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Agosto de 2026
¹“Naquele tempo”, diz o Senhor, “eu serei o Deus de todas as famílias de Israel, e eles serão o meu povo”. ²Isto diz o Senhor: “O povo que tinha escapado da espada achou graça no deserto; Israel irá para o seu descanso”. ³De longe [responde Israel] se me deixou ver o Senhor. “Amei-te [continua o Senhor] com amor eterno, por isso, compadecido de ti, te atraí a mim. ⁴E de novo te edificarei, e serás edificada, ó virgem de Israel! Ainda hás de ser adornada dos teus atabales, e hás de sair no meio de danças alegres. ⁵Ainda hás de plantar vinhas nos montes da Samaria. Plantarão os plantadores e, enquanto não chegar o tempo, não vindimarão. ⁶Porque há de vir um dia em que os vigias gritarão sobre o monte de Efraim: ‘Levantai-vos, subamos a Sião, ao Senhor nosso Deus’.” ⁷Porque isto diz o Senhor: “Regozijai-vos, fazei festa por amor de Jacó e soltai gritos de júbilo à frente das nações; fazei ruído, cantai e dizei: ‘Salva, Senhor, o teu povo, os remanescentes de Israel’.
Palavra do Senhor.
¹⁰ Ouvi, nações, a palavra do Senhor, e anunciai-a às ilhas longínquas, e dizei: ‘O que dispersou Israel o congregará, e o guardará como um pastor guarda o seu rebanho. R.
¹¹ Porque o Senhor resgatou Jacó e livrou-o da mão do mais poderoso’.
¹²ᵃ E virão e darão louvores no monte de Sião,
¹²ᵇ e correrão aos bens do Senhor. R.
¹³ Então se alegrará a virgem na dança, e também os jovens e os velhos juntamente. Converterei o seu pranto em gozo e os consolarei, e, passada a sua dor, os encherei de alegria. R.
²¹Partindo dali, retirou-se Jesus para as partes de Tiro e de Sidônia. ²²E eis que uma mulher cananeia, que tinha saído daqueles arredores, gritou, dizendo-lhe: “Senhor, Filho de Davi, tem piedade de mim! Minha filha está miseravelmente atormentada pelo demônio”. ²³Ele, porém, não lhe respondeu palavra alguma. Então, aproximando-se seus discípulos, pediam-lhe: “Despede-a, porque vem gritando atrás de nós”. ²⁴Ele respondeu-lhes: “Eu não fui enviado senão às ovelhas que pereceram da casa de Israel”. ²⁵Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: “Senhor, ajuda-me”. ²⁶Ele respondeu: “Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cães”. ²⁷Ela replicou: “Assim é, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos”. ²⁸Então Jesus, respondendo, disse-lhe: “Ó mulher, grande é a tua fé! Seja-te feito como queres”. E desde aquela hora ficou sã a sua filha.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Osvaldo nasceu em 604 na Nortúmbria, região que hoje integra a Inglaterra. Era filho do rei pagão Etelfrit e da princesa cristã Acha. Com a morte de seu pai em batalha no ano 616, Acha e seus onze filhos refugiaram-se na corte do rei da Escócia. Lá, foram acolhidos pelos monges beneditinos do mosteiro de Iona, onde toda a família se converteu ao cristianismo. Osvaldo cresceu sob sólida formação religiosa e acadêmica, destacando-se por sua inteligência, generosidade e porte nobre.
Enquanto era educado na fé cristã, também foi treinado no exército escocês, revelando-se um hábil estrategista. Chamava a atenção por um traço peculiar: tinha um falcão como animal de estimação, que atendia aos seus chamados e pousava em sua mão.
Com a morte do rei Edin, em 633, Osvaldo organizou um pequeno exército e venceu a histórica Batalha de Havenfield, no ano seguinte, retomando o trono da Nortúmbria. Segundo relatos antigos, antes do combate, teve uma visão de São Columbano, que lhe recomendou rezar com seus soldados. Ele seguiu o conselho — e venceu.
Rei por direito e por fé, Osvaldo convocou missionários para evangelizar seu povo. Ele mesmo traduzia os sermões dos monges para que todos compreendessem o Evangelho. Sua ação gerou inúmeras conversões. Promoveu a construção de igrejas, mosteiros, hospitais, asilos, cemitérios e creches, cuidando dos mais necessitados com grande caridade, sem fazer distinção entre ricos e pobres.
Casou-se com a princesa Cineburga, filha do rei pagão de Wessex. Mais uma vez, sua fé foi instrumento de evangelização: convenceu o sogro a acolher missionários escoceses, que acabaram convertendo o reino.
São Osvaldo morreu em combate no ano de 642, defendendo seu povo de invasores pagãos. Sua fama de rei santo e justo atravessou os séculos como testemunho de fé, coragem e serviço ao Reino de Deus.
São Osvaldo da Nortúmbria, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica
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