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Agosto de 2026
¹E com uma grande voz gritou aos meus ouvidos, dizendo: “Os visitadores da cidade estão a chegar, e cada um tem na sua mão um instrumento de morte”. ²Eis que vinham seis homens pelo caminho da porta superior que dá para o norte, e cada um trazia na sua mão um instrumento de morte. Via-se também no meio deles um homem vestido de roupas de linho e um tinteiro de escriba à cinta. Entraram e puseram-se junto ao altar de bronze. ³E a glória do Senhor de Israel elevou-se de cima do querubim, sobre o qual estava, indo-se pôr à entrada da casa [do Senhor], e chamou o homem que estava vestido de roupas de linho, com o tinteiro de escriba à cinta. ⁴O Senhor disse-lhe: “Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e com um tau marca a fronte dos homens que gemem e que se doem de todas as abominações que se fazem no meio dela”. ⁵Aos outros disse, conforme eu ouvia: “Passai pelo meio da cidade, seguindo-o, e feri! Não sejam compassivos os vossos olhos, nem tenhais compaixão alguma. ⁶O velho, o jovem e a donzela, o menino e as mulheres, matai todos, sem que nenhum escape; mas não mateis nenhum daqueles sobre quem virdes o tau. Começai pelo meu santuário”. Começaram então pelos anciãos que estavam diante da casa. ⁷E disse-lhes: “Profanai a casa e enchei os seus átrios de mortos; depois saí”. Então eles saíram e foram matando os que estavam na cidade. ¹⁸Depois saiu a glória do Senhor da entrada do templo e pôs-se sobre os querubins. ¹⁹E os querubins, estendendo as suas asas, elevaram-se da terra diante de mim. Quando eles partiram, seguiram-nos também as rodas. Os querubins pararam à entrada da porta da casa do Senhor, do lado oriental, e a glória do Deus de Israel estava sobre eles. ²⁰Estes são os mesmos animais que eu vi debaixo do Deus de Israel, junto ao rio Cobar, e reconheci que eram querubins. ²¹Cada um deles tinha quatro rostos, e cada um quatro asas, e debaixo das suas asas aparecia uma semelhança de mão de homem. ²²A aparência dos seus rostos era a que eu tinha visto junto ao rio Cobar, e o seu olhar e o ímpeto com que cada um caminhava na direção do seu rosto.
Palavra do Senhor.
¹ Aleluia. Louvai o Senhor, vós, ó meninos; louvai o nome do Senhor.
² Seja bendito o nome do Senhor, desde agora e para sempre. R.
³ Desde o nascer do sol até o seu ocaso, é digno de louvor o nome do Senhor.
⁴ Excelso é o Senhor sobre todas as nações, e a sua glória está acima dos céus. R.
⁵ Quem há como o Senhor nosso Deus, que habita nas alturas,
⁶ e volta-se às criaturas humildes no céu e na terra? R.
¹⁵E, se teu irmão pecar contra ti, vai e corrige-o, entre ti e ele somente. Se te ouvir, terás ganhado o teu irmão. ¹⁶Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que tudo se verifique sobre o depoimento de duas ou três testemunhas. ¹⁷E, se os não ouvir, dize-o à Igreja. E, se não ouvir a Igreja, considera-o como um gentio e um publicano. ¹⁸Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra, será ligado também no céu, e tudo o que desatardes sobre a terra, será desatado também no céu. ¹⁹Digo-vos ainda que, se dois de vós se unirem entre si sobre a terra para pedir qualquer coisa, esta lhes será concedida por meu Pai, que está nos céus. ²⁰Porque onde se acham dois ou três congregados em meu nome, aí estou eu no meio deles.”
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
Santa Joana Francisca Frémyot de Chantal nasceu em Dijon, na França, em 1572.
Perdeu a mãe ainda pequena e foi educada pelo pai, Benigno Frémyot. Em 1592, casou-se com o barão Cristóvão II de Chantal e teve com ele seis filhos, dos quais quatro sobreviveram. Era conhecida por sua bondade, doçura e dedicação à família, sendo chamada de “a dama perfeita”.
Quando o marido se ausentava, Joana deixava as vestes nobres e dedicava-se aos pobres, acolhendo-os em sua casa, especialmente durante a grande fome de 1600–1601. Transformou sua propriedade em refúgio e hospital, distribuindo pão até o último saco de farinha.
Aos 29 anos, ficou viúva após a morte trágica de Cristóvão durante uma caçada, mas permaneceu firme no cuidado com os filhos pequenos, mesmo enfrentando a dureza e imposição do sogro, com quem passou a viver.
Em 1604, em uma pregação quaresmal em Dijon, Joana conheceu o bispo de Genebra, São Francisco de Sales. A partir daquele encontro, nasceu uma profunda amizade espiritual, onde encontrou direção, consolo e o caminho claro de sua vocação.
Desejando consagrar-se totalmente a Deus, Joana organizou sua vida de modo a deixar os filhos amparados e assinou a renúncia aos seus bens. Em 1610, partiu para Annecy e, com outras duas companheiras, fundou a Ordem da Visitação de Santa Maria. Ao longo da vida, fundou 87 casas da nova congregação e tornou-se uma verdadeira mãe espiritual para muitas mulheres que desejavam viver o amor de Deus em simplicidade e caridade.
Após a morte de Francisco de Sales, em 1622, assumiu a condução da Ordem sozinha, tornando-se uma peregrina do amor divino pelas estradas da França.
Santa Joana Francisca de Chantal faleceu em 13 de dezembro de 1641, no Mosteiro de Moulins, e foi canonizada pelo Papa Clemente XIII, em 16 de julho de 1767.
“Senhor, Jesus Cristo está presente no Santíssimo Sacramento, porque Ele mesmo o disse. Se pretendes não acreditar no que Ele falou, fazes dele um mentiroso” - Santa Joana Francisca de Chantal
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Santa Joana Francisca de Chantal, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica