Entenda o que a Igreja nos ensina por meio da liturgia do segundo domingo da Quaresma, meditando cada uma das leituras.
Entenda o que a Igreja nos ensina por meio da liturgia do segundo domingo da Quaresma, meditando cada uma das leituras.
Entenda o que a Igreja nos ensina por meio da liturgia do segundo domingo da Quaresma, meditando cada uma das leituras.
O caminho proposto pela liturgia neste domingo é de uma riqueza sem tamanho. Com Jesus, avançaremos um pouco mais na nossa busca pela conversão nesta Quaresma, sem esmorecer e sem desesperar da Cruz.
Saiba tudo o que um católico precisa saber sobre a Quaresma, tempo de conversão.
O segundo domingo da Quaresma segue a mesma trilha traçada pelo primeiro: construir um itinerário firme para bem viver este tempo santo, preparando-nos para a Páscoa de Cristo e para a nossa Páscoa com ele.
O que a liturgia deste domingo nos ensina? Em poucas palavras: a fé verdadeira não se esconde nas dificuldades, mas se fortalece diante delas: Abraão confia em Deus mesmo quando tudo parece impossível; São Paulo alerta sobre as falsas promessas do mundo, e Jesus, no Tabor, revela a nós que a glória vem através da cruz.
Sem a força divina, a cruz pode parecer um peso insuportável, mas com Cristo, ela se torna o caminho da verdadeira vida e da ressurreição.
A Primeira Leitura deste Segundo Domingo da Quaresma nos apresenta o chamado de Abraão, início de uma nova etapa na história da salvação. Depois dos relatos das origens, Deus escolhe um homem para, por meio dele, formar um povo que será sinal de sua bênção para toda a humanidade.
O Senhor diz a Abrão: “Sai da tua terra, da tua família e da casa do teu pai.” É um convite exigente. Deus pede que ele deixe sua terra e suas seguranças para caminhar rumo a uma promessa que ainda não vê. A fé começa assim: acolhendo a Palavra de Deus e confiando nela.
Mas o chamado vem acompanhado de uma promessa: “Farei de ti um grande povo… em ti serão abençoadas todas as famílias da terra.” A escolha de Abraão não é privilégio exclusivo, mas parte de um plano maior. Deus quer alcançar todos os povos. Por isso, a promessa feita a Abraão já aponta para Cristo, seu descendente, por meio de quem a salvação chegará ao mundo inteiro.
O texto termina com uma frase breve e decisiva: “E Abrão partiu, como o Senhor lhe havia dito.” Não há discursos, apenas obediência. Abraão confia e caminha.
Neste tempo de Quaresma, a Igreja nos propõe sua figura como modelo de fé: ouvir a voz de Deus, confiar em sua promessa e dar passos concretos na direção que Ele indica.
Entenda a origem, divisão e os principais temas tratados no Antigo Testamento.
O Salmo responde à Primeira Leitura reforçando a confiança na palavra de Deus. “Reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé.” Aquele que chama também é fiel para cumprir o que promete.
O salmista recorda que o Senhor “pousa o olhar sobre os que o temem e que confiam esperando em seu amor”. Temer a Deus significa reconhecer sua grandeza e viver na confiança de que Ele sustenta os que nele esperam.
Por isso rezamos: “Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça.” A salvação é dom de Deus, acolhido por um coração que confia. Assim como Abraão partiu apoiado na promessa, também nós somos chamados a esperar no Senhor, nosso auxílio e proteção.
Prepare-se para a Páscoa com Santo Afonso de Ligório, acesse as meditações diárias para a Quaresma neste artigo.
São Paulo recorda a Timóteo que a vida cristã começa na iniciativa de Deus: “Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa.” Não se trata de conquista humana, mas de dom. Tudo nasce do desígnio amoroso do Senhor.
Essa graça, preparada “desde toda a eternidade”, tornou-se visível na manifestação de Jesus Cristo. Nele, afirma o Apóstolo, a morte foi vencida e a vida e a imortalidade brilharam por meio do Evangelho. A promessa feita a Abraão encontra aqui sua realização definitiva.
Por isso, Paulo exorta à perseverança: “Sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus.” A fidelidade pode exigir sacrifício, mas não caminhamos sozinhos. É o próprio Deus quem sustenta aqueles que participam de sua missão.
Saiba porque fazemos penitência na quaresma.
O Evangelho deste Segundo Domingo da Quaresma nos apresenta a Transfiguração. Depois de anunciar sua paixão, Jesus leva Pedro, Tiago e João a uma alta montanha e ali manifesta, por um instante, a glória de sua divindade.

“O seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz.” Aquele que caminha rumo à cruz é o Filho eterno do Pai. A Transfiguração antecipa a luz da Ressurreição e fortalece os discípulos para o escândalo da Paixão.
Ao lado de Jesus aparecem Moisés e Elias, representando a Lei e os Profetas. Toda a Escritura converge para Ele. O que foi prometido a Abraão e anunciado ao longo da história agora se revela plenamente em Cristo.
Pedro deseja permanecer naquele momento: “Senhor, é bom ficarmos aqui.” Mas a experiência da glória não é fuga da realidade. A nuvem luminosa — sinal da presença de Deus — envolve os discípulos, e a voz do Pai declara: “Este é o meu Filho amado… Escutai-o!”
No centro do Evangelho está esse mandato: escutar o Filho. A fé não se apoia apenas em visões extraordinárias, mas na adesão obediente à palavra de Cristo.
Diante do temor dos discípulos, Jesus se aproxima, toca neles e diz: “Levantai-vos, e não tenhais medo.” Aquele que revela sua glória é o mesmo que sustenta na fraqueza.
Ao descerem da montanha, permanece “somente Jesus”. A Lei e os Profetas encontram nele seu cumprimento. A promessa feita a Abraão, a esperança proclamada pelos salmos e a graça anunciada pelos apóstolos convergem para esta verdade: em Cristo se manifesta a salvação.
Uma das cenas que contemplamos ao meditar os mistérios luminosos é a Transfiguração do Senhor. Que tal saber mais sobre eles?
A liturgia deste segundo domingo de Quaresma nos conduz a uma experiência profunda de fé e esperança. Abraão, ao confiar na promessa de Deus, ensina-nos que a fé verdadeira exige entrega e abandono aos planos de Deus.
A confiança no Senhor não elimina as dificuldades, mas nos dá forças para enfrentá-las. Assim como Deus firmou uma aliança com Abraão, Ele também nos chama a caminhar em sua presença, sustentados pela fé e pela esperança na vida eterna.
Outro aspecto central desta liturgia é a Transfiguração de Jesus como um momento de preparação espiritual, no qual a contemplação do mistério fortalece a fé dos discípulos. Antes de subir ao Tabor, Cristo já havia anunciado a cruz, o sofrimento e a necessidade da renúncia. No entanto, antes de enfrentar Sua Paixão, Ele concede a Pedro, Tiago e João uma visão antecipada da glória que virá. Esse episódio ilumina toda a Sua missão e nos ensina que a cruz não é o destino final, mas o caminho para a vitória. Da dor, nasce a redenção.
“Jesus queria armar os seus apóstolos com uma grande força de alma e uma constância que lhes permitissem carregar sem temor a sua própria cruz, a despeito da sua dureza. Queria também que eles não corassem com o seu suplício, que não considerassem uma vergonha a paciência com que Ele haveria de suportar uma Paixão tão cruel, sem nada perder da glória do seu poder.” 1
Confira também a liturgia e os ensinamentos do primeiro domingo da Quaresma.
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Entenda o que a Igreja nos ensina por meio da liturgia do segundo domingo da Quaresma, meditando cada uma das leituras.
O caminho proposto pela liturgia neste domingo é de uma riqueza sem tamanho. Com Jesus, avançaremos um pouco mais na nossa busca pela conversão nesta Quaresma, sem esmorecer e sem desesperar da Cruz.
Saiba tudo o que um católico precisa saber sobre a Quaresma, tempo de conversão.
O segundo domingo da Quaresma segue a mesma trilha traçada pelo primeiro: construir um itinerário firme para bem viver este tempo santo, preparando-nos para a Páscoa de Cristo e para a nossa Páscoa com ele.
O que a liturgia deste domingo nos ensina? Em poucas palavras: a fé verdadeira não se esconde nas dificuldades, mas se fortalece diante delas: Abraão confia em Deus mesmo quando tudo parece impossível; São Paulo alerta sobre as falsas promessas do mundo, e Jesus, no Tabor, revela a nós que a glória vem através da cruz.
Sem a força divina, a cruz pode parecer um peso insuportável, mas com Cristo, ela se torna o caminho da verdadeira vida e da ressurreição.
A Primeira Leitura deste Segundo Domingo da Quaresma nos apresenta o chamado de Abraão, início de uma nova etapa na história da salvação. Depois dos relatos das origens, Deus escolhe um homem para, por meio dele, formar um povo que será sinal de sua bênção para toda a humanidade.
O Senhor diz a Abrão: “Sai da tua terra, da tua família e da casa do teu pai.” É um convite exigente. Deus pede que ele deixe sua terra e suas seguranças para caminhar rumo a uma promessa que ainda não vê. A fé começa assim: acolhendo a Palavra de Deus e confiando nela.
Mas o chamado vem acompanhado de uma promessa: “Farei de ti um grande povo… em ti serão abençoadas todas as famílias da terra.” A escolha de Abraão não é privilégio exclusivo, mas parte de um plano maior. Deus quer alcançar todos os povos. Por isso, a promessa feita a Abraão já aponta para Cristo, seu descendente, por meio de quem a salvação chegará ao mundo inteiro.
O texto termina com uma frase breve e decisiva: “E Abrão partiu, como o Senhor lhe havia dito.” Não há discursos, apenas obediência. Abraão confia e caminha.
Neste tempo de Quaresma, a Igreja nos propõe sua figura como modelo de fé: ouvir a voz de Deus, confiar em sua promessa e dar passos concretos na direção que Ele indica.
Entenda a origem, divisão e os principais temas tratados no Antigo Testamento.
O Salmo responde à Primeira Leitura reforçando a confiança na palavra de Deus. “Reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé.” Aquele que chama também é fiel para cumprir o que promete.
O salmista recorda que o Senhor “pousa o olhar sobre os que o temem e que confiam esperando em seu amor”. Temer a Deus significa reconhecer sua grandeza e viver na confiança de que Ele sustenta os que nele esperam.
Por isso rezamos: “Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça.” A salvação é dom de Deus, acolhido por um coração que confia. Assim como Abraão partiu apoiado na promessa, também nós somos chamados a esperar no Senhor, nosso auxílio e proteção.
Prepare-se para a Páscoa com Santo Afonso de Ligório, acesse as meditações diárias para a Quaresma neste artigo.
São Paulo recorda a Timóteo que a vida cristã começa na iniciativa de Deus: “Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa.” Não se trata de conquista humana, mas de dom. Tudo nasce do desígnio amoroso do Senhor.
Essa graça, preparada “desde toda a eternidade”, tornou-se visível na manifestação de Jesus Cristo. Nele, afirma o Apóstolo, a morte foi vencida e a vida e a imortalidade brilharam por meio do Evangelho. A promessa feita a Abraão encontra aqui sua realização definitiva.
Por isso, Paulo exorta à perseverança: “Sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus.” A fidelidade pode exigir sacrifício, mas não caminhamos sozinhos. É o próprio Deus quem sustenta aqueles que participam de sua missão.
Saiba porque fazemos penitência na quaresma.
O Evangelho deste Segundo Domingo da Quaresma nos apresenta a Transfiguração. Depois de anunciar sua paixão, Jesus leva Pedro, Tiago e João a uma alta montanha e ali manifesta, por um instante, a glória de sua divindade.

“O seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz.” Aquele que caminha rumo à cruz é o Filho eterno do Pai. A Transfiguração antecipa a luz da Ressurreição e fortalece os discípulos para o escândalo da Paixão.
Ao lado de Jesus aparecem Moisés e Elias, representando a Lei e os Profetas. Toda a Escritura converge para Ele. O que foi prometido a Abraão e anunciado ao longo da história agora se revela plenamente em Cristo.
Pedro deseja permanecer naquele momento: “Senhor, é bom ficarmos aqui.” Mas a experiência da glória não é fuga da realidade. A nuvem luminosa — sinal da presença de Deus — envolve os discípulos, e a voz do Pai declara: “Este é o meu Filho amado… Escutai-o!”
No centro do Evangelho está esse mandato: escutar o Filho. A fé não se apoia apenas em visões extraordinárias, mas na adesão obediente à palavra de Cristo.
Diante do temor dos discípulos, Jesus se aproxima, toca neles e diz: “Levantai-vos, e não tenhais medo.” Aquele que revela sua glória é o mesmo que sustenta na fraqueza.
Ao descerem da montanha, permanece “somente Jesus”. A Lei e os Profetas encontram nele seu cumprimento. A promessa feita a Abraão, a esperança proclamada pelos salmos e a graça anunciada pelos apóstolos convergem para esta verdade: em Cristo se manifesta a salvação.
Uma das cenas que contemplamos ao meditar os mistérios luminosos é a Transfiguração do Senhor. Que tal saber mais sobre eles?
A liturgia deste segundo domingo de Quaresma nos conduz a uma experiência profunda de fé e esperança. Abraão, ao confiar na promessa de Deus, ensina-nos que a fé verdadeira exige entrega e abandono aos planos de Deus.
A confiança no Senhor não elimina as dificuldades, mas nos dá forças para enfrentá-las. Assim como Deus firmou uma aliança com Abraão, Ele também nos chama a caminhar em sua presença, sustentados pela fé e pela esperança na vida eterna.
Outro aspecto central desta liturgia é a Transfiguração de Jesus como um momento de preparação espiritual, no qual a contemplação do mistério fortalece a fé dos discípulos. Antes de subir ao Tabor, Cristo já havia anunciado a cruz, o sofrimento e a necessidade da renúncia. No entanto, antes de enfrentar Sua Paixão, Ele concede a Pedro, Tiago e João uma visão antecipada da glória que virá. Esse episódio ilumina toda a Sua missão e nos ensina que a cruz não é o destino final, mas o caminho para a vitória. Da dor, nasce a redenção.
“Jesus queria armar os seus apóstolos com uma grande força de alma e uma constância que lhes permitissem carregar sem temor a sua própria cruz, a despeito da sua dureza. Queria também que eles não corassem com o seu suplício, que não considerassem uma vergonha a paciência com que Ele haveria de suportar uma Paixão tão cruel, sem nada perder da glória do seu poder.” 1
Confira também a liturgia e os ensinamentos do primeiro domingo da Quaresma.