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Abril de 2026
³²A multidão dos que criam tinha um só coração e uma só alma, e nenhum dizia ser sua coisa alguma daquelas que possuía, mas tudo entre eles era comum. ³³E os Apóstolos, com grande coragem, davam testemunho da ressurreição de Jesus Cristo nosso Senhor, e era grande em todos eles a graça. ³⁴Não havia nenhum necessitado entre eles, porque todos os que possuíam campos ou casas, vendendo-os, traziam o preço do que vendiam ³⁵e depunham-no aos pés dos Apóstolos, e distribuía-se por cada um segundo a sua necessidade. ³⁶José, a quem os Apóstolos davam o sobrenome de Barnabé (que quer dizer Filho de consolação), Levita, natural de Chipre, ³⁷tendo um campo, vendeu-o, elevou o preço e o depôs aos pés dos Apóstolos.
Palavra do Senhor.
¹ᵇ O Senhor reinou, e vestiu-se de magnificência,
¹ᶜ vestiu-se o Senhor de Fortaleza. R.
² Porque firmou o orbe da terra, que não será abalado.
³ Desde então, ó Senhor, ficou estabelecido o teu trono; tu és desde a eternidade. R.
⁵ Os teus testemunhos, Senhor, são digníssimos de fé. A santidade convém à tua casa, Senhor, em toda a duração dos dias. R.
*Segundo a divisão moderna dos versículos: Sl 92(93),1ab.1c-2.5 (R. 1a)
⁷ᵇÉ preciso que vós nasçais de novo. ⁸O espírito sopra onde quer, e tu ouves a sua voz, mas não sabes donde ele vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que nasceu do espírito”. ⁹Replicou Nicodemos: “Como se pode fazer isso?”. ¹⁰Respondeu Jesus:“Tu és mestre em Israel e não sabes estas coisas? ¹¹Em verdade, em verdade te digo que nós dizemos o que sabemos e damos testemunho do que vimos, e vós [com tudo isso] não recebeis o nosso testemunho. ¹²Se vos tenho falado das coisas terrenas, e não acreditais, como acreditareis se vos falar das celestes? ¹³Ninguém subiu ao céu, senão aquele que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu. ¹⁴E como Moisés levantou no deserto a serpente, assim também importa que seja levantado o Filho do homem, ¹⁵a fim de que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Ludovina nasceu em 1380, na Holanda, em uma família humilde, caridosa e profundamente espiritual. Desde pequena, demonstrava compaixão: recolhia alimentos e roupas para doar aos pobres e doentes.
Antes de completar 15 anos, recusou propostas de casamento, decidida a seguir uma vocação de consagração interior. Mas sua vida tomou um rumo inesperado quando, após um acidente, ficou quase completamente paralisada.
Com o apoio da família e a direção de um sábio confessor, Ludovina abraçou sua enfermidade como caminho de união com Jesus. Foi incompreendida, acusada de exagero e até de mentira. Mas respondeu tudo com amor, silêncio e penitência.
No meio do sofrimento, Ludovina encontrou sentido: oferecia suas dores pela conversão dos pecadores e pela salvação das almas, unindo-se profundamente à Cruz de Cristo. Sua vida se tornou um testemunho de perdão, fé e abandono à vontade de Deus.
Segundo relatos, passou cerca de sete anos alimentando-se apenas da Eucaristia.
Santa Ludovina faleceu no dia 14 de abril de 1433.
Santa Ludovina, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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