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Junho de 2026
¹⁷Mas o Senhor dirigiu a sua palavra a Elias, o tesbita, dizendo: ¹⁸“Levanta-te e sai ao encontro de Acab, rei de Israel, que está em Samaria. Eis que ele vai à vinha de Nabot, para tomar posse dela. ¹⁹E tu lhe falarás, dizendo: ‘Eis o que diz o Senhor: Mataste-o e, além disso, tomaste posse [da vinha da tua vítima]’. Depois acrescentarás: ‘Isto diz o Senhor: Neste lugar, em que os cães lamberam o sangue de Nabot, lamberão eles também o teu sangue’”. ²⁰Acab disse a Elias: “Porventura tens-me por teu inimigo?” Elias respondeu-lhe: “Sim, tenho-te por tal, porque te vendeste, para fazeres o mal aos olhos do Senhor. ²¹Eis que farei cair o mal sobre ti, arrancarei a tua descendência e matarei todos os que urinam à parede na casa de Acab, desde o encarcerado até o último filho de Israel. ²²E tornarei a tua casa como a casa de Jeroboão, filho de Nabat, e como a casa de Baasa, filho de Aías. Porque procedeste de modo que me provocaste à ira, e fizeste pecar Israel”. ²³O Senhor falou também de Jezabel, dizendo: “Os cães comerão Jezabel no campo de Jezrael. ²⁴Se Acab morrer na cidade, comê-lo-ão os cães, mas, se morrer no campo, comê-lo-ão as aves do céu”. ²⁵Não houve, com efeito, outro semelhante a Acab, que se vendeu para fazer o mal aos olhos do Senhor porque Jezabel, sua mulher, o incitou. ²⁶E ele tornou-se tão abominável, que seguia os ídolos dos amorreus, que o Senhor tinha exterminado da face dos filhos de Israel. ²⁷Mas, tendo Acab ouvido estas palavras, rasgou as suas vestes, cobriu a sua carne de um cilício e jejuou. Dormia envolto no saco e andava de cabeça baixa. ²⁸E o Senhor dirigiu a sua palavra a Elias, o tesbita, dizendo: ²⁹“Não viste Acab humilhado diante de mim? Porque ele se humilhou em consideração a mim, não farei vir aquele mal enquanto ele viver, mas nos dias de seu filho o farei vir sobre a sua casa”.
Palavra do Senhor.
³ Tem piedade de mim, ó Deus, segundo a tua grande misericórdia; e, segundo a multidão das tuas clemências, apaga a minha iniquidade.
⁴ Lava-me mais e mais da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado. R.
⁵ Porque eu conheço a minha maldade, e o meu pecado está sempre diante de mim.
⁶ᵃ Pequei contra ti só, e fiz o mal diante de ti. R.
¹¹ Aparta o teu rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades.
¹⁶ Livra-me do sangue, Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua exaltará a tua justiça. R.
⁴³Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. ⁴⁴Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam, ⁴⁵para que sejais filhos do vosso Pai, que está nos céus, o qual faz nascer o seu sol sobre bons e maus, e manda a chuva sobre justos e injustos. ⁴⁶Porque, se amais [somente] os que vos amam, que recompensa haveis de ter? Não fazem os publicanos também o mesmo? ⁴⁷E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de especial? Não fazem também assim os gentios? ⁴⁸Sede, pois, perfeitos, como também vosso Pai celestial é perfeito.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Julita era uma senhora rica, cristã e viúva, que cuidava sozinha do seu filho pequeno, Ciro. Ele tinha cerca de três anos quando, no ano 304, o imperador Diocleciano iniciou uma dura perseguição contra os cristãos.
Julita tentou fugir com o filho, mas ambos foram presos. O governador romano, com crueldade, usou o menino como instrumento para pressionar Julita a negar sua fé em Cristo. Enquanto torturava Julita diante do filho, mantinha Ciro sentado em seus joelhos.
Ciro, com sua inocência e coragem, declarou em voz alta: “Também sou cristão!”. Irritado, o governador empurrou o menino, que caiu sofrendo uma grave lesão na cabeça, a qual lhe causou a morte.
Julita, mesmo diante de tanta dor, permaneceu firme, sem chorar ou reclamar, rezando para logo se reunir com seu filho junto a Deus. Ela foi espancada e, em seguida, decapitada.
Ciro é considerado o mais jovem mártir da Igreja, depois dos Santos Mártires Inocentes, e é padroeiro das crianças que sofrem maus-tratos.
São Ciro e Santa Julita, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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