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Julho de 2026
¹E foi-me dirigida a mim a palavra do Senhor nos termos seguintes. ²“Vai e grita aos ouvidos de Jerusalém, dizendo: Isto diz o Senhor: Eu lembrei-me de ti, compadecendo-me da tua mocidade, e lembrei-me do amor dos teus esponsais, quando tu me seguiste no deserto, naquela terra que não se semeia. ³Israel, consagrado ao Senhor, é como as primícias dos seus frutos; todos os que o devoram são culpados; sobre eles virão males”, diz o Senhor. ⁷Eu vos introduzi numa terra fértil, para que comêsseis os seus frutos e o melhor dela; e, depois de terdes lá entrado, profanastes a minha terra, e fizestes da minha herança um objeto de abominação. ⁸Os sacerdotes não disseram: ‘Onde está o Senhor?’. Os depositários da lei não me conheceram, os pastores prevaricaram contra mim e os profetas profetizaram em nome de Baal e seguiram os ídolos”. ¹²Pasmai, céus, sobre isto, e vós, ó portas celestes, ficai inconsoláveis”, diz o Senhor. ¹³“Porque o meu povo fez dois males: abandonaram-me a mim, que sou fonte de água viva, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas que não podem reter as águas”.
Palavra do Senhor.
⁶ Senhor, a tua misericórdia chega ao céu, e a tua verdade até às nuvens.
⁷ᵃ A tua justiça
⁷ᵇ é como os montes de Deus, R.
⁸ Quanto multiplicaste a tua misericórdia, ó Deus! Os filhos dos homens esperarão à sombra das tuas asas.
⁹ Embriagar-se-ão com a abundância da tua casa, e tu os farás beber na torrente das tuas delícias. R.
¹⁰ Porque em ti está a fonte da vida e na tua luz veremos a luz.
¹¹ Estende a tua misericórdia aos que te conhecem e a tua justiça sobre os que têm o coração reto. R.
¹⁰Então, chegando-se a ele os discípulos, disseram-lhe: “Por que razão lhes falas por meio de parábolas?”. ¹¹Ele respondeu: “Porque a vós é concedido conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é concedido. ¹²Porque ao que tem lhe será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. ¹³Por isso lhes falo em parábolas, porque vendo não veem, e ouvindo não ouvem, nem entendem. ¹⁴E cumpre-se neles a profecia de Isaías, que diz: Ouvireis com os ouvidos, e não entendereis; e vereis com os olhos, e não vereis. ¹⁵Porque o coração deste povo tornou-se insensível, os seus ouvidos tornaram-se duros e fecharam os olhos, para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, e se convertam, e eu os sare. ¹⁶Ditosos, porém, os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. ¹⁷Em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não o viram, e ouvir o que ouvis, e não o ouviram.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Brígida nasceu na Suécia, em uma família aristocrática.
Desde pequena, apresentava um caráter forte e decidido. Apesar de sentir-se chamada à vida religiosa, atendeu ao pedido do pai e casou-se com Ulf, governador de um importante distrito do Reino da Suécia.
Teve com Ulf um casamento feliz, sustentado por uma fé profunda. Juntos, tiveram oito filhos. O casal adotou a Regra das Terciárias Franciscanas, fundou um pequeno hospital e viveu uma intensa vida cristã. Brígida estudava a Sagrada Escritura sob a orientação de um erudito religioso, tornando-se conhecida por sua sabedoria e pedagogia, sendo convocada pelo rei da Suécia para orientar a jovem rainha.
Após mais de vinte anos de casamento, Ulf faleceu, e Brígida entregou-se completamente a Deus. Despojou-se de todos os seus bens e passou a viver no mosteiro cisterciense de Alvastra, onde teve experiências místicas que foram posteriormente registradas nos oito livros das Revelações.
Em 1349, partiu para Roma com o objetivo de obter o reconhecimento da Ordem que fundara, composta por monjas e religiosas. Na cidade, sofria profundamente com os maus costumes e a degradação espiritual.
Santa Brígida lutou pela paz na Europa e viveu intensamente a caridade. Apesar de nobre, optou por uma vida de pobreza radical, chegando a pedir esmolas nas portas das igrejas.
Sua espiritualidade era centrada na Paixão de Cristo e na devoção à Virgem Maria. Dela nasceu o “Rosário Brigidino” e várias orações ligadas a promessas de graças feitas por Jesus a quem as rezasse com devoção.
Morreu em Roma, no dia 23 de julho de 1373, com cerca de 70 anos. Brígida foi canonizada em 1391 pelo Papa Bonifácio IX.
Santa Brígida, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica
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