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Junho de 2026
¹Ora, aconteceu que, quando o Senhor quis arrebatar Elias ao céu num redemoinho, Elias e Eliseu partiram de Gálgala. ⁶Disse-lhe novamente Elias: “Fica aqui, porque o Senhor me mandou até o Jordão”. Ele respondeu: “Vive o Senhor e vive a tua alma, eu não te deixarei”. Foram ambos juntos, ⁷e cinquenta dos filhos dos profetas os seguiram, e pararam à sua frente, ao longe, e ambos puseram-se à borda do Jordão. ⁸Elias tomou a sua capa, dobrou-a e golpeou as águas, as quais se dividiram para os dois lados, e passaram ambos a pé enxuto. ⁹Ao passarem, disse Elias a Eliseu: “Pede-me o que queres que eu te alcance, antes que eu seja arrebatado de ti”. Eliseu respondeu: “Peço que seja duplicado em mim o teu espírito”. ¹⁰Elias respondeu: “Dificultosa coisa pediste. Todavia, se tu me vires quando me arrebatarem de ti, terás o que pediste; mas, se não me vires, não o terás”. ¹¹Enquanto continuavam o seu caminho e conversavam entre si, eis que um carro de fogo e uns cavalos de fogo os separaram um do outro, e Elias subiu ao céu no meio dum remoinho. ¹²Eliseu o via e clamava: “Meu pai, meu pai! O carro de Israel e seu condutor!” E não o viu mais. Então tomou as suas vestes e rasgou-as em duas partes. ¹³Levantou do chão a capa que Elias lhe tinha deixado cair e, voltando, parou à borda do Jordão. ¹⁴Tomou a capa que Elias lhe tinha deixado cair, golpeou as águas, e elas não se dividiram. Então disse: “Onde está agora o Deus de Elias?” Golpeou as águas [novamente], e elas dividiram-se para um lado e para o outro, e Eliseu passou.
Palavra do Senhor.
²⁰ Quão grande é, Senhor, a abundância da tua doçura, que tens reservada para os que te temem! Tu a deste abundante àqueles que esperam em ti, à vista dos filhos dos homens. R.
²¹ Tu os esconderás no secreto da tua face contra o tumulto dos homens. Tu os defenderás no teu tabernáculo da contradição das línguas. R.
²⁴ Amai o Senhor, vós todos os seus santos, porque o Senhor exigirá a verdade e castigará severamente os soberbos. R.
¹“Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não sereis remunerados pelo vosso Pai, que está nos céus. ²Quando deres esmola, não faças tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas praças, para serem honrados pelos homens. Em verdade vos digo que receberam a sua recompensa. ³Mas, quando deres esmola, não saiba a tua esquerda o que faz a tua direita, ⁴para que a tua esmola fique em segredo, e teu Pai, que vê em segredo, te pagará. ⁵E quando orardes, não sejais como os hipócritas, os quais gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, a fim de serem vistos pelos homens; em verdade vos digo que receberam a sua recompensa. ⁶Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora a teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê em segredo, te dará a recompensa. ¹⁶E quando jejuardes, não queirais mostrar-vos tristes como os hipócritas que desfiguram os seus rostos para mostrar aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que receberam a sua recompensa. ¹⁷Mas tu, quando jejuares, unge a tua cabeça e lava o teu rosto, ¹⁸a fim de que não pareças aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está presente ao oculto, e então teu Pai, que vê o oculto, te dará a recompensa.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Rainério nasceu no ano de 1118, na Itália, em uma família nobre e cristã.
Recebeu formação religiosa, moral e nos negócios sob a orientação de um bispo respeitado. Contudo, na juventude, desviou-se e entregou-se a uma vida de pecado, passando a sentir um grande vazio interior.
Profundamente tocado pelas contradições em sua vida e pela pobreza que via ao seu redor, Rainério encontrou-se com o eremita Alberto de Córsega, um homem que havia abandonado tudo por Jesus. Esse encontro foi decisivo para sua conversão e mudança de caminho.
Aos dezenove anos, ingressou como irmão leigo no Mosteiro de São Vito, onde viveu até os 23, cultivando uma vida de santidade, oração e penitência. Atento ao chamado de Deus, renunciou a todos os seus bens e partiu para a Terra Santa, onde peregrinou e ajudou muitos a se converterem.
De volta a Pisa, já conhecido pela santidade, São Rainério dedicou-se a formar monges e a guiar a população local no caminho da fé.
Recebeu o apelido de “Rainieri d’água” porque, pouco antes de sua morte, pronunciou uma oração de bênção sobre o pão e a água. A água benzida com essa oração passou a ser conhecida por acalmar tempestades, curar doentes e libertar os oprimidos.
São Rainério faleceu em 1161, mas os milagres atribuídos a ele continuaram, principalmente ligados à água abençoada. Sua canonização foi realizada pelo Papa Alexandre III.
São Rainério, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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