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Novembro de 2026
⁷Tive grande alegria e consolação pela tua caridade, porquanto os corações dos santos foram confortados por ti, irmão. ⁸Por isso, ainda que eu tenha muita liberdade em Jesus Cristo para te mandar o que convém, ⁹peço-te contudo por caridade, porque tu és tal como eu, Paulo, já velho e atualmente até prisioneiro de Jesus Cristo. ¹⁰Rogo-te por meu filho Onésimo, que eu gerei nas prisões, ¹¹o qual outrora te foi inútil, mas agora é útil para mim e para ti. ¹²Eu o envio de volta a ti, e tu recebe-o como às minhas entranhas. ¹³Eu queria conservá-lo comigo, para que em teu nome me servisse nas prisões do Evangelho; ¹⁴porém, sem o teu consentimento, nada quis fazer, para que o teu benefício não fosse como que forçado, mas voluntário. ¹⁵Porque talvez ele tenha se apartado de ti por algum tempo para que tu o recobrasses para sempre, ¹⁶não já como um escravo, antes, em vez de escravo, um irmão caríssimo, particularmente de mim e ainda mais de ti, assim na carne como no Senhor! ¹⁷Portanto, se me tens por teu íntimo, recebe-o como a mim; ¹⁸e, se algum dano te fez, ou se te deve alguma coisa, passa isso para a minha conta. ¹⁹Eu, Paulo, escrevo por meu próprio punho: eu o pagarei. Para não te dizer que me deves a tua própria pessoa! ²⁰Sim, irmão. Obtenha eu de ti esta satisfação no Senhor. Reanima o meu coração no Senhor.
Palavra do Senhor.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
⁷ Ele conserva a verdade eternamente, faz justiça aos que sofrem injúria, dá sustento aos famintos. O Senhor dá liberdade aos cativos. R.
⁸ O Senhor levanta os caídos; o Senhor ama os justos.
⁹ᵃ O Senhor protege os peregrinos, R.
⁹ᵇ ampara o órfão e a viúva,
⁹ᶜ e destruirá os caminhos dos pecadores.
¹⁰ O Senhor reinará pelos séculos; o teu Deus, ó Sião, por todas as gerações. R.
²⁰[Certa ocasião], tendo-lhe feito os fariseus esta pergunta: “Quando virá o reino de Deus?”. Jesus respondeu-lhes, dizendo: “O reino de Deus não virá com aparato, ²¹nem se dirá: ‘Ei-lo aqui!’, ou ‘Ei-lo acolá!’. Porque eis que o reino de Deus está dentro de vós”. ²²E disse aos seus discípulos: “Virá o tempo em que desejareis ver um dos dias do Filho do homem, e não o vereis. ²³E vos dirão: ‘Ei-lo aqui!’, ou ‘Ei-lo acolá!’. Não queirais ir, nem os sigais. ²⁴Porque assim como o relâmpago, fuzilando na região inferior do céu, faz clarão desde uma até a outra extremidade, assim será o Filho do homem no seu dia. ²⁵Mas primeiro é necessário que ele sofra muito, e seja rejeitado por esta geração.
Palavra da Salvação.
Texto adaptado da edição da Bíblia Sagrada da editora Biblioteca Católica, com base na tradução clássica de 1927 do Padre Matos Soares, realizada a partir da Vulgata Latina.
João Kuncewicz nasceu em Wladimir, na atual Ucrânia, no ano de 1580, em uma família de cristãos ortodoxos cismáticos, ligados à Igreja Bizantina e não à Igreja de Roma.
Movido por uma profunda experiência de conversão e chamado à unidade da Igreja, João abraçou a fé católica e ingressou na Ordem de São Basílio, assumindo o nome religioso de Josafá.
Aos 24 anos, fez sua profissão religiosa como monge basiliano e se dedicou com ardor ao apostolado da unidade da Igreja. Em 1609, foi ordenado sacerdote e, devido ao seu zelo missionário e vida exemplar, logo foi nomeado superior dos conventos de Briten e, posteriormente, arquimandrita (superior maior) de Vilna.
Em 1617, foi elevado a Arcebispo de Polotsk, sede primacial dos Rutenos. Como pastor, destacou-se por sua dedicação à formação do clero, à catequese do povo e à evangelização incansável.
Além de promover a vida espiritual, possuía um grande coração: sua casa e seu coração estavam sempre abertos aos pobres e necessitados. São Josafá dedicou-se de corpo e alma à promoção da unidade entre a Igreja Bizantina e a Igreja Romana, lutando contra o cisma que dividia cristãos do mesmo povo.
Por seu trabalho, muitos passaram a viver unidos à Igreja de Cristo, sendo chamados “uniatas”. Contudo, essa adesão provocou oposição: os ortodoxos cismáticos os acusavam de maus patriotas e traidores da tradição local. Josafá, porém, permaneceu firme em sua missão, reconciliando muitos e conduzindo-os à comunhão com a Cátedra de Pedro.
O zelo de São Josafá pela unidade da Igreja gerou perseguições, calúnias e violentas oposições, e em 1623, durante uma viagem pastoral, aos 43 anos, foi atacado, maltratado e finalmente martirizado: assassinado por uma turba, seu corpo foi preso a um cão morto e lançado em um rio.
Assim, São Josafá entregou sua vida como mártir da unidade. Curiosamente, seus assassinos, impressionados pelo testemunho e santidade de Josafá, mais tarde se converteram e passaram a integrar a mesma unidade pela qual ele dera a vida.
Reconhecido pela Igreja por suas virtudes heroicas e, sobretudo, pelo seu martírio, São Josafá foi canonizado pelo Papa Pio IX em 1867.
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São Josafá, rogai por nós!
Autor: Redação Biblioteca Católica