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Agosto de 2026
¹E foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: ²“Filho do homem, faze conhecer a Jerusalém as suas abominações, ³e dir-lhe-ás: Isto diz o Senhor Deus a Jerusalém: A tua origem e a tua raça vêm da terra de Canaã; teu pai era amorreu, e a tua mãe, ceteia. ⁴E, quando tu vieste ao mundo no dia do teu nascimento, não te foi cortado o umbigo, nem foste lavada em água saudável, nem usaram contigo de sal, nem foste envolta em mantilhas. ⁵Não houve olho que olhasse para ti com piedade, com o intuito de te prestar algum desses serviços, compadecido de ti, mas foste lançada sobre a face da terra, com desprezo da tua vida, no dia em que nasceste. ⁶Passando eu junto de ti, vi-te debatendo-te no teu sangue e disse-te, estando tu coberta do teu sangue: ‘Vive!’; sim, eu te disse: ‘Ainda que coberta do teu sangue, vive!’ ⁷Fiz-te crescer como a erva do campo; cresceste e te tornaste grande, desenvolvendo-te e atingindo uma beleza perfeita no tempo da puberdade; porém, estavas nua e cheia de confusão. ⁸Passei junto de ti e te vi, e eis que o tempo em que estavas era o tempo dos amores. Então estendi sobre ti o meu manto e cobri a tua ignomínia. Jurei-te e fiz aliança contigo, diz o Senhor Deus, e tu ficaste sendo minha. ⁹Lavei-te com água, limpei-te do teu sangue e ungi-te com óleo. ¹⁰Vesti-te de roupas bordadas de diversas cores, dei-te calçado cor de jacinto, cingi-te de linho puro e compus-te com finas telas. ¹¹Ornei-te com preciosos enfeites e pus-te braceletes nas mãos e um colar em torno do teu pescoço. ¹²Adornei a tua fronte com joias, as tuas orelhas com argolas e a tua cabeça com um formoso diadema. ¹³Foste enfeitada de ouro e prata e vestida de linho fino e de roupas bordadas de diversas cores. Nutriste-te da flor da farinha, de mel e de azeite. Tornaste-te extremamente bela, e chegaste a ser rainha. ¹⁴E o teu renome espalhou-se entre as nações por causa da tua formosura, porque tu eras perfeita, graças à beleza que eu tinha posto em ti, diz o Senhor Deus. ¹⁵Mas, pondo a tua confiança na tua beleza, entregaste-te à fornicação, como se fosses dona de ti, e prostituíste-te a todos os que passavam, entregando-te a eles. ⁶⁰Apesar disso, lembrar-me-ei da minha aliança que tinha feito contigo nos dias da tua juventude e estabelecerei contigo uma aliança eterna. ⁶³a fim de que te recordes e te confundas, e não te atrevas a abrir mais a boca por causa da tua confusão, quando me tiver aplacado contigo, depois de todas as coisas que fizeste, diz o Senhor Deus."
² Eis que Deus é o meu Salvador; viverei cheio de confiança e não temerei, porque o Senhor é a minha fortaleza e a minha glória, e ele se tornou a minha salvação.
³ Tirareis com gosto águas das fontes do Salvador”,
⁴ e direis naquele dia: “Louvai o Senhor e invocai o seu nome; publicai entre os povos as suas obras; lembrai-vos que o seu nome é excelso. R.
⁵ Cantai ao Senhor, porque ele fez coisas magníficas; anunciai isto em toda a terra.
⁶ Exulta e louva, casa de Sião, porque se mostra grande no meio de ti o Santo de Israel”. R.
³Foram ter com ele os fariseus para o tentar, e disseram-lhe: “É lícito a um homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?”. ⁴Ele respondeu: “Não lestes que quem criou o homem no princípio fê-los macho e fêmea e disse: ⁵Por isso deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne? ⁶De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe”. ⁷“Por que mandou então Moisés”, replicaram eles, “dar libelo de repúdio e separar-se?”. ⁸Respondeu-lhes Jesus: “Porque Moisés, por causa da dureza do vosso coração, permitiu-vos repudiar vossas mulheres; mas no princípio não foi assim. ⁹Eu, pois, vos digo que todo aquele que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério, e o que se casar com uma repudiada, comete adultério”. ¹⁰Disseram-lhe seus discípulos: “Se tal é a condição do homem a respeito de sua mulher, não convém casar”. ¹¹E ele disse-lhes: “Nem todos compreendem esta palavra, mas [somente] aqueles a quem foi concedido. ¹²Porque há eunucos que nasceram assim do ventre de sua mãe, e há eunucos a quem os homens fizeram tais, e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do reino dos céus. Quem pode compreender, compreenda”.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
São Maximiliano Kolbe nasceu no dia 8 de janeiro de 1894, em Zdunska-Wola, na Polônia, e foi batizado no mesmo dia com o nome de Rajmund Kolbe.
Ainda criança, mudou-se com a família para Pabianice, onde frequentou a escola primária. Desde pequeno, teve uma profunda experiência com a Virgem Maria, que lhe inspirou um desejo ardente de se consagrar totalmente a Jesus.
Em 1907, entrou para o seminário dos Frades Menores Conventuais e, três anos depois, iniciou o noviciado, assumindo o nome de frei Maximiliano. Fez a profissão solene em 1914 e, quatro anos depois, foi ordenado sacerdote em Roma.
Em Roma, durante os anos de formação, frei Maximiliano fundou a Milícia da Imaculada, com o propósito de difundir a devoção à Virgem Maria como caminho para a conversão e a santidade. De volta à Polônia, mesmo enfrentando sérios problemas de saúde, dedicou-se com entusiasmo à expansão da Milícia, lançando a revista O Cavaleiro da Imaculada e fundando centros de evangelização e imprensa.
Em 1927, fundou, nos arredores de Varsóvia, a “Cidade da Imaculada” — Niepokalanów — um grande centro franciscano de oração, trabalho e evangelização. Seu desejo era criar outras cidades semelhantes em diferentes partes do mundo, e chegou a iniciar uma missão no Japão, onde fundou outro centro em Nagasaki.
Com a invasão nazista na Segunda Guerra Mundial, padre Maximiliano passou a acolher refugiados de todas as crenças em Niepokalanów. Em 1941, foi preso pela Gestapo e levado ao campo de concentração de Auschwitz. Ali, mesmo diante da dor e da violência, tornou-se presença de esperança e caridade, onde rezava com os outros prisioneiros, perdoava seus agressores e fortalecia a fé daqueles ao seu redor.
Em julho de 1941, após a fuga de um prisioneiro, os nazistas escolheram dez homens para morrerem de fome como forma de represália. Um deles, pai de família, chorava desesperado. Padre Maximiliano se ofereceu em seu lugar, dizendo: “Sou sacerdote católico, quero morrer por ele.” Foi aceito.
Durante os dias no bunker da morte, liderava os prisioneiros em orações e cânticos. Foi o último a permanecer vivo e, no dia 14 de agosto de 1941, foi morto com uma injeção de ácido carbônico.
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Palavra do Senhor.
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⁵⁹Porque isto diz o Senhor Deus: Tratar-te-ei [deste modo], porque desprezaste o juramento, rompendo a aliança. ⁶⁰Apesar disso, lembrar-me-ei da minha aliança que tinha feito contigo nos dias da tua juventude e estabelecerei contigo uma aliança eterna. ⁶¹Então te recordarás do teu proceder e te confundirás, quando receberes tuas irmãs mais velhas que tu, com tuas irmãs mais novas, e eu te darei por filhas, mas isto não em virtude da tua aliança. ⁶²E renovarei a minha aliança contigo, e saberás que eu sou o Senhor, ⁶³a fim de que te recordes e te confundas, e não te atrevas a abrir mais a boca por causa da tua confusão, quando me tiver aplacado contigo, depois de todas as coisas que fizeste, diz o Senhor Deus."
Palavra do Senhor.
"Acaso não sabeis que eu sou da Imaculada?" - São Maximiliano Maria Kolbe
São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós.
Autor: Redação Biblioteca Católica