Baixe o aplicativo gratuitamente
Janeiro de 2027
¹A fé é a substância das coisas que se esperam, e uma demonstração das coisas que não se veem. ²Foi por a terem possuído que os antigos alcançaram bom testemunho. ⁸Pela fé aquele que se chama Abraão obedeceu, partindo para o lugar que havia de receber por herança, e partiu sem saber para onde ia. ⁹Pela fé estabeleceu-se na terra prometida, como em terra alheia, habitando em tendas com Isaac e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. ¹⁰Porque esperava por aquela cidade de sólidos fundamentos, cujo arquiteto e fundador é Deus. ¹¹Pela fé a própria Sara, estéril [como era], recebeu a virtude de conceber, apesar da sua idade avançada; porque creu que era fiel aquele que tinha prometido. ¹²Por isso de um só homem (e esse já quase morto) saiu uma posteridade tão numerosa como as estrelas do céu e como a areia inumerável que está à borda do mar. ¹³Na fé morreram todos esses, sem terem ainda recebido as coisas prometidas, mas vendo-as e saudando-as de longe, e confessando serem peregrinos e hóspedes sobre a terra. ¹⁴Porque os que falam assim, mostram bem que buscam a sua pátria. ¹⁵E por certo, se eles tivessem na mente aquela donde saíram, tinham na verdade tempo de voltar para ela; ¹⁶mas é uma [pátria] melhor, isto é, a [pátria] celeste que eles desejam. Por isso Deus não se envergonha de se chamar seu Deus, porque lhes preparou uma cidade. ¹⁷Pela fé Abraão, posto à prova, ofereceu Isaac, e oferecia o [seu filho] unigênito, aquele que tinha recebido as promessas; ¹⁸aquele a quem tinha sido dito: De Isaac sairá a tua descendência; ¹⁹mas [Abraão] considerava que Deus é poderoso até para ressuscitar os mortos; por isso o recuperou [como] uma figura.
Palavra do Senhor.
⁶⁹ E levantou o chifre da salvação, na casa de seu servo Davi.
⁷⁰ Conforme anunciou pela boca dos seus santos, de seus profetas, desde os tempos antigos. R.
⁷¹ Que nos livraria de nossos inimigos e das mãos de todos os que nos odeiam,
⁷² para exercer a sua misericórdia a favor de nossos pais, e lembrar-se do seu santo pacto. R.
⁷³ Segundo o juramento que fez a nosso pai Abraão, de nos conceder
⁷⁴ que, livres das mãos dos nossos inimigos, o sirvamos sem temor,
⁷⁵ diante dele com santidade e justiça, durante todos os dias da nossa vida. R.
³⁵Naquele dia, já avançada a tarde, disse-lhes: “Passemos à outra margem”. ³⁶E, despedindo o povo, o levaram consigo na barca, assim como ele estava, e outras embarcações o seguiram. ³⁷Então levantou-se uma grande tormenta de vento, que impelia as ondas contra a barca, de sorte que ela ia se enchendo. ³⁸E Jesus estava dormindo na popa, sobre um travesseiro. Eles o acordaram e lhe disseram: “Mestre, não te importa que pereçamos?” ³⁹E ele, levantando-se, ameaçou o vento e disse para o mar: “Cala-te, acalma-te!”. Então o vento cessou, e seguiu-se uma grande bonança. ⁴⁰Em seguida disse-lhes: “Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?” ⁴¹Eles ficaram cheios de grande temor, e diziam uns para os outros: “Quem julgas que é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Jacinta Marescotti nasceu com o nome de Clarice, em Roma, no ano de 1585. Pertencia a uma família nobre e profundamente religiosa. Seus pais, o príncipe Marco Antônio Marescotti e Otávia Orsini, procuraram oferecer aos filhos não apenas uma excelente formação, mas, sobretudo, o amor a Cristo e à Igreja. Desde cedo, Clarice foi educada em um convento franciscano, onde já vivia sua irmã mais velha, Inocência.
Apesar da formação cristã, Clarice desejava o matrimônio. Apaixonou-se por um jovem marquês, mas viu seu sonho ruir quando ele se casou com sua irmã mais nova, Ortênsia. Decepcionada e ressentida, sua vida tomou outro rumo, e, preocupados com seu comportamento, seus pais a enviaram ao Mosteiro de São Bernardino, em Viterbo, onde recebeu o nome de Jacinta ao tornar-se Terciária Franciscana.
Apesar de professar o voto de castidade, manteve durante quinze anos uma vida de luxo, com roupas finas e uma moradia confortável dentro do convento, recusando o voto de pobreza.
Em um momento de crise profunda, após a morte do pai e uma grave doença, Jacinta fez uma oração que a curou e a levou à conversão. Curada da enfermidade, pediu perdão às suas irmãs de convento, renunciou a todos os luxos e abraçou uma vida de penitência e caridade
Pelos 24 anos seguintes, dedicou-se intensamente aos pobres, aos doentes e aos necessitados. Fundou asilos e orfanatos, utilizando doações e o apoio de antigos conhecidos da família. Tudo o que recebia era destinado aos mais carentes, vivendo com simplicidade e espírito franciscano.
Santa Jacinta Marescotti faleceu em 30 de janeiro de 1640 e foi canonizada em 24 de maio de 1807, pelo Papa Pio VII.
Ó Deus, eu Vos suplico, dai sentido à minha vida, dai-me esperança, dai-me salvação - Santa Jacinta Marescotti
Santa Jacinta Marescotti, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
Assine a Minha Biblioteca Católica
Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa