Espiritualidade

Jesus é pregado na Cruz

Confira o relato do momento em que Jesus é pregado na Cruz segundo as visões da Beata Anna Catarina Emmerich

Jesus é pregado na Cruz
Espiritualidade

Jesus é pregado na Cruz

Confira o relato do momento em que Jesus é pregado na Cruz segundo as visões da Beata Anna Catarina Emmerich

Data da Publicação: 11/01/2024
Tempo de leitura:
Autor: Redação MBC
Data da Publicação: 11/01/2024
Tempo de leitura:
Autor: Redação MBC

Este artigo é um relato do momento em que Jesus é pregado na Cruz — a 11ª estação da Via Sacra — a partir das visões da beata Anna Catarina Emerich.

A pregação e os cravos

Jesus, imagem viva da dor, foi estendido pelos carrascos sobre a cruz; ele próprio se sentou sobre ela e eles brutamente o deitaram de costas. Colocaram-lhe a mão direita sobre o orifício do prego, no braço direito da cruz, e aí lhe amarraram o braço. Um deles se ajoelhou sobre o Seu santo peito, enquanto outro lhe segurava a mão, que estava se contraindo, e um terceiro colocou o cravo grosso e comprido, com a ponta limada, sobre essa mão cheia de bênção, e cravou-a nela, com violentas pancadas de um martelo de ferro. Doces e claros gemidos ouviram-se da boca do Senhor; o sangue sagrado salpicou os braços dos carrascos; rasgaram-lhe os tendões da mão, os quais foram arrastados, com o prego triangular, para dentro do estreito orifício. Contei as marteladas, mas esqueci, na minha dor, esse número. A Santíssima Virgem gemia baixinho e parecia estar sem sentidos exteriormente; Madalena estava desvairada. As brocas eram grandes peças de ferro, da forma de um T; não havia nelas nada de madeira. Também os pesados martelos eram, como os cabos, de ferro, e todos de uma peça inteiriça; tinham quase a forma dos martelos de pau que os marceneiros usam entre nós, trabalhando com formão.

jesus é pregado na Cruz

Os cravos, cujo aspecto fizera tremer Jesus, eram de tal tamanho que seguros pelo punho, excediam em baixo e em cima cerca de uma polegada. Tinham cabeça chata, da largura de uma moeda de cobre, com uma elevação cônica no meio. Tinham três gumes; na parte superior tinham a grossura de um polegar e na parte inferior a de um dedo
pequeno; a ponta fora aguçada com uma lima; cravados na cruz, vi-lhes a ponta sair um pouco do outro lado dos braços da cruz. Depois de terem pregado a mão direita de Nosso Senhor, viram os crucificadores que a mão esquerda, que tinham também amarrado ao braço da cruz, não chegava até o orifício do cravo, que tinham perfurado a duas polegadas distantes das pontas dos dedos. Por isso ataram uma corda ao braço esquerdo do Salvador e, apoiando os pés sobre a cruz, puxaram a toda força, até que a mão chegou ao orifício do cravo. Jesus dava gemidos tocantes; pois deslocaram-lhe inteiramente os braços das articulações; os ombros, violentamente distendidos, formavam grandes cavidades axilares, nos cotovelos se viam as junturas dos ossos. O peito levantou-se-lhe e as pernas encolheram-se sobre o corpo. Os algozes ajoelharam-se sobre os Seus braços e o peito, amarraram-lhe fortemente os braços e cravaram-lhe então cruelmente o segundo prego na mão esquerda; jorrou alto o sangue e ouviram-se os agudos gemidos de Jesus, por entre as pancadas do pesado martelo. Os braços do Senhor estavam tão distendidos, que formavam uma linha reta e não cobriam mais os braços da cruz, que subiam em linha oblíqua; ficava um espaço livre entre esses e as axilas do Divino Mártir.

