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Junho de 2026
¹Surgiu depois o profeta Elias, como um fogo, e as suas palavras ardiam como facho. ²Fez vir sobre eles a fome, e os que o irritavam pela sua inveja foram reduzidos a um pequeno número, porque não podiam suportar os preceitos do Senhor. ³Com a palavra do Senhor fechou o céu e fez cair fogo do mesmo céu por três vezes. ⁴Assim Elias tornou-se célebre pelos seus milagres. E quem pode [ó Elias] gloriar-se como tu? ⁵Tu que fizeste sair um morto do sepulcro, arrancando-o à morte, em virtude da palavra do Senhor Deus; ⁶que precipitaste os reis na desgraça e desfizeste sem trabalho o seu poder, e, no meio da sua glória, os fizeste cair do leito; ⁷que ouviste sobre o Sinai o juízo do Senhor e sobre o Horeb os decretos da sua vingança; ⁸que sagraste reis para vingar crimes e fizeste profetas para teus sucessores; ⁹que foste arrebatado ao céu num redemoinho de fogo, numa carroça tirada por cavalos ardentes; ¹⁰tu, de quem está escrito que no tempo dos julgamentos virá para abrandar a ira do Senhor, para reconciliar o coração dos pais com os filhos e para restabelecer as tribos de Jacó. ¹¹Bem-aventurados os que te viram e que foram honrados com a tua amizade. ¹²Porque nós só vivemos durante esta vida, mas depois da morte não teremos um nome como o teu. ¹³Elias foi envolto num redemoinho, mas o seu espírito ficou todo em Eliseu, o qual não temeu príncipe algum em seus dias, e, em poder, ninguém o venceu. ¹⁴Nada houve que o pudesse dominar, e, ainda depois de morto, o seu corpo profetizou. ¹⁵Em sua vida fez prodígios e na morte operou maravilhas.
Palavra do Senhor.
¹ De Davi, quando foi restaurada a sua terra. O Senhor é rei, regozije-se a terra, alegrem-se as numerosas ilhas.
² A nuvem e a escuridão estão ao redor dele; a justiça e a equidade são a base do seu trono, R.
³ o fogo irá adiante dele e abrasará ao redor os seus inimigos.
⁴ Os seus relâmpagos iluminaram todo o mundo; viu-os a terra, e estremeceu. R.
⁵ Os montes fundiram-se como cera ante a face do Senhor; diante do Senhor se funde toda a terra.
⁶ Os céus anunciaram a sua justiça, e todos os povos viram a sua glória. R.
⁷ Confundidos sejam todos os que adoram ídolos e os que se gloriam nos seus simulacros. Adorai o Senhor vós todos, ó anjos seus. R.
⁷Nas vossas orações não queirais usar muitas palavras, como os pagãos, pois julgam que, pelo seu muito falar, serão ouvidos. ⁸Não queirais, pois, vos parecer com eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lhe peçais. ⁹Vós, portanto, orai assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. ¹⁰Venha o teu reino. Seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu. ¹¹O pão nosso de cada dia nos dá hoje. ¹²E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. ¹³E não nos deixes cair em tentação. Mas livra-nos do mal. ¹⁴Porque, se vós perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará os vossos pecados. ¹⁵Mas, se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará os vossos pecados.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Gregório Giovanni Gaspare Barbarigo nasceu em 16 de setembro de 1625, em Veneza. Ainda pequeno, com apenas dois anos de idade, enfrentou a dor da perda da mãe, vítima da peste.
Em 1643, acompanhou o embaixador veneziano Alvise Contarini à cidade de Münster, na Alemanha, onde se buscava um acordo de paz para encerrar a Guerra dos Trinta Anos. Durante essa missão diplomática, conheceu o cardeal Fabio Chigi, que mais tarde se tornaria o Papa Alexandre VII.
Após concluir seus estudos em Pádua, Gregório foi ordenado sacerdote aos 30 anos. Em Roma, o Papa Alexandre VII confiou-lhe a coordenação do atendimento aos doentes durante uma nova epidemia de peste. Pouco depois, em 1657, nomeou-o bispo de Bérgamo e, em 1664, bispo de Pádua.
Inspirado por São Carlos Borromeu, Gregório Barbarigo doou seus bens aos pobres e dedicou-se com zelo pastoral à visita das paróquias. Hospedava-se nas casas dos mais simples, ensinava o catecismo às crianças e vivia uma intensa vida de oração.
São Gregório Barbarigo faleceu em Pádua, em 1697. É lembrado por sua profunda vida espiritual, dedicação ao povo e amor fiel à Igreja.
São Gregório Barbarigo, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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