Confira os principais pontos que do novo documento do Papa Francisco sobre Santa Teresinha do Menino Jesus
Confira os principais pontos que do novo documento do Papa Francisco sobre Santa Teresinha do Menino Jesus
No último dia 15, o papa Francisco publicou a exortação apostólica C’est la confiance, sobre a confiança no amor misericordioso de Deus. Em outras palavras, a carta do Papa Francisco sobre Santa Teresinha.
E sabe o que motivou o santo padre a escrevê-la?
Há 150 anos nascia uma querida santa que como poucos mergulhou no mistério profundo da misericórdia, Santa Teresinha do Menino Jesus.
Alguns pontos chamam a atenção nesta carta.
Teresinha nasceu em 02/01. Por que não publicá-la nessa data? Dois motivos:
Teresinha nunca buscou uma vida centrada em si, mas nos outros.
E essa entrega era fruto de sua relação com Cristo:
“Atraindo-me, atraí as almas que amo!”
Para ela, a alma que mergulha no oceano sem limites do amor divino, leva com ela todos os tesouros que possui.
E o grande tesouro que levou consigo eram as almas dos seus e daqueles por quem rezava.
Pela pequena via, Teresinha abandonou-se a misericórdia, não confiando em nenhum mérito seu.
Sua doutrina espiritual não se restringia à sua própria santificação e salvação, mas, recorda o Papa Francisco, estendia-se ao seu cotidiano.
Onde moram os nossos medos, o desejo de seguranças humanas, a necessidade de ter tudo sob controle, é aí que aparece o convite ao abandono à misericórdia.
O Santo Padre compara Teresinha à Tomás de Aquino.
A contribuição de Teresinha para a Igreja não é analítica, como a de Santo Tomás.
Seu mérito está no caráter sintético. A santa genialidade de Teresinha consiste em levar-nos ao centro, àquilo que é essencial, àquilo que é indispensável.
Cada santo é uma missão, é um projeto do Pai que visa refletir e encarnar, num momento determinado da história, um aspecto do Evangelho.
“Num momento de complexidade, ela pode ajudar-nos a redescobrir a simplicidade, o primado absoluto do amor, da confiança e do abandono, superando uma lógica legalista e moralista que enche a vida cristã de obrigações e preceitos e congela a alegria do Evangelho.” (n. 52).
Teresinha mereceu uma carta do Papa.
E você merece não uma, mas todas as cartas dela.
A melhor forma de pôr em prática seu caminho de santificação é ouvir seus próprios conselhos contidos nas suas cartas.
“Cartas de Santa Teresinha” está disponível para os assinantes do nosos clube. Se você ainda não adquiriu, está perdendo a chance de conhecer uma uma devoção particular, mas, nas palavras do Papa Francisco, uma doutrina que é parte do tesouro espiritual da Igreja inteira.
Ainda não conhece o clube? Saiba mais aqui.
Você também pode conferir na íntegra a Exortação Apostólica C’est la confiance.
O maior clube de leitores católicos do Brasil.
No último dia 15, o papa Francisco publicou a exortação apostólica C’est la confiance, sobre a confiança no amor misericordioso de Deus. Em outras palavras, a carta do Papa Francisco sobre Santa Teresinha.
E sabe o que motivou o santo padre a escrevê-la?
Há 150 anos nascia uma querida santa que como poucos mergulhou no mistério profundo da misericórdia, Santa Teresinha do Menino Jesus.
Alguns pontos chamam a atenção nesta carta.
Teresinha nasceu em 02/01. Por que não publicá-la nessa data? Dois motivos:
Teresinha nunca buscou uma vida centrada em si, mas nos outros.
E essa entrega era fruto de sua relação com Cristo:
“Atraindo-me, atraí as almas que amo!”
Para ela, a alma que mergulha no oceano sem limites do amor divino, leva com ela todos os tesouros que possui.
E o grande tesouro que levou consigo eram as almas dos seus e daqueles por quem rezava.
Pela pequena via, Teresinha abandonou-se a misericórdia, não confiando em nenhum mérito seu.
Sua doutrina espiritual não se restringia à sua própria santificação e salvação, mas, recorda o Papa Francisco, estendia-se ao seu cotidiano.
Onde moram os nossos medos, o desejo de seguranças humanas, a necessidade de ter tudo sob controle, é aí que aparece o convite ao abandono à misericórdia.
O Santo Padre compara Teresinha à Tomás de Aquino.
A contribuição de Teresinha para a Igreja não é analítica, como a de Santo Tomás.
Seu mérito está no caráter sintético. A santa genialidade de Teresinha consiste em levar-nos ao centro, àquilo que é essencial, àquilo que é indispensável.
Cada santo é uma missão, é um projeto do Pai que visa refletir e encarnar, num momento determinado da história, um aspecto do Evangelho.
“Num momento de complexidade, ela pode ajudar-nos a redescobrir a simplicidade, o primado absoluto do amor, da confiança e do abandono, superando uma lógica legalista e moralista que enche a vida cristã de obrigações e preceitos e congela a alegria do Evangelho.” (n. 52).
Teresinha mereceu uma carta do Papa.
E você merece não uma, mas todas as cartas dela.
A melhor forma de pôr em prática seu caminho de santificação é ouvir seus próprios conselhos contidos nas suas cartas.
“Cartas de Santa Teresinha” está disponível para os assinantes do nosos clube. Se você ainda não adquiriu, está perdendo a chance de conhecer uma uma devoção particular, mas, nas palavras do Papa Francisco, uma doutrina que é parte do tesouro espiritual da Igreja inteira.
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