A Santíssima Virgem sentiu todas essas torturas com Jesus; estava de uma palidez cadavérica e fracos gemidos saíam-lhe da boca. Os fariseus dirigiram insultos e deboches para o lado onde ela estava; por isso os amigos conduziram-na
para junto das outras santas mulheres, que estavam um pouco mais afastadas do lugar do suplício. Madalena estava como louca; feria o rosto de modo que tinha as faces e olhos cheios de sangue.

Havia na cruz, embaixo, talvez a um terço da respectiva altura, uma peça de madeira, fixa por um prego muito grande, destinada a suportar os pés de Jesus, a fim de que ficasse mais em pé do que suspenso; de outro modo as mãos teriam sido rasgadas pelo peso do corpo e os pés não poderiam ser pregados sem quebrá-los. Nessa peça de madeira tinham perfurado o orifício para o cravo. Tinham também feito uma cavidade para os calcanhares, como também havia outras, em vários pontos da cruz, para que o Mártir pudesse ficar suspenso mais tempo e o peso do corpo não lhe rasgasse as mãos, fazendo-o cair.

Todo o corpo de nosso Salvador tinha-se contraído para o alto da cruz, pela violenta extensão dos braços, e os Seus joelhos tinham-se dobrado. Os algozes lançaram-se então sobre esses e, por meio de cordas, amarraram-nos ao tronco da cruz; mas pela posição errada dos orifícios dos cravos, os pés ficavam longe da peça de madeira que os devia suportar. Então começaram os algozes a praguejar e insultar. Alguns julgavam que se deviam furar outros orifícios para os pregos das mãos; pois mudar o suporte dos pés era difícil. Outros fizeram horrível troça de Jesus: “Ele não quer estender-se, disseram, mas nós lhe ajudaremos”. Atando cordas à perna direita, puxaram-na com horrível violência, até o pé tocar no suporte, e amarraram-na à cruz. Foi uma deslocação tão horrível, que se ouvia estalar o peito de Jesus, que gemia alto: “Ó meu Deus! Meu Deus!”. Tinham-lhe amarrado também o peito e os braços, para os pregos não rasgarem as mãos; o Seu ventre encolheu-se inteiramente, as costelas pareciam a ponto de destacar-se do esterno. Foi uma tortura horrorosa.

Amarrram depois o pé esquerdo com a mesma brutal violência, colocando-o sobre o pé direito, e como os pés não repousavam com bastante firmeza sobre o suporte, para serem pregados juntos, perfuraram primeiro o peito do pé esquerdo com um prego mais fino e de cabeça mais chata do que os cravos, como se fura a sola. Feito isso, tomaram o cravo mais comprido que o das mãos, o mais horrível de todos e, passando-o brutalmente pelo furo feito no pé esquerdo, atravessaram-lhe a marteladas o direito, cujos ossos estalavam, até o cravo entrar no orifício do suporte e, através desse, no tronco da cruz. Olhando de lado a cruz, vi como o prego atravessou os dois pés.

Essa tortura era a mais dolorosa de todas, por causa da distensão de todo o corpo. Contei 36 golpes de martelo, no
meio dos gemidos claros e penetrantes do pobre Salvador; as vozes em redor, que proferiam insultos e imprecações,
pareciam-me sombrias e sinistras.

A Virgem Maria quando Jesus é pregado na Cruz

A Santíssima Virgem tinha voltado ao lugar do suplício; a deslocação do corpo do Filho adorado, o som das marteladas e os gemidos de Jesus, causaram-lhe tão veemente dor e compaixão, que caiu novamente nos braços das companheiras, o que provocou um ajuntamento de povo. Então acorreram alguns fariseus a cavalo, insultando-as, e os amigos afastaram-na outra vez a alguma distância. Durante a crucifixão e a elevação da cruz, que se lhe seguiu, se ouviam, especialmente entre as mulheres, gritos de compaixão, como: “Por que a terra não traga esses miseráveis? Por que não cai fogo do céu, para os devorar?”. A essas manifestações de amor respondiam os carrascos com insultos e escárnio. Os gemidos que a dor arrancava a Jesus, misturavam-se com contínua oração; recitava trechos dos salmos e dos profetas, cujas predições nessa hora cumpria; em todo o caminho da cruz, até à morte, não cessava de rezar assim e de cumprir as profecias. Ouvi e rezei com ele todas essas passagens e às vezes me lembro delas, quando rezo os salmos; mas fiquei tão acabrunhada com o martírio de meu Esposo celeste, que não sei mais juntá-las. Durante esse horrível suplício, vi Anjos chorando aparecerem acima de Jesus.

