, tudo explicava em particular a seus discípulos.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Constâncio foi o primeiro bispo da cidade de Perúgia, na Itália. Desde jovem, destacou-se pela vida de oração, mortificação e generosidade para com os pobres. Sua maturidade espiritual era tão evidente que, aos 30 anos, foi chamado a assumir o pastoreio da Igreja local.
Como bispo, exerceu um verdadeiro papel de pai espiritual, enfrentando com coragem e fidelidade os tempos difíceis da perseguição promovida pelo imperador Marco Aurélio. Sua fé firme, mesmo diante das ameaças, inspirou não apenas os cristãos, mas também os pagãos.
São Constâncio foi preso pela primeira vez por se recusar a adorar os deuses do império. Trancado em uma casa de banhos aquecida a altas temperaturas, saiu ileso, para espanto de todos. Na prisão, evangelizou e converteu os próprios guardas — o que lhe custou uma nova libertação.
Chamado novamente à presença do imperador, foi condenado a caminhar sobre carvões em brasa. Nenhum sofrimento foi capaz de fazê-lo negar a fé em Cristo. Por fim, sob nova acusação e diante da recusa em renunciar ao Evangelho, foi preso pela terceira vez e decapitado, no ano 178.
São Constâncio, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa