capelaLiturgia diária

    Capela é um app que reúne liturgia diária, Bíblia e um plano de vida personalizado, ajudando você a organizar sua rotina espiritual e viver a fé de forma simples e profunda no dia a dia.

    Icone da lojaApple storeIcone da lojaPlay store
    InstitucionalSite oficialBlogPolítica de privacidadeTermos de uso
    ProdutosLojaAssinaturaPeregrino
    Ad Maiorem Dei GloriamTodos direitos reservados à Biblioteca Católica  @2026

    Baixe o aplicativo gratuitamente

    Icone da lojaApple storeIcone da lojaPlay store

    Liturgia

    Novembro de 2026

    Dom08
    Seg09
    Ter10
    Qua11
    Qui12
    Sex13
    Sáb14

    Liturgia de Domingo, 8 de Novembro de 2026

    Domingo XXXII do Tempo Comum| Ano A
    1ª leituraSalmo2ª leituraEvangelhoSanto do dia

    1ª leitura

    Leitura do Livro da Sabedoria

    Sb 6,13-17

    ¹³Brilhante é a sabedoria, e nunca se murcha; facilmente é vista por aqueles que a amam, e encontrada pelos que a buscam. ¹⁴Ela antecipa-se aos que a desejam, de tal sorte que se lhes exibe primeiro. ¹⁵Aquele que vela desde manhã para a possuir, não terá trabalho, porque a encontrará sentada à sua porta. ¹⁶Por isso, pensar na sabedoria é prudência consumada, e aquele que velar por adquiri-la, depressa estará em repouso. ¹⁷Porque ela mesma anda por todas as partes, buscando os que são dignos de a encontrar, e alegremente se lhes mostra nos caminhos, e com a providência vai encontrá-los.

    Palavra do Senhor.

    *Segundo a divisão moderna dos versículos: Sb 6,12-16

    Salmo

    Salmo Responsorial

    Sl 62(63),2.3-4.5-6.7-8 (R. 2b)

    R. De ti está sedenta a minha alma.

    ² Ó Deus, ó meu Deus, a ti vigio desde a aurora. De ti está sedenta a minha alma. E de quantas maneiras a minha carne! R.

    ³ Em terra deserta, intransitável e sem água, nela me apresentei a ti como no santuário, para contemplar o teu poder e a tua glória.

    ⁴ Porque a tua misericórdia é melhor que as vidas, os meus lábios te louvarão. R.

    ⁵ Assim te bendirei em minha vida.

    ⁶ Como de banha e de gordura seja farta a minha alma, e com lábios de júbilo te louvará a minha boca. R.

    ⁷ Lembro-me de ti sobre o meu leito, de manhã medito também em ti.

    ⁸ Porque foste o meu defensor; e à sombra das tuas asas exultarei. R.

    2ª leitura

    Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses

    1Ts 4,12-17

    ¹²Mas não queremos, irmãos, que estejais na ignorância acerca dos que dormem, para que não vos entristeçais como os outros, que não têm esperança. ¹³Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, também [cremos que] Deus trará com ele aqueles que adormeceram nele. ¹⁴Nós, pois, vos dizemos isto, segundo a palavra do Senhor, que nós os que estamos vivos, que fomos reservados para a vinda do Senhor, não precederemos aqueles que adormeceram [antes]. ¹⁵Porque o mesmo Senhor, ao mando [de Deus], à voz do Arcanjo, e ao som da trombeta de Deus, descerá do céu, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. ¹⁶Depois nós, os que vivemos, os que ficamos, seremos arrebatados juntamente com eles sobre as nuvens, ao encontro de Cristo nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. ¹⁷Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

    Palavra do Senhor.

    *Segundo a divisão moderna dos versículos: 1Ts 4,13-18

    Evangelho

    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

    Mt 25,1-13

    ¹“Então será semelhante o reino dos céus a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo e da esposa. ²Mas cinco delas eram tolas, e cinco prudentes. ³Ora as cinco tolas, tomando as lâmpadas, não levaram azeite consigo; ⁴as prudentes, porém, levaram azeite nos seus vasos juntamente com as lâmpadas. ⁵E, tardando o esposo, começaram todas a tosquenejar, e por fim adormeceram. ⁶Então, à meia-noite, ouviu-se um grito: ‘Eis que vem o esposo, saí ao seu encontro’. ⁷Então levantaram-se todas aquelas virgens, e prepararam as suas lâmpadas. ⁸E as tolas disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando’. ⁹Responderam as prudentes, dizendo: ‘Para que não suceda talvez faltar a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai para vós’. ¹⁰Mas, enquanto elas foram comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele a celebrar as bodas, e foi fechada a porta. ¹¹Mais tarde vieram também as outras virgens, dizendo: ‘Senhor, Senhor, abre-nos!’. ¹²Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo que não vos conheço’. ¹³Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.

    Palavra da Salvação.

    Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.

    Santo do dia

    São Deodato I

    São Deodato I nasceu em Roma e, por quarenta anos, exerceu com dedicação o ministério sacerdotal na Cidade Eterna, antes de ser eleito Papa, sucedendo ao Papa Bonifácio IV, em 19 de outubro de 615. 

    Seu nome significa “dado por Deus”, e sua eleição foi acolhida com esperança pelo povo romano, que via no Papa não apenas o bispo e guia espiritual, mas também o protetor civil e a garantia de ordem e estabilidade, especialmente frente às ameaças dos bárbaros e à indiferença do Império do Oriente.

    O pontificado de São Deodato I se deu em um período sombrio, marcado por fortes controvérsias doutrinárias entre Oriente e Ocidente, calamidades naturais, epidemias e constantes invasões bárbaras.

    Apesar da teoria da união entre o Papa e o imperador para o governo dos povos cristãos, Constantinopla se mostrava cada vez mais distante das necessidades de Roma. Mesmo assim, São Deodato buscou o diálogo com o imperador, intercedendo em favor de seu povo. O imperador, embora pouco solícito, enviou o exarca Eleutério para conter revoltas em Ravena e Nápoles. Esse foi o único contato direto que São Deodato teve com o poder imperial, enquanto se dedicava a aliviar os sofrimentos da população romana.

    A vida de São Deodato foi marcada pela caridade, e o Martirológio Romano narra um episódio que consolidou sua fama de santidade: durante uma de suas frequentes visitas aos doentes, especialmente aos leprosos, o Papa Deodato, com grande ternura, abraçou e beijou um leproso que, segundo a tradição, ficou milagrosamente curado.

    Este gesto sintetiza o seu pontificado: um pastor que não temia expor-se aos perigos para estar ao lado dos mais frágeis, manifestando a compaixão e o amor de Cristo.

    São Deodato I faleceu em novembro de 618, após três anos de um pontificado difícil e cheio de provações.

    São Deodato I, rogai por nós! 

    Autor: Redação Biblioteca Católica

    AnteriorPróximo

    Cadastre-se para receber atualizações por email

    MBC

    Assine a Minha Biblioteca Católica

    Receba um tesouro da Igreja todo mês em sua casa

    Assinar clube
    domsegterquaquisexsab