INRI: Rei dos Judeus

O comandante da guarda romana fizera pregar no alto da cruz a tábua, com o título que Pilatos escrevera. Os fariseus
estavam indignados porque os romanos se riam alto do título “Rei dos judeus”. Por isso voltaram alguns fariseus à
cidade, depois de ter tomado medida para uma outra inscrição, para pedir a Pilatos novamente outro título.

Enquanto Jesus era pregado à cruz, estavam ainda alguns homens a trabalhar na escavação em que a cruz devia ser colocada; pois era estreita a cova e a rocha muito dura. Alguns dos algozes, em vez de dar a Jesus para beber o vinho aromático trazido pelas santas mulheres, beberam-no eles mesmos e ficaram embriagados; queimava-lhes as entranhas e causava-lhes tanta dor nos intestinos que ficaram desvairados; insultavam a Jesus, chamando-o de feiticeiro, e enfureciam-se à vista da paciência do Divino Mestre; desceram várias vezes o Calvário, a correr, para beber leite de jumenta. Havia lá perto algumas mulheres, que pertenciam a um acampamento de peregrinos vindos para a festa da Páscoa, as quais tinham jumentas, cujo leite vendiam.

Horário em que Jesus é pregado na Cruz

Pela posição do sol era cerca de doze horas e um quarto (12:15), quando Jesus foi pregado na Cruz. No momento em que elevaram a cruz, ouviu-se do Templo o soar de muitas trombetas: era a hora em que imolavam o cordeiro pascal.

Leia também Mistérios Dolorosos: o sofrimento redentor de Nosso Senhor Jesus Cristo

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    Redação MBC

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    Este artigo é um relato do momento em que Jesus é pregado na Cruz — a 11ª estação da Via Sacra — a partir das visões da beata Anna Catarina Emerich.

    A pregação e os cravos

    Jesus, imagem viva da dor, foi estendido pelos carrascos sobre a cruz; ele próprio se sentou sobre ela e eles brutamente o deitaram de costas. Colocaram-lhe a mão direita sobre o orifício do prego, no braço direito da cruz, e aí lhe amarraram o braço. Um deles se ajoelhou sobre o Seu santo peito, enquanto outro lhe segurava a mão, que estava se contraindo, e um terceiro colocou o cravo grosso e comprido, com a ponta limada, sobre essa mão cheia de bênção, e cravou-a nela, com violentas pancadas de um martelo de ferro. Doces e claros gemidos ouviram-se da boca do Senhor; o sangue sagrado salpicou os braços dos carrascos; rasgaram-lhe os tendões da mão, os quais foram arrastados, com o prego triangular, para dentro do estreito orifício. Contei as marteladas, mas esqueci, na minha dor, esse número. A Santíssima Virgem gemia baixinho e parecia estar sem sentidos exteriormente; Madalena estava desvairada. As brocas eram grandes peças de ferro, da forma de um T; não havia nelas nada de madeira. Também os pesados martelos eram, como os cabos, de ferro, e todos de uma peça inteiriça; tinham quase a forma dos martelos de pau que os marceneiros usam entre nós, trabalhando com formão.

    jesus é pregado na Cruz

    Os cravos, cujo aspecto fizera tremer Jesus, eram de tal tamanho que seguros pelo punho, excediam em baixo e em cima cerca de uma polegada. Tinham cabeça chata, da largura de uma moeda de cobre, com uma elevação cônica no meio. Tinham três gumes; na parte superior tinham a grossura de um polegar e na parte inferior a de um dedo
    pequeno; a ponta fora aguçada com uma lima; cravados na cruz, vi-lhes a ponta sair um pouco do outro lado dos braços da cruz. Depois de terem pregado a mão direita de Nosso Senhor, viram os crucificadores que a mão esquerda, que tinham também amarrado ao braço da cruz, não chegava até o orifício do cravo, que tinham perfurado a duas polegadas distantes das pontas dos dedos. Por isso ataram uma corda ao braço esquerdo do Salvador e, apoiando os pés sobre a cruz, puxaram a toda força, até que a mão chegou ao orifício do cravo. Jesus dava gemidos tocantes; pois deslocaram-lhe inteiramente os braços das articulações; os ombros, violentamente distendidos, formavam grandes cavidades axilares, nos cotovelos se viam as junturas dos ossos. O peito levantou-se-lhe e as pernas encolheram-se sobre o corpo. Os algozes ajoelharam-se sobre os Seus braços e o peito, amarraram-lhe fortemente os braços e cravaram-lhe então cruelmente o segundo prego na mão esquerda; jorrou alto o sangue e ouviram-se os agudos gemidos de Jesus, por entre as pancadas do pesado martelo. Os braços do Senhor estavam tão distendidos, que formavam uma linha reta e não cobriam mais os braços da cruz, que subiam em linha oblíqua; ficava um espaço livre entre esses e as axilas do Divino Mártir.

    A Santíssima Virgem sentiu todas essas torturas com Jesus; estava de uma palidez cadavérica e fracos gemidos saíam-lhe da boca. Os fariseus dirigiram insultos e deboches para o lado onde ela estava; por isso os amigos conduziram-na
    para junto das outras santas mulheres, que estavam um pouco mais afastadas do lugar do suplício. Madalena estava como louca; feria o rosto de modo que tinha as faces e olhos cheios de sangue.

    Havia na cruz, embaixo, talvez a um terço da respectiva altura, uma peça de madeira, fixa por um prego muito grande, destinada a suportar os pés de Jesus, a fim de que ficasse mais em pé do que suspenso; de outro modo as mãos teriam sido rasgadas pelo peso do corpo e os pés não poderiam ser pregados sem quebrá-los. Nessa peça de madeira tinham perfurado o orifício para o cravo. Tinham também feito uma cavidade para os calcanhares, como também havia outras, em vários pontos da cruz, para que o Mártir pudesse ficar suspenso mais tempo e o peso do corpo não lhe rasgasse as mãos, fazendo-o cair.

    Todo o corpo de nosso Salvador tinha-se contraído para o alto da cruz, pela violenta extensão dos braços, e os Seus joelhos tinham-se dobrado. Os algozes lançaram-se então sobre esses e, por meio de cordas, amarraram-nos ao tronco da cruz; mas pela posição errada dos orifícios dos cravos, os pés ficavam longe da peça de madeira que os devia suportar. Então começaram os algozes a praguejar e insultar. Alguns julgavam que se deviam furar outros orifícios para os pregos das mãos; pois mudar o suporte dos pés era difícil. Outros fizeram horrível troça de Jesus: “Ele não quer estender-se, disseram, mas nós lhe ajudaremos”. Atando cordas à perna direita, puxaram-na com horrível violência, até o pé tocar no suporte, e amarraram-na à cruz. Foi uma deslocação tão horrível, que se ouvia estalar o peito de Jesus, que gemia alto: “Ó meu Deus! Meu Deus!”. Tinham-lhe amarrado também o peito e os braços, para os pregos não rasgarem as mãos; o Seu ventre encolheu-se inteiramente, as costelas pareciam a ponto de destacar-se do esterno. Foi uma tortura horrorosa.

    Amarrram depois o pé esquerdo com a mesma brutal violência, colocando-o sobre o pé direito, e como os pés não repousavam com bastante firmeza sobre o suporte, para serem pregados juntos, perfuraram primeiro o peito do pé esquerdo com um prego mais fino e de cabeça mais chata do que os cravos, como se fura a sola. Feito isso, tomaram o cravo mais comprido que o das mãos, o mais horrível de todos e, passando-o brutalmente pelo furo feito no pé esquerdo, atravessaram-lhe a marteladas o direito, cujos ossos estalavam, até o cravo entrar no orifício do suporte e, através desse, no tronco da cruz. Olhando de lado a cruz, vi como o prego atravessou os dois pés.

    Essa tortura era a mais dolorosa de todas, por causa da distensão de todo o corpo. Contei 36 golpes de martelo, no
    meio dos gemidos claros e penetrantes do pobre Salvador; as vozes em redor, que proferiam insultos e imprecações,
    pareciam-me sombrias e sinistras.

    A Virgem Maria quando Jesus é pregado na Cruz

    A Santíssima Virgem tinha voltado ao lugar do suplício; a deslocação do corpo do Filho adorado, o som das marteladas e os gemidos de Jesus, causaram-lhe tão veemente dor e compaixão, que caiu novamente nos braços das companheiras, o que provocou um ajuntamento de povo. Então acorreram alguns fariseus a cavalo, insultando-as, e os amigos afastaram-na outra vez a alguma distância. Durante a crucifixão e a elevação da cruz, que se lhe seguiu, se ouviam, especialmente entre as mulheres, gritos de compaixão, como: “Por que a terra não traga esses miseráveis? Por que não cai fogo do céu, para os devorar?”. A essas manifestações de amor respondiam os carrascos com insultos e escárnio. Os gemidos que a dor arrancava a Jesus, misturavam-se com contínua oração; recitava trechos dos salmos e dos profetas, cujas predições nessa hora cumpria; em todo o caminho da cruz, até à morte, não cessava de rezar assim e de cumprir as profecias. Ouvi e rezei com ele todas essas passagens e às vezes me lembro delas, quando rezo os salmos; mas fiquei tão acabrunhada com o martírio de meu Esposo celeste, que não sei mais juntá-las. Durante esse horrível suplício, vi Anjos chorando aparecerem acima de Jesus.

    INRI: Rei dos Judeus

    O comandante da guarda romana fizera pregar no alto da cruz a tábua, com o título que Pilatos escrevera. Os fariseus
    estavam indignados porque os romanos se riam alto do título “Rei dos judeus”. Por isso voltaram alguns fariseus à
    cidade, depois de ter tomado medida para uma outra inscrição, para pedir a Pilatos novamente outro título.

    Enquanto Jesus era pregado à cruz, estavam ainda alguns homens a trabalhar na escavação em que a cruz devia ser colocada; pois era estreita a cova e a rocha muito dura. Alguns dos algozes, em vez de dar a Jesus para beber o vinho aromático trazido pelas santas mulheres, beberam-no eles mesmos e ficaram embriagados; queimava-lhes as entranhas e causava-lhes tanta dor nos intestinos que ficaram desvairados; insultavam a Jesus, chamando-o de feiticeiro, e enfureciam-se à vista da paciência do Divino Mestre; desceram várias vezes o Calvário, a correr, para beber leite de jumenta. Havia lá perto algumas mulheres, que pertenciam a um acampamento de peregrinos vindos para a festa da Páscoa, as quais tinham jumentas, cujo leite vendiam.

    Horário em que Jesus é pregado na Cruz

    Pela posição do sol era cerca de doze horas e um quarto (12:15), quando Jesus foi pregado na Cruz. No momento em que elevaram a cruz, ouviu-se do Templo o soar de muitas trombetas: era a hora em que imolavam o cordeiro pascal.

    Leia também Mistérios Dolorosos: o sofrimento redentor de Nosso Senhor Jesus Cristo